Facebook Portal TV permite fazer videochamadas pelo WhatsApp

O Facebook continua investindo no alto-falante inteligente Portal. A empresa lançou três novos modelos nesta quarta-feira (18) e, certamente, a principal novidade é o Portal TV, que realiza videochamadas de WhatsApp e Messenger pela televisão.

Ao contrário dos aparelhos anunciados em 2018, o Portal TV não tem uma tela própria. Ele conta com microfone e câmera, mas mostra sua interface na televisão. Os usuários podem navegar pelo sistema com o controle remoto que sai de fábrica com o dispositivo.

Para melhorar a qualidade das videochamadas, o aparelho tem microfones em oito pontos, enquanto os outros modelos tem em apenas quatro pontos. Além disso, a câmera do dispositivo tem campo de visão de 120º. A dos demais tem campo de visão de 114º.

Há, também, um recurso para dois usuários do Portal TV assistirem à mesma coisa enquanto estão em uma videochamada. Batizado de Watch Together, ele suporta apenas os vídeos do Facebook Watch, mas poderá ser levado para mais serviços no futuro.

Foto: Engadget

Facebook Portal TV

Foto: Engadget

Quando o recurso está em ação, a TV mostra em destaque o vídeo que está sendo compartilhado e exibe a outra pessoa em uma janela pequena.

O Portal TV já está em pré-venda por US$ 149 (cerca de R$ 610). O dispositivo, que não será oferecido no Brasil, começará a ser enviado aos usuários em 5 de novembro.

Portal e Portal Mini

Facebook Portal, Portal Mini e Portal TV

Facebook Portal, Portal Mini e Portal TV

O Facebook também lançou novos modelos parecidos com de 2018. O Portal tem tela de 10 polegadas, enquanto a do Portal Mini tem 8 polegadas. Ambos exibem imagens em alta definição e podem ser usados em modo retrato ou modo paisagem.

Assim como o Portal TV, eles contam com botões para desabilitar a câmera ou o microfone de forma independente. Até o ano passado, um só botão desligava os dois. Os aparelhos contam ainda com uma luz no topo para indicar que o microfone está desligado e possuem uma tampa física para a câmera.

O Facebook afirma ter melhorado o áudio das novas versões do Portal. Os aparelhos contam com dois alto-falantes e um subwoofer, que devem oferecer mais qualidade para as videochamadas e para a reprodução de músicas.

Facebook Portal e Portal Mini

Facebook Portal, Portal TV e Portal Mini (Foto: Engadget)

Eles seguem com uma câmera com inteligência artificial capaz de oferecer filtros e enquadrar usuários em videochamadas mesmo quando estão em movimento. Segundo o Facebook, a câmera do Portal sabe quando há uma pessoa no ambiente, mas não realiza reconhecimento facial.

A empresa também afirma que o processamento das imagens é realizado localmente e não é enviado aos seus servidores.

Os aparelhos também contam com navegador, acesso ao Amazon Prime Video, Alexa e uma assistente virtual própria que é ativada ao ouvir “Ei, Portal”. Os comandos de voz podem ser gravados e ouvidos por funcionários do Facebook, mas o armazenamento pode ser desabilitado.

O Portal está em pré-venda por US$ 179 (R$ 735). O Portal Mini, por sua vez, sai por US$ 129 (R$ 530). Eles serão enviados a partir de 15 de outubro, mas também não devem chegar ao Brasil.

Os três novos modelos estão disponíveis em apenas oito países: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Itália, Espanha, Austrália e Nova Zelândia.

Com informações: Facebook, Engadget.

Facebook Portal TV permite fazer videochamadas pelo WhatsApp

Instagram vai limitar posts sobre produtos para dieta e perda de peso

Mesmo que você não siga nenhum influencer, talvez já tenha se deparado com posts promovendo produtos duvidosos para perda de peso, procedimentos estéticos e afins no Instagram. Pois bem, a rede social promete agora limitar o alcance dessas postagens. Em alguns casos, a publicação poderá até ser apagada.

A explicação dada pelo Instagram é a de que a medida visa manter a rede social como “um lugar positivo para todos” e reduzir a pressão que os usuários podem sentir quando acessam determinadas postagens.

No que consiste exatamente essa restrição? Basicamente, o Instagram impedirá que usuários com menos de 18 anos visualizem postagens que promovem produtos relacionados a dieta, perda de peso, cirurgia plástica, procedimentos estéticos e semelhantes.

Essa ocultação de postagens começa nesta quarta-feira (18) e será válida mesmo quando o produto promovido vier de fabricantes ou lojas renomadas. Por estar em uma fase de transformação corporal, o público jovem é altamente influenciável por essas postagens, o que explica o foco sobre menores de 18 anos.

Mas não termina aí. Se a postagem prometer resultados “milagrosos” a respeito dos assuntos em questão e for acompanhada de incentivos para compra, como links promocionais e cupons de desconto, o Instagram poderá simplesmente apagar a publicação.

Ativistas que lutam conta a indústria do “corpo perfeito” comemoram a decisão. É o caso da atriz britânica Jameela Jamil, que já criticou personalidades famosas como Khloe Kardashian justamente por promoverem produtos dietéticos ou de eficácia questionável nas redes sociais.

View this post on Instagram

THIS IS HUGE NEWS. @i_weigh are changing the world together. After a bunch of shouting, screaming, and petitioning… we have managed to get the attention of the people at the top, and they have heard us and want to protect us. And this is just the beginning of our efforts. As of now, if you’re under 18, you will no longer be exposed to any diet/detox products, and for all other ages; all fad products that have bogus, unrealistic claims will be taken down and easy to report. I’ve been working with Instagram all year towards this, who were amazing to deal with, and they expressed that they passionately care about creating a safer space for us all online. This happened so much faster than I expected and I’m so proud and happy and relieved. WELL DONE to the many people who have been working towards this huge change. This is a mass effort. This is an extraordinary win that is going to make a big difference. Influencers have to be more responsible. ❤️

A post shared by Jameela Jamil (@jameelajamilofficial) on

Em postagem recente no Instagram sobre o assunto, Jamil elogiou a medida e finalizou a sua mensagem dizendo “essa é uma vitória extraordinária que fará grande diferença; influenciadores precisam ser mais responsáveis”.

Apesar de ter sido anunciada prioritariamente para o Instagram, a nova política também será aplicada ao Facebook.

Com informações: The Guardian.

Instagram vai limitar posts sobre produtos para dieta e perda de peso

YouTube terá anúncios enormes na interface para TV

O YouTube divulgou hoje (18) que liberou uma nova forma de anúncios na plataforma de vídeos e ela é focada nas pessoas que assistem o conteúdo na TV. Ainda em fase de testes, a ferramenta coloca a publicidade acima do feed de vídeos recomendados e que aparece sempre que o aplicativo de smart TVs e set-top-boxes é aberto.

A ideia é semelhante ao banner de anúncios que aparece na página inicial do YouTube em aparelhos móveis e computadores. O conteúdo é reproduzido automaticamente após alguns segundos e pode ser expandido para ocupar toda a interface do aplicativo nos televisores. Mesmo com autoplay, o vídeo que rodará será iniciado sem áudio, exatamente como acontece agora com o site do YouTube.

O vídeo poderá ser criado para aparecer apenas na interface de TV e a novidade vem junto do fim desta interface para dispositivos que não são televisores. A alteração que aconteceu nesta semana pode ajudar na hora de entregar as propagandas exatamente apenas para os dispositivos corretos, deixando o PC que ainda pode rodar o YouTube.com/TV.

A plataforma de vídeos do Google afirma que anúncios exibidos na interface de TV geram interesse 10% maior do que o mesmo vídeo que é publicado em um canal convencional, seja ele pago ou não.

Com informações: Google.

YouTube terá anúncios enormes na interface para TV

WhatsApp deve integrar Facebook Pay para pagamentos dentro do app

O WhatsApp Beta mais recente inclui referências a um novo serviço chamado Facebook Pay, uma espécie de carteira digital para diferentes meios de pagamento. Isso pode ser uma ferramenta para facilitar a vida das empresas: o cliente poderia pagar diretamente através do aplicativo. Também seria possível transferir dinheiro para seus contatos.

Segundo o WABetaInfo, o Facebook Pay aparece no WhatsApp Beta 2.19.260 para Android “relacionado a pagamentos no México”. A interface é bem simples por enquanto, oferecendo apenas a opção de adicionar meios de pagamento.

Em maio, o WABetaInfo revelou que o WhatsApp ganharia um serviço de pagamentos no México, no Reino Unido e no Brasil. Isso já está disponível na Índia desde o ano passado: o WhatsApp Payments permite enviar e receber dinheiro de forma segura com o UPI, sistema regulado pelo Banco da Reserva da Índia.

Facebook Pay no WhatsApp

Parece, portanto, que Facebook Pay será o novo nome do WhatsApp Payments. A empresa vem unificando suas marcas para deixar claro que Instagram e WhatsApp pertencem ao Facebook.

Isso também poderia se encaixar nos planos da criptomoeda Libra. Quando for lançada em 2020, ela poderá ser usada através de uma carteira digital embutida no WhatsApp e no Messenger, ou por meio de um app independente.

Facebook Pay pode ser usado no Messenger e Marketplace

Além disso, a pesquisadora Jane Manchun Wong descobriu uma página de transações do Facebook Pay dentro do aplicativo do Facebook: ela menciona dinheiro enviado através do Messenger, compras no Marketplace e pagamentos recorrentes (uma assinatura de página e uma doação feita mensalmente).

E alguns usuários na Itália começaram a ver a opção “Pagar com Facebook” dentro do Marketplace. Dessa forma, é possível fazer uma compra com pagamento através de Visa ou Mastercard sem sair da plataforma.

Estes são sinais de que o Facebook está de olho em transações financeiras para continuar ganhando dinheiro, e para depender menos de anúncios, à medida que os usuários migram do feed de notícias para o Instagram e WhatsApp.

Pay with Facebook

Com informações: WABetaInfo.

WhatsApp deve integrar Facebook Pay para pagamentos dentro do app

Notebook gamer Lenovo Legion Y540 chega ao Brasil por R$ 7.499

Para quem está em busca de um notebook gamer, mas não quer nada com visual exótico, o Lenovo Legion Y540 aparece como uma opção. O modelo foi anunciado oficialmente para o Brasil nesta quarta-feira (18). O preço sugerido é de R$ 7.499.

Lenovo Legion Y540

Por esse valor, o Legion Y540 oferece processador Intel Core i7-9750H (nona geração), 16 GB de RAM, HD de 1 TB combinado com SSD de 128 GB, bateria de 57 Wh (três células) e chip gráfico Nvidia GeForce RTX 2060 com 6 GB de memória GDDR6.

A tela é um painel IPS de 15,6 polegadas, resolução full HD e brilho de 250 nits. A Lenovo chama atenção para a possibilidade de até três monitores serem conectados ao Legion Y540 para uso simultâneo por meio de um sistema que combina as portas HDMI 2.0, mini-DisplayPort e USB-C do equipamento.

Lenovo Legion Y540

Já o sistema de resfriamento combina quatro condutores térmicos para melhorar o fluxo de ar com dissipadores de calor e ventoinhas individuais.

Outras características incluem teclado com retroiluminação LED (somente na cor branca), webcam de 720p, corpo todo de policarbonato, dois alto-falantes Harman e áudio com Dolby Atmos para uso com fones de ouvido.

Parte das portas do Legion Y540 fica na parte traseira do laptop

Parte das portas do Legion Y540 fica na parte traseira do laptop

Como você já sabe, o preço oficial do Legion Y540 no Brasil é de R$ 7.499. Para fins de comparação, a mesma configuração sai por cerca de US$ 1.500 nos Estados Unidos.

Lenovo Legion Y540 — ficha técnica

  • Tela: IPS LCD de 15,6 polegadas, antirreflexo, resolução full HD (1920×1080 pixels), frequência de 60 Hz e brilho de 250 nits
  • Processador: Intel Core i7-9750H de seis núcleos e frequência de 2,6 GHz (nona geração)
  • RAM: 16 GB de DDR4 de 2.666 MHz (expansível para 32 GB)
  • GPU: Nvidia GeForce RTX 2060 com 6 GB de memória GDDR6
  • Armazenamento: HD de 1 TB (5.400 rpm) mais SSD de 128 GB (NVMe M.2)
  • Bateria: 57 Wh (três células)
  • Conectividade: Bluetooth 4.2, Wi-Fi 802.11ac, Ethernet (1), USB-C (1), USB 3.1 convencional (3), HDMI 2.0 (1), mini-DisplayPort (1), conector para fones e microfone
  • Outros: teclado com retroiluminação LED branca e teclas numéricas, alto-falantes Harman, webcam de 720p, sistema de resfriamento Coldfront
  • Dimensões e peso: 360 (L) x 267 (P) x 24,29 (A) mm; 2,3 kg
  • Sistema operacional: Windows 10 Home

Notebook gamer Lenovo Legion Y540 chega ao Brasil por R$ 7.499

Anatel apreende 23 mil produtos por falta de homologação

Uma operação realizada na terça-feira (17) pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) resultou em 23 mil produtos lacrados ou apreendidos. O órgão adotou a medida porque os equipamentos não eram homologados ou certificados.

Entre os itens irregulares, estavam equipamentos ópticos, transceptores de radiação restrita e TV Boxes. A Anatel diz que que realizou a operação a partir de denúncias de associações e fabricantes de produtos de telecomunicações que questionavam a venda dos produtos não autorizados.

A ação ocorreu em 52 endereços de 11 estados, incluindo São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Pernambuco, Piauí, Goiás, Amazonas e Tocantins. A agência não revelou o nome das empresas, mas informou que a fiscalização será retomada nos próximos dias.

Esta é mais uma operação para impedir a venda de produtos irregulares por distribuidoras, fornecedoras e importadoras. Ela faz parte do Plano de Ação de Combate à Pirataria que, em agosto, levou à 21 mil produtos lacrados em Catalão (GO).

Os equipamentos também não eram homologados e pertenciam a uma operadora da cidade. Segundo a Anatel, entre os produtos não autorizados estavam 19.700 acopladores, 1.200 conectores e 225 splitters. A agência também apreendeu 19 itens, entre pontos de acesso e unidades de rede óptica.

Em 2018, o Plano de Ação de Combate à Pirataria totalizou 200 mil produtos lacrados ou apreendidos. No mesmo período, 30 mil itens ficaram retidos na Alfândega e 193 anúncios ligados a produtos sem homologação foram retirados do ar.

Com informações: Anatel.

Anatel apreende 23 mil produtos por falta de homologação

Apple e Disney poderiam se fundir caso Steve Jobs ainda estivesse vivo, diz Bob Iger

Bob Iger virou figurinha constante nas manchetes da imprensa tecnológica dos últimos dias. Primeiro, o CEO da Walt Disney Company anunciou sua saída do conselho de administração da Apple — por razões óbvias, já que as empresas em breve passarão a ser concorrentes diretas no mercado de streaming com o lançamento do Apple TV+ e do Disney+.

Agora, Iger voltou às notícias com uma declaração no mínimo curiosa. O executivo publicará, em breve, o livro “The Ride of a Lifetime: Lessons Learned from 15 Years as CEO of the Walt Disney Company”, focando, obviamente, na sua jornada como chefão da Casa do Mickey Mouse e em vários aspectos ligados à sua gestão — incluindo sua relação com Steve Jobs.

Jobs, como bem se sabe, passou a ter uma relação muito próxima com a Disney (e com o próprio Iger) quando a gigante adquiriu a Pixar após anos de uma frutífera parceria que gerou clássicos como “Toy Story” e “Os Incríveis”. Em um trecho do futuro livro publicado pela Vanity Fair, Iger confirma uma hipótese que sempre foi especulada, porém nunca verbalizada: a de que Apple e Disney poderiam eventualmente se fundir — isto é, caso Jobs ainda estivesse vivo.

O trecho, em que Iger ainda lamenta a morte do amigo e afirma que ainda tem frequentes conversas imaginárias com ele, diz o seguinte:

Com cada sucesso que a empresa [a Disney] teve desde a morte de Steve, sempre há um momento em meio à minha animação em que eu paro e penso, “eu queria que Steve estivesse aqui para ver isso”. É impossível não conversar com ele em minha cabeça e desejar que aquela conversa fosse real. Mais que isso, eu acredito que, se ele ainda estivesse vivo, nós teríamos fundido nossas empresas — ou ao menos discutido essa possibilidade muito seriamente.

Iger não chegou a expandir essa afirmação, mas contou, no trecho publicado, outros detalhes da sua relação com Jobs. Segundo o executivo, a amizade entre os dois só se estabeleceu em meados dos anos 2000 — antes disso, a relação era meramente cordial, especialmente por conta dos frequentes embates de Jobs com Michael Eisner, o polêmico CEO anterior da Disney,

Foi em 2005 que Iger e Jobs realmente tornaram-se amigos — e por conta de um elemento insuspeito: o iPod video.

Eu estava pensando no futuro da televisão, e acreditava que seria uma questão de tempo até que nós pudéssemos acessar séries e filmes nos nossos computadores. Eu não sabia o quão rápido a tecnologia móvel estava avançando (o iPhone ainda levaria dois anos para surgir), então o que eu estava imaginando era uma plataforma do iTunes para a televisão — “iTV”, como eu descrevia. Steve ficou calado por um tempo, e então disse: “Eu vou voltar a conversar com você sobre isso. Eu estou trabalhando em algo que quero te mostrar.”

Algum tempo depois, Jobs mostrou o iPod video a Iger, pedindo que ele disponibilizasse séries da Disney na plataforma. O executivo aceitou a proposta, e os dois viraram amigos — no sentido, inclusive, de tirar férias juntos. A virada na relação também proporcionou um novo acordo entre a Disney e a Pixar, e fez Jobs tornar-se muito mais envolvido nas decisões da Casa do Mickey Mouse; segundo Iger, o cocriador da Apple opinou até mesmo na aquisição da Marvel, concretizada em 2009.

“The Ride of a Lifetime: Lessons Learned from 15 Years as CEO of the Walt Disney Company” está em pré-venda na Amazon por R$114 (ou R$85,07 na versão para Kindle), e será lançado na próxima segunda-feira (23/9).

via iDownloadBlog