Samsung estaria preparando celular dobrável que lembra Motorola Razr

A já havia informado em março que a Samsung trabalhava em um novo modelo de celular dobrável. Na ocasião, o veículo afirmou que a fabricante preparava dois smartphones parecidos com o modelo flip, sendo que um dobrava para dentro, como de costume, e outro dobrava para fora, como o Huawei Mate X.

O ETNews tratou apenas do primeiro modelo, mais parecido com os celulares flip padrão. Caso as informações sobre um modelo mais compacto estejam corretas, ele, provavelmente, terá um preço mais acessível que o do Galaxy Fold.

Revelado em fevereiro, o primeiro dobrável da Samsung conta com tela principal de 7,3 polegadas e, secundária de 4,6 polegadas. O modelo foi anunciado por US$ 1.980 e, com os atrasos causados pela empresa, o preço não deverá ser o único fator a afastar usuários.

Nintendo Switch com Android Q tem Netflix, Spotify e emuladores

O espaço para modificações no Nintendo Switch tem feito o console ser muito utilizado por desenvolvedores que trabalham para expandir suas funcionalidades. Um dos projetos faz o dispositivo rodar Android Q e teve mais detalhes revelados em testes realizados pelo XDA Developers.

De acordo com o site, o Switch com Android tem suporte ao dock e aos Joy-cons. Criada pelo desenvolvedor Billy Laws e parceiros, a versão permite acessar a Play Store e baixar serviços como Netflix, YouTube, Twitch e Spotify, além de jogos como Flappy Bird.

Além disso, é possível rodar alguns emuladores como DraStic, de Nintendo DS, e RetroArch. Por outro lado, aplicativos como Steam Link e Dolphin Emulator ainda não funcionam corretamente. O mesmo vale para PUBG Mobile, que não permite usar os Joy-cons, e Fortnite.

O XDA Developers afirma que os controles ainda não funcionam com todos os aplicativos e são inconsistentes quanto à compatibilidade. Além disso, eles precisam estar conectados por Bluetooth mesmo quando estão fisicamente conectados ao console.

A experiência com os jogos, segundo o site, é boa, apesar de alguns engasgos possivelmente causados por uma falta de otimização natural para este estágio do projeto. “O Nintendo Switch já está se moldando para ser um excelente dispositivo de jogo com Android, e o futuro para ele nesse sentido é brilhante”, afirma o XDA Developers.

Vale lembrar que alguns aplicativos populares como Pokémon Go e Snapchat não são compatíveis com o dispositivo, visto que ele não conta com GPS, microfone nem câmera.

A modificação do Android Q para o Switch ainda não tem previsão de lançamento ao público. A equipe está preparando um instalador que permite rodar o sistema a partir do cartão microSD; dessa forma, você não ficará restrito aos 32 GB de armazenamento do console.

Ubuntu vai manter suporte a pacotes de 32 bits após recuo da Canonical

Na semana passada, a Canonical revelou a decisão de encerrar o suporte a aplicativos de 32 bits (i386) no Ubuntu, começando já pela próxima versão oficial, o Ubuntu 19.10 (a ser lançado em outubro). Mas a reação contrária foi tão forte que a empresa soltou um comunicado para dizer que não é bem assim.

  • Mas as manifestações contrárias foram numerosas e, em alguns casos, bastante enérgicas. O que contribuiu com isso foram os possíveis efeitos colaterais: distribuições e projetos baseados no Ubuntu também passariam a ter restrições para aplicativos de 32 bits, consequentemente.

    Dois exemplos notáveis são os do Wine e do Steam. Depois do anúncio da Canonical, desenvolvedores de ambas as plataformas sinalizaram com a intenção de abandonar o suporte ao Ubuntu.

    No caso do Steam, Pierre-Loup Griffai, um dos principais desenvolvedores do serviço, declarou que a Valve (você sabe, a dona do Steam) já está considerando direcionar o seu foco para outra distribuição e pensando em formas de amenizar os transtornos para os usuários atuais.

    Pelo jeito, a pressão deu certo. Em seu comunicado, a Canonical deu a entender que, com base no feedback obtido, não irá mais encerrar o suporte a pacotes i386, mas permitir que eles sejam aplicados onde for necessário — haverá um trabalho de comunidade para decidir quais são importantes para a manutenção de softwares legados.

    A companhia alertou, porém, que pacotes de 32 bits, de modo geral, são pouco usados atualmente e, por isso, passam por testes e correções menos frequentes, situação que aumenta as chances de problemas de segurança surgirem.

    Com informações: SlashGear.

    Ubuntu vai manter suporte a pacotes de 32 bits após recuo da Canonical

Flogão chega ao fim depois de 15 anos online

Um dos últimos remanescentes da internet brasileira “velha de guerra” chegou ao fim: o Flogão, serviço de compartilhamento de fotos que por muito tempo brigou com o

O serviço foi criado em 2004, mesmo ano em que o orkut surgiu. Naquela época, compartilhar fotos na internet não era uma atividade tão trivial quanto nos dias atuais: os celulares eram básicos (boa parte não tinha câmera) e as conexões à internet eram predominantemente lentas.

Além disso, as plataformas online da época eram muito limitadas. O orkut, por exemplo, só permitia a publicação de 12 fotos por usuário em sua fase inicial. Para publicar mais, o usuário tinha que apagar imagens postadas anteriormente.

Isso explica o sucesso de serviços como Fotolog e Flogão. O funcionamento era simples: o usuário transferia fotos para o seu computador (geralmente, de uma câmera digital portátil), acessava o site do seu serviço de flog preferido, publicava uma foto com uma descrição e aguardava os comentários dos seus contatos.

Sites de flogs eram redes sociais primitivas, por assim dizer, mas que cumpriam a função de interconectar pessoas com interesses em comum tendo como elemento central o conteúdo gerado por elas.

Como testar as versões beta públicas do iOS 13, do iPadOS 13, do macOS Catalina 10.15 e do tvOS 13

As primeiras versões beta publicas do iOS 13, do iPadOS 13, do macOS Catalina 10.15 e do tvOS 13 estão entre nós — inclusive antes do previsto. Até por isso, vale aqui uma ressalva para lá de importante.

Tais versões beta públicas são equivalentes às segundas versões de testes disponibilizadas para desenvolvedores. E, pelo menos no que diz respeito ao iOS/iPadOS 13, a Apple deixa claro quão “perigosas” elas são ao dar o seguinte aviso:

Observação importante para quem gosta de emoções: se você estiver interessado em viver no limite e experimentar os ótimos novos recursos do iOS 13, recomendamos fortemente aguardar as muitas correções de bugs e refinamentos que chegarão à beta pública no próximo mês.

O grande problema, como disse acima, é que essas versões são basicamente equivalentes, então aparentemente não houve muitas correções de bugs e refinamentos. Muitos estão inclusive questionando a Apple pela pressa em liberar essas versões públicas antes do prazo — seria muito mais prudente respeitar o prazo estabelecido e lançar versões beta publicas mais redondas/refinadas, quem sabe junto às terceiras versões de testes para desenvolvedores daqui a uma semana.

Para desenvolvedores, inclusive, a notícia não é lá muito boa: como milhares (ou até milhões) de pessoas passarão a utilizar um sistema operacional instável (e estabelecer isso como realidade), muitos desenvolvedores começarão a receber uma avalanche de críticas por ainda não terem seus aplicativos devidamente preparados e otimizados para os novos SOs.

Deu para entender o recado — ainda que a Apple não tenha dado —, não é mesmo? Você quer instalar? É um direito seu, mas todo cuidado é pouco. O desenvolvedor Guilherme Rambo, por exemplo, foi claro:

Apenas um lembrete de que a versão beta pública do iOS 13 lançada hoje é a mesma versão beta para desenvolvedor do iOS 13, que é bugada, especialmente com AirPods e coisas relacionadas ao AirPlay. NÃO instale.

Ainda assim você quer correr o risco? Então ao menos siga as recomendações abaixo.

Como se preparar para testar o iOS/iPadOS 13

A primeira coisa que você precisa fazer é ver se o seu iPhone/iPad é compatível com os futuros sistema operacionais — e você pode fazer isso nesse artigo.

É compatível? Se sim, então prossiga fazendo um backup. Muitos aplicativos e serviços podem devem não funcionar como esperado e os seus dados, a partir do momento que você usar o iOS/iPadOS 13, poderão não ser compatíveis com as versões anteriores do sistema. Então, certifique-se de fazer o backup do seu dispositivo iOS — a própria Apple recomenda fazer um backup local, utilizando o iTunes (se você estiver usando o macOS Mojave ou anterior).

Arquivando um backup pelo iTunes no macOS Mojave

Se estiver usando o macOS Catalina, o processo é o mesmo, porém pelo Finder já que o futuro sistema não contará com o iTunes.

Arquivando um backup pelo Finder no macOS Catalina

A empresa inclusive sugere que você arquive o backup para não correr o risco de escrever um novo backup por cima dele utilizando o iOS/iPadOS 13 e perder os dados compatíveis com o iOS 12.

Além de estar preparado para possíveis problemas com apps/serviços, saiba que a sua bateria muito provavelmente vai durar bem menos ao utilizar um SO em testes assim, devido a diversos fatores — um dos principais é que a Apple monitora diversos aspectos do sistema a fim de captar informações relevantes as quais podem ajudar no desenvolvimento dele, por exemplo.

Saiba, também, que alguns recursos do iOS/iPadOS 13 ainda não estão funcionando como deveriam nessa primeira versão pública de testes, e que você obrigatoriamente lidará com um aparelho que trava e reinicia sozinho por conta desses muitos problemas que envolvem uma versão beta.

Por fim, é preciso se inscrever no Apple Beta Software Program. Depois disso, visite a página beta.apple.com/profile no seu iPhone, iPad ou iPod touch para baixar o perfil de configuração; no dispositivo, vá em Ajustes » Geral » Atualização de Software para instalar a versão beta.

Pronto, boa dor de cabeça bom divertimento! Lembrando que, a partir desse momento, você passará a receber todas as atualizações de versões beta públicas que a Apple liberar (normalmente uma a cada duas semanas).

Como se preparar para testar o macOS Catalina

Ainda que sejam sistemas diferentes, as recomendações são as mesmas. Após se cadastrar no Apple Beta Software Program, veja se o seu Mac é compatível com o macOS Catalina.

Depois, faça um backup dos seus dados e arquivos antes de instalar a versão beta pública — o Time Machine pode ser um belo aliado; se você tiver dois ou mais Macs, a Apple recomenda a instalação em um sistema secundário.

Se você, como a maioria, tem apenas um Mac, sugiro instalar o macOS Catalina numa segunda partição — a própria Apple ensina como fazer isso se você tiver utilizando o Apple File System (APFS) ou outros formatos como Mac OS Expandido, MS-DOS (FAT) e ExFAT.

Instalando a versão beta pública do macOS Catalina

Nessa página, faça o download do macOS Public Beta Access Utility. Após isso, se você estiver usando o macOS Mojave, vá em Preferências do Sistema » Atualização de Software para fazer o upgrade.

Instalando a versão beta pública do macOS Catalina

Se estiver no macOS High Sierra ou anterior, abra a Mac App Store para fazer o download da versão pública do macOS Catalina.

Instalando a versão beta pública do macOS Catalina

Após o término do download da versão beta pública do macOS, o instalador é automaticamente iniciado para que você faça a instalação; se você pretende instalar numa segunda partição, preste atenção para escolher ela no momento oportuno. Caso contrário, a instalação será feita na sua partição principal, onde você está rodando o macOS Mojave, High Sierra ou anterior.

Instalando a versão beta pública do macOS Catalina

Lembrando que, a partir dessa instalação, você passará a receber todas as atualizações públicas do macOS até que o sistema operacional seja oficialmente lançado para o grande público, em setembro/outubro.

Como se preparar para testar o tvOS 13

O tvOS 13 é, sem dúvida, o mais simples de ser testado — e muito provavelmente o sistema operacional mais redondo, já que as mudanças são poucas. Aqui, não tem dúvida: se você tem uma Apple TV HD (de quarta geração) ou uma Apple TV 4K (de quinta geração), poderá rodar o tvOS 13.

Após estar devidamente cadastrado no Apple Beta Software Program, vá em Ajustes » Contas na sua Apple TV. Em “ID Apple”, assine pelo menos uma das opções de conta (iCloud, iTunes e App Store ou Game Center) com o mesmo ID Apple que você usou para se inscrever no Apple Beta Software Program.

Instalando a versão beta pública do tvOS 13

Agora vá em Ajustes » Sistema » Atualização de Software, ative as atualizações beta públicas e siga as instruções na tela para concluir o processo.

Instalando a versão beta pública do tvOS 13

Com o update devidamente realizado, a sua Apple TV então receberá automaticamente novas versões beta públicas (caso você tenha ativado a opção de atualizar automaticamente); caso contrário, você poderá verificar manualmente se há atualizações, indo em Ajustes » Sistema » Atualizações de Software » Atualizar Software.

Bill Gates lamenta Microsoft não ser a rival da Apple no mundo mobile

Em 2007, no lançamento do primeiro iPhone, muitos devem lembrar das gargalhadas que o até então CEO da Microsoft, Steve Ballmer, deu em relação ao aparelho. Na época, é claro, a Microsoft tinha a sua presença marcada no incipiente mercado mobile e o Android que existia (comprado pelo Google em 2005) não tinha nada a ver com o que veio a se tornar pós-iPhone.

Passados mais de 12 anos, hoje em dia Bill Gates — que ainda está no conselho da Microsoft — lamenta muito o fato de sua empresa ter dado espaço para o Google se tornar a grande rival da Apple no mundo mobile.

Em uma entrevista concedida durante um evento da Village Global, ele declarou:

No mundo do software, especialmente para plataformas, esses são mercados em que o ganhador fica com tudo. Então o maior erro foi qualquer decisão tomada por mim que fez a Microsoft não ser o que o Android é. Isto é, o Android é a plataforma padrão não-Apple para telefones. Isso era algo natural para a Microsoft ganhar. […] Há espaço para exatamente um sistema operacional não-Apple e o que isso vale? Uns US$400 bilhões que seriam transferidos da empresa G para a empresa M.

Aos interessados, eis a entrevista completa:

A parte supracitada começa em 11’42”.

Gates pega para si a (ou parte da) responsabilidade pelo erro, mas a grande verdade é que o bastão na época estava nas mãos de Ballmer. A icônica risada deste pós-anúncio do iPhone mostra claramente o quanto ele não entendia o potencial da coisa.

O mais incrível de tudo é que, mesmo com a sua derrota entre as plataformas mobile, a Microsoft conseguiu dar uma forte guinada em todos os outros segmentos nos quais atua e, recentemente, retomou o posto de empresa mais valiosa do planeta. Ela vale, hoje, US$1,06 trilhão.

Conseguem imaginar um universo paralelo em que a Microsoft tivesse comprado o Android, e não o Google? 🧐

via The Verge

Novos mostradores do watchOS 6 serão exclusivos para Apple Watches Series 4

Muitos leitores têm nos perguntado se todas as novidades do watchOS 6 chegarão a todos os modelos compatíveis (isto é, desde o Series 1). Bom, quase todas sim; quase.

Como vocês sabem, o novo sistema operacional virá com seis novos mostradores. A má notícia é que todos, com exceção de dois, serão exclusivos do Apple Watch Series 4 (lógico, em diante).

Os dois que chegarão a todos os modelos são os mostradores Numerais (Mono e Duo):

Novo mostrador do watchOS 6
Novo mostrador do watchOS 6

Todos os outros, incluindo Degradê, Califórnia, Mostrador Solar e Modular Compacto, dependem das telas maiores e que vão até as laterais da caixa do relógio:

Novo mostrador do watchOS 6
Novo mostrador do watchOS 6
Novo mostrador do watchOS 6
Detector de ruídos altos no watchOS 6

Claro que é justificável e faz sentido a Apple explorar essas telas maiores em novos mostradores, mas não deixa de ser um balde d’água fria para quem ainda tem um Apple Watch Series 2 ou 3 perfeitamente funcional, por exemplo.

Isso não deixa de ser, também, uma forma de a Apple “estimular” o upgrade para modelos mais novos. No evento especial de setembro, no qual ela deverá lançar novos iPhones, também é aguardada a geração Series 5 do Watch. Por ora, não vimos nenhum vazamento sobre ela.


Apple Watch Series 4 dourado

Apple Watch Series 4

de Apple

Preço à vista: a partir de R$ 3.599,10
Preço parcelado: em até 12x de R$ 333,25
Tamanhos: 40mm ou 44mm
Materiais: alumínio ou aço inoxidável
Características: GPS ou GPS + Cellular
Cores: diversas
Lançamento: setembro de 2018

Botão - Comprar agora

via 9to5Mac