Waze exibe preço de pedágios brasileiros na rota traçada

O Waze anunciou nesta semana que está trazendo o alerta com o valor dos pedágios da rota para o Brasil. O recurso foi lançado internacionalmente em julho deste ano e começa a aparecer para todos os usuários brasileiros que rodam o app em um smartphone ou tablet Android, além dos que estão em um iPhone ou iPad.

“Estamos muito felizes de poder trazer o Preços de Pedágio para o Brasil. Ninguém sabe melhor sobre os valores de cada pedágio do que o próprio motorista que passa por ele todos os dias. Por isso, a informação vinda dos usuários é valiosíssima e reforça ainda mais que o Waze é voltado para as pessoas e para a comunidade”, diz Leandro Esposito, diretor geral do Waze para o Brasil.

Assim como já acontece com os preços de postos de combustíveis, o valor de cada praça de pedágio é inserido no aplicativo com ajuda da própria comunidade de usuários. O Waze afirma que atualmente são 30 mil pessoas que contribuem mensalmente com a edição dos mapas, seja para valores ou mesmo para correção de ruas que ganharam outro nome ou sentido.

O aviso do valor contabiliza todas as praças que estão no caminho e mostra o valor total, logo depois que o endereço de destino foi inserido e a rota sugerida. Como há mais de um valor, que respeita o tipo do veículo, a soma respeitará a escolha do usuário nas configurações e por lá é possível avisar ao aplicativo se é um carro, uma moto ou táxi. Ainda não há opção para caminhões, que são cobrados de forma diferente e o valor varia por eixo.

A novidade começou a ser implementada na última terça-feira (29) e aparecerá automaticamente para todos os usuários no decorrer das próximas semanas.

Waze exibe preço de pedágios brasileiros na rota traçada

Teste do Xbox Console Streaming transmite jogos do Xbox One no Android

A Microsoft anunciou ontem (29) que os donos de um Xbox One já podem jogar os games da plataforma a partir da tela de um Android, em um serviço de streaming que sai diretamente do console e é chamado de Xbox Console Streaming. A novidade ainda está em fase de testes e é limitada aos assinantes do serviço Insiders que estão nos Estados Unidos ou Reino Unido.

Todo o processamento é feito no console que o usuário tem e os jogos precisam estar em mídia física ou digital, para que a jogatina apareça na tela de um smartphone ou tablet que rode Android. É possível até mesmo rodar os games pelo Xbox Console Streaming que são disponibilizados no plano de assinatura do Game Pass.

Se você ficou animado, saiba que você precisa estar nos Estados Unidos ou Reino Unido, participar do programa Alpha ou Alpha Skip-Ahead do Xbox Insiders, ter ao menos um smartphone ou tablet Android 6 Marshmallow nas mãos e um controle do próprio Xbox One para jogar – se você tem o console, já tem o controle.

Passando por estes requisitos, você precisa baixar um app chamado Xbox Game Streaming e ele vai testar as capacidades da sua rede, que precisa ter no mínimo 4,75 Mbps de conexão, mas o recomendado é 9 Mbps.

Como este serviço não é o Project xCloud, que vai concorrer com o Google Stadia, a latência certamente é baixa o suficiente para permitir que o jogo rode sem problemas. Este streaming local exige 125 ms ou menos de tempo de resposta, mas diz que o ideal está em 60 ms e isso vai depender de como seu roteador vai trabalhar o Wi-Fi, que é melhor ter antena de 5 GHz.

Com informações: Xbox.

Teste do Xbox Console Streaming transmite jogos do Xbox One no Android

Xiaomi lança MIUI 11 estável para Pocophone F1, Redmi 7 e mais celulares

A Xiaomi está liberando a versão global da MIUI 11 estável para o Pocophone F1, Redmi Note 7 Pro, Redmi Note 5 Pro, Redmi 7, Redmi 7A, Redmi Y3 e Redmi K20 (Mi 9T). Além disso, a empresa vem testando a versão beta desta atualização em outros celulares. Mais dispositivos serão contemplados nos meses de novembro e dezembro.

A conta oficial da MIUI India no Twitter anunciou na semana passada que o Redmi K20 recebeu a MIUI 11 na versão “Global Stable”; ele é vendido em outros países como Mi 9T. O Redmi 7A também foi contemplado.

Nesta quarta-feira (30), é a vez do Pocophone F1 e Redmi Note 7 Pro: a Global Stable ROM está sendo liberada aos poucos. “Estamos nos esforçando para garantir que todos os dispositivos obtenham a atualização o mais rápido possível”, diz a empresa.

De acordo com o XDA Developers, mais dispositivos estão recebendo a MIUI 11 hoje: trata-se do Redmi Note 5 Pro, Redmi 7 e Redmi Y3. Por enquanto, a atualização está disponível apenas para usuários que entraram no beta fechado; a Xiaomi diz que esta é uma versão “Beta Stable”. (Na prática, ela deve ser idêntica à versão estável.)

Xiaomi testa MIUI 11 beta no Mi 9 SE e outros

Além disso, a Xiaomi convocou usuários para um beta fechado dos seguintes dispositivos: Mi 9 SE, Mi 8, Mi Mix 3, Mi Mix 2S, Redmi Note 7, Redmi Note 7S e Redmi K20 Pro. As vagas já se esgotaram; mais de 15 mil pessoas mostraram interesse em participar.

O Xiaomi Mi 9 SE, Mi 8, Mi Mix 3 e Mi Mix 2S já receberam um beta da MIUI 11 baseada no Android 10. Vale notar que a atualização nem sempre inclui uma versão mais recente do Android: por exemplo, o Redmi K20 roda a MIUI 11 baseada no Android 9 Pie. Alguns dispositivos mais antigos permanecerão no 8.1 Oreo ou até mesmo no 7.1 Nougat.

Xiaomi Pocophone F1

Pocophone F1

Xiaomi distribui MIUI 11 em quatro fases

A MIUI 11 será distribuída em quatro fases. A primeira fase vai de 22 a 31 de outubro e inclui os seguintes celulares:

  • Mi 9 SE
  • Redmi K20/Mi 9T
  • Redmi Y3
  • Redmi Note 7
  • Redmi Note 7S
  • Redmi Note 7 Pro
  • Redmi 7
  • Redmi 7A
  • Mi 8 Pro
  • Mi 8
  • Mi 8 Lite
  • Mi Mix 3
  • Mi Mix 2S
  • Pocophone F1

Se seu dispositivo não está na lista, é porque ele provavelmente será contemplado nas próximas fases; confira aqui o cronograma completo da MIUI 11.

Como nota o XDA Developers, será um pouco difícil acompanhar o lançamento da MIUI 11 porque ela tem versões diferentes para cada região: às vezes a ROM da Índia é a global — caso do Pocophone F1 — mas nem sempre. Além disso, a Xiaomi liberou algumas versões estáveis que ainda estavam marcadas como “beta”, que só podem ser instaladas por quem está no programa de testes Mi Pilot.

Você recebeu a MIUI 11 no seu celular?

Xiaomi lança MIUI 11 estável para Pocophone F1, Redmi 7 e mais celulares

Oi pretende usar 5G para banda larga fixa

Durante a feira de telecomunicações Futurecom, a Oi anunciou que planeja utilizar a tecnologia 5G para fornecer banda larga fixa. O acesso fixo por redes 5G teria velocidades altas e poderia complementar a cobertura de fibra óptica da empresa.

Como a tecnologia 5G promete velocidades na casa de gigabits por segundo e baixa latência, a operadora pretende adotar o modelo de acesso FWA (acesso fixo via wireless) como modelo de oferta temporária até a chegada da fibra óptica de fato. O modelo pode ser usado para analisar a demanda de banda larga antes de lançar um plano otimizado específico para cada região.

No longo prazo, a operadora considera o 5G como alternativa para cobertura em zonas rurais e de baixa densidade populacional, onde o acesso à internet é feito predominantemente via redes móveis. Nos mercados com alta densidade populacional, alto nível de acessibilidade, demanda por velocidades altas e potencial para o segmento corporativo, a fibra continuaria sendo a principal tecnologia de acesso.

Para que tudo isso funcione, a Oi almeja uma faixa de pelo menos 100 MHz de espectro para ter um desempenho semelhante ao da fibra. A operadora não descarta o reuso de frequências já adquiridas, mas só possui capacidade entre 80 MHz e 95 MHz nas frequências de 1,8 GHz, 2,1 GHz e 2,6 GHz, utilizadas com tecnologia 2G, 3G e 4G.

Como comentamos no Tecnocast sobre 5G, o acesso FWA também pode ser importante nas cidades: existem diversos prédios e residências onde a tubulação existente está obstruída ou até mesmo inexistente, o que atrapalha a chegada de fibra óptica. Caso o 5G como banda larga fixa realmente entregue bons resultados, o custo de instalação diminui consideravelmente, uma vez que o próprio usuário conseguiria comprar o modem e ativá-lo sem a necessidade de um técnico.

Upgrade na rede de fibra óptica

A Oi também deve lançar no primeiro semestre de 2020 a rede FTTH com XGS-PON. A tecnologia suporta velocidades quatro vezes maiores que o então utilizado GPON, chegando a 10 gigabits por segundo de banda simétrica. A operadora não falou, no entanto, se os planos residenciais terão melhoria na velocidade de envio: atualmente, o plano de 200 Mb/s entrega apenas 15 Mb/s de upload.

A operadora segue com plano estratégico que prevê expansão da banda larga fixa por fibra óptica para 16 milhões de residências até 2021.

Com informações: Teletime, Telesíntese

Oi pretende usar 5G para banda larga fixa

Uber testa tela colorida no app para que motorista encontre passageiro

A Uber está trazendo para o Brasil um recurso que facilita achar o passageiro: a ferramenta, chamada LED, ilumina a tela do celular do usuário com uma cor específica para que o motorista possa achá-lo. Isso está em fase de testes e pode ser útil após eventos, shows e festas, quando muitas pessoas costumam usar o aplicativo e chamar carros para o mesmo lugar.

É simples: após chamar um veículo, o aplicativo continuará mostrando os dados do motorista e o mapa com a estimativa de chegada. Mas, ao lado do campo de chat, você verá um novo botão colorido: toque nele e a tela do seu celular assume uma cor vibrante escolhida aleatoriamente. Então, o motorista recebe uma notificação para saber qual cor procurar.

Trata-se de algo opcional: é você quem decide se utiliza ou não o LED. Ele está sendo testado com alguns usuários nas cidades de Brasília, Recife, Salvador, Campinas e Vitória. Este recurso foi lançado nos EUA no ano passado.

Uber LED

“Sabemos que há situações em que a simples tarefa de encontrar o usuário se torna mais difícil para o motorista, como durante a saída de um grande evento, em que as pessoas ficam perdidas na multidão, ou numa rua com pouca iluminação à noite”, diz Guilherme Nazar, diretor de operações da Uber no Brasil, em comunicado. “Queremos testar se um recurso que já está nas mãos do usuário, o seu celular, pode ser útil nessas situações.”

Como se trata de um teste, a Uber pode não implementar o LED definitivamente. Talvez as pessoas tenham medo de mostrar o celular com medo de serem roubadas, por exemplo. Por mais que o recurso seja opcional, não valeria a pena mantê-lo para poucos usarem.

Uber oferece Beacon colorido para carros nos EUA

Eu gostaria que a Uber implementasse o Beacon no Brasil: trata-se de um dispositivo que se conecta via Bluetooth ao smartphone do motorista e brilha em uma cor específica. Dessa forma, o passageiro pode encontrá-lo com mais facilidade.

Por enquanto, o Beacon é oferecido somente para motoristas que estejam no nível Platina ou Diamante do programa de benefícios Uber Pro em quatro cidades dos EUA (Chicago, Denver, Las Vegas e Washington, DC). A empresa diz que planeja disponibilizá-lo em mais lugares.

Nos EUA, a Uber também está testando uma forma de agilizar o embarque de passageiros em aeroportos. O aplicativo exibe um código de seis dígitos que precisa ser informado a um dos motoristas já esperando na fila.

Com informações: Uber.

Uber testa tela colorida no app para que motorista encontre passageiro

Huawei Band 3: uma smartband que vai direto ao assunto

Fazer exercícios é preciso. Para quem leva esse lema a sério, mensurar a atividade física pode ser um ótimo jeito de se manter firme nessa missão. A Huawei Band 3 é uma smartband que aparece como opção para quem tem essa ideia em mente, mas não está disposto a pagar uma pequena fortuna por um smartwatch.

É claro que, por ser barata, essa pulseira tem uma quantidade bastante limitada de recursos. Mas o básico ela promete entregar, sem rodeios: medição de batimentos cardíacos, monitor de sono, contagem de passos e registros de atividades esportivas comuns (como corrida e natação) estão entre os principais recursos.

A questão é: a Huawei Band 3 funciona bem ou é o típico barato que cai caro? Eu usei o dispositivo por duas semanas e conto o que eu descobri nos próximos minutos.

Análise da Huawei Band 3 em vídeo

O que é legal na Huawei Band 3?

Como toda smartband tem que ser, a Huawei Band 3 é leve (pesa 24 g) e compacta. O efeito direto disso é que o visor acaba sendo minúsculo. Mesmo assim, ele agrada: o painel tem 0,95 polegada, mas traz uma resolução de 240×120 pixels que permite que as informações sejam exibidas com bastante nitidez.

Além disso, o display é do tipo AMOLED, o que garante boa visualização do conteúdo mesmo quando houver incidência direta de luz solar sobre o painel. O único porém é que você precisa fazer o ajuste de brilho manualmente, quando for o caso.

A tela é sensível a toques, até porque não há botões ou outras formas de controlar a pulseira. Às vezes, a resposta a determinado comando atrasa um pouco, mas isso não chega a atrapalhar.

Você pode “acordar” a Band 3 fazendo aquele movimento típico de levantar o braço para conferir as horas ou simplesmente passando o dedo sobre o sensor logo abaixo do visor.

Huawei Band 3

A pulseira é compatível com celulares Android e iPhone. Tudo o que você precisa fazer para iniciar a sincronização com o smartphone é procurar o aplicativo Huawei Health na Google Play Store ou App Store e seguir a orientação do dispositivo para fazer o pareamento — você vai precisar criar uma Huawei ID, mas isso é rápido.

O processo é simples e imprescindível. Sem sincronização, você não vai ter acesso às estatísticas completas das suas atividades. Além disso, é pelo Huawei Health que eventuais atualizações de softwares são instaladas — foi graças a um update que a Huawei Band 3 testada no review passou a funcionar em português.

As funções do gadget são estas: contar passos diários, medir frequência cardíaca, monitorar sono e mensurar treinos, que podem ser corrida ao ar livre, corrida em lugar fechado (esteira), caminhada, bicicleta ergométrica, natação (a pulseira é resistente à água em profundidades de até 50 m) e atividade aeróbica.

Huawei Band 3

Os resultados dessas medições não apresentaram distorções. A Band 3 detectou com alguma precisão as atividades de caminhada e corrida que eu executei, as estimativas de distância percorridas foram certeiras, os batimentos cardíacos praticamente bateram com as medições manuais que eu fiz e o monitoramento de sono me pareceu coerente.

Entre as funções adicionais, está a de mensagens. No Huawei Health, você pode configurar a Band 3 para emitir notificações vindas de praticamente qualquer aplicativo instalado em seu smartphone. Nos meus testes, essa função funcionou perfeitamente para alertar sobre novas mensagens no Gmail (mas não dá para respondê-las por ali).

Uma função legal (ou inconveniente, dependendo de quão bom estiver sendo o seu dia) são as notificações automáticas: após algum tempo sem registro de atividade, o dispositivo vibra para te lembrar que você deve fazer exercícios.

Huawei Band 3

Sensores para batimentos cardíacos

Entre as funções complementares estão temporizador, cronômetro e a “encontrar telefone” que, como o nome sugere, faz seu smartphone tocar para que você possa localizá-lo.

Também dá para usar a Huawei Band 3 como despertador (o gadget vibra, já que não emite som), mas essa função só pode ser configurada via Huawei Health.

Huawei Band 3

Ah, a fabricante chinesa fala em bateria com autonomia de até 12 dias. Não é exagero. A duração vai depender dos recursos ativados (o monitoramento automático da frequência cardíaca vai consumir mais energia, por exemplo), mas eu só precisei recarregar a pulseira lá pelo décimo dia de uso.

Para quem faz uso muito frequente do gadget, dá para esperar não mais que uma recarga por uma semana.

E o que não é legal?

É curioso que as partes negativas da Huawei Band 3 estão mais relacionadas ao aplicativo Huawei Health do que ao dispositivo em si. Neste, a única característica negativa que me incomodou é a disponibilidade de apenas três mostradores, mas esse é um detalhe tão pequeno que talvez seja exagero dar bola para isso.

GPS é um recurso que também faz falta, mas essa é uma característica que a Huawei inclui em uma pulseira mais avançada, a Band 3 Pro.

Sobra mesmo para o app. Na verdade, o Huawei Health é bastante funcional. Ele é capaz de fornecer estatísticas de fácil compreensão sobre suas atividades físicas, seu histórico de batimentos cardíacos, a qualidade do seu sono e assim por diante.

Mas alguns detalhes causam uma pontada de decepção. Para começar, há falhas de tradução. Poucas, mas há. O app exibe a palavra “etapas” no lugar de “passos” e, no relatório sobre sono, mostra avisos como “você só dormiu às 6 h 23 min ontem à noite” — o que ele quer dizer aí é que 6h23min foi o tempo total em que eu dormi.

 Huawei Band 3

Etapas, bicho

Até aí, dá para relevar. O que é imperdoável é a perda de dados. Em um dos dias em que eu dormi com a pulseira, ela registrou devidamente as minhas horas de sono. Porém, à tarde, eu dei um cochilo. Para o meu espanto, os dados desse cochilo acabaram sobrescrevendo as estatísticas de sono da noite anterior ou fizeram eles sumir de alguma forma.

Felizmente, esses são problemas que podem (e espero que sejam) corrigidos com atualizações de software.

Huawei Band 3

Monitoramento de sono

A Huawei Band 3 vale a pena?

Depende do que você espera de um dispositivo como esse. Para quem quer apenas manter uma rotina de exercícios físicos simples e acompanhar parâmetros de saúde sem muito detalhamento, certamente a Huawei Band 3 é uma boa opção.

Ela tem um visor que, apesar de diminuto, é legível, a pulseira é confortável, as medições me pareceram precisas (ou perto disso), a autonomia da bateria é decente e a interface é intuitiva.

Huawei Band 3

O preço também é um bom atrativo. A Huawei não lançou a Band 3 no Brasil, mas, via importação ou compra internacional, o valor fica na casa dos US$ 40 (dependendo da loja, até por menos). O fato de a Huawei ter anunciado recentemente a Band 4 deve fazer esse valor cair ainda mais.

Para quem estiver disposto a gastar um pouquinho mais, a dica é levar a Huawei Band 3 Pro. Esse modelo traz GPS, portanto, tem tudo para ser uma mão na roda para quem faz caminhadas ou corridas ao ar livre.

Especificações técnicas

  • Tela: AMOLED de 0,95 polegada e resolução de 240×120 pixels
  • Bateria: 100 mAh (até 12 dias de autonomia)
  • Conectividade: Bluetooth 4.2 LE
  • Dimensões: 45 mm (C) x 19 mm x (L) x 11 mm (E)
  • Peso: 24 g (incluindo a pulseira)
  • Sensores: acelerômetro, giroscópio, frequência cardíaca, infravermelho
  • Processador: Apollo 3
  • RAM: 384 KB
  • Armazenamento: 16 MB
  • Outros: certificado 5 ATM (resistência à água em até 50 m)

Huawei Band 3: uma smartband que vai direto ao assunto

Vídeo: unboxing, hands-on… tudo sobre os AirPods Pro!

Sim, eles já estão entre nós! 😃

A Apple anunciou anteontem, de surpresa, os AirPods Pro — a terceira geração dos seus fones de ouvido totalmente sem fio, mas que chega como um novo membro da “família AirPods”. Ou seja, o modelo de segunda geração continua à venda (nas duas versões, com e sem o estojo de recarga sem fio).

Agora que estou morando em Portugal, tive a oportunidade de fazer o pedido dos meus AirPods Pro online e já os recebi, aqui em casa, neste primeiro dia de disponibilidade mundial. Portanto aqui lhes trago, fresquinho do forno, nosso vídeo de unboxing e hands-on com o produto. Ficou longo, mas bem completão!

Resumidamente, os AirPods Pro vêm com um design um pouco diferente e um novo SIP (system-in-package) aliado a microfones interno e externo para viabilizar um avançado sistema de cancelamento ativo de ruídos, que também conta com um modo de transparência.

Como podem ver no vídeo, estamos estreando uma nova vinheta de abertura criada pelos amigos da Trust Filmes. 😊 Se curtir, não esqueça de dar um joinha lá no YouTube e compartilhar o vídeo com parentes/amigos!

Vale notar que a Apple Brasil já definiu o preço dos AirPods Pro (R$2.250), mas por ora eles estão indisponíveis para compra pois ainda precisam ser homologados pela Anatel — o que deverá acontecer nas próximas semanas. Estaremos, como sempre ligados.