Instagram volta a exibir número de likes para alguns usuários

O Instagram decidiu em julho testar uma mudança que escondia dos usuários o número de curtidas nas fotos. Agora, a rede social voltou atrás em seu experimento e passou a mostrar novamente os likes para alguns usuários no Brasil.

Antes que algumas pessoas fiquem animadas, vale ressaltar que a medida não é definitiva. Além disso, mesmo para quem está vendo o número de likes em fotos novamente, a informação não aparece em todos os posts.

Ao Tecnoblog, o Instagram afirma que a exibição do número de curtidas para alguns usuários faz parte de uma nova fase de testes na plataforma. A rede social levou em consideração o retorno recebido após o início do experimento.

“Ouvimos da nossa comunidade que o número de curtidas pode ser uma boa fonte para identificar tendências e grandes momentos culturais”, indica, em nota. “Por isso, iniciamos uma nova fase do teste para observar outras maneiras de exibir o número de curtidas e entender como isso afeta a experiência da comunidade do Instagram”.

Ainda não está claro qual o critério adotado pela plataforma para decidir quais fotos terão o número de curtidas revelado. Ao analisar alguns posts, o Canaltech concluiu que ele só aparece em posts com mais de mil curtidas.

Caso isso seja confirmado, o Instagram estaria em busca de uma solução de olho em perfis com grande alcance, como o de influenciadores. Em tese, com essas informações à mostra, os responsáveis pelos perfis teriam mais facilidade para conseguir acordos com empresas.

A volta do número de likes é um movimento oposto ao que o Instagram tem feito em âmbito global. Há poucos dias, a plataforma deixou de exibir curtidas em todo o mundo e chegou a tratar da possibilidade de criar ferramentas para influenciadores.

Instagram volta a exibir número de likes para alguns usuários

Notebook gamer Samsung Odyssey 2: um maquinão

A linha gamer da Samsung evoluiu. Pelo menos esse é o recado que a marca coreana tenta dar com o lançamento do Samsung Odyssey 2, notebook para jogos que chegou ao Brasil com três opções de configuração e preços sugeridos variando entre R$ 5.799 e R$ 8.999.

Este é o review da versão mais cara do Odyssey 2 (que também podemos chamar de Odyssey 2019): a NP850XBC-XG1BR, que traz processador Intel Core i7-9750H, 16 GB de RAM, GPU Nvidia GeForce RTX 2060, SSD de 512 GB, HD de 1 TB e tela full HD de 15,6 polegadas.

Essa ficha técnica é inegavelmente poderosa, mas é preciso que o equipamento tenha outros atributos para ser considerado um notebook gamer de respeito. Será que ele consegue? É o que você descobrirá a seguir.

Análise do Samsung Odyssey 2 em vídeo

Design e acabamento

A primeira coisa que você provavelmente vai reparar em seu primeiro contato com o Odyssey 2 é que ele tem acabamento robusto. Isso porque o modelo abandona o plástico que caracteriza o primeiro Samsung Odyssey e, no lugar, traz uma carcaça de metal.

Esse detalhe é importante porque o equipamento precisa ser resistente, afinal, ele não é dos mais leves (embora não seja tão pesado assim para um laptop gamer): nos deparamos com 2,5 kg aqui.

No design, o equipamento abusa de linhas retas e segue um estilo sóbrio que, na primeira olhada, pode até fazer o Odyssey 2 se passar por um notebook convencional.

Traços rebuscados e um monte de LEDs que fazem o produto lembrar uma nave espacial? Não tem e, pelo menos para mim, isso soma pontos: nunca fui fã dos visuais extravagantes que são tão comuns em várias linhas gamers.

Isso não quer dizer que o Odyssey 2 não tenha alguma excentricidade: em vez de branco ou azul claro, o teclado e o botão de liga / desliga trazem retroiluminação LED em vermelho. Mas não vai muito além disso.

O único detalhe que deixou um pouco desconfiado é o suporte da tela. Ela é composta por uma dobradiça única e larga, ao centro. O efeito visual é interessante, mas, em certo momento, tirei o notebook do meu colo e o que coloquei sobre uma mesa; ao fazer isso, a tela desceu um pouco, como se fosse pesada.

Depois disso, fiquei me perguntando se esse componente não irá se desgastar com o tempo. Tenho a leve impressão de que o tradicional suporte com duas dobradiças (uma em cada ponta) teria sido melhor aqui.

Esse símbolo acesso aí é o botão Power

Teclado, touchpad e portas

Nas primeiras horas de uso, achava as teclas pequenas demais para o tamanho do Odyssey 2. Mera questão de costume. Na verdade, elas têm dimensões normais. As teclas até poderiam ser mais maiores, mas aí a Samsung não conseguiria inserir o teclado numérico à direita.

O que mais importa é que as teclas são firmes, mas confortáveis, e têm bom tempo de resposta.

Como este é um notebook gamer, as teclas W, A, S e D trazem essas letras em vermelho. Essa também é a cor que a retroiluminação assume quando ativada.

Você pode ajustar o nível de intensidade dos LEDs no software Samsung Settings, mas não é possível mudar de cor — somente o botão liga / desliga pode assumir outras cores (azul quando na recarga em standby, verde para carga cheia, roxo para o Beast Mode).

Note que o teclado é ABNT2 (vem com ‘Ç’)

Já o touchpad não segue o visual descolado que a gente encontra no primeiro Odyssey, mas o que interessa aqui é que ele é grande e responde bem aos comandos. Repare também que o componente possui uma superfície com um efeito diferente, mas que é só estético, não afetando em nada a usabilidade.

Com relação às portas, eu esperava que o Samsung Odyssey 2 viesse com uma quantidade maior delas, mas as que encontramos aqui dão conta do recado: são duas porta USB 3.0 (padrão A) e a conexão para fones / microfone no lado direito; uma HDMI, outra USB 3.0, uma USB-C e uma Ethernet no esquerdo. Leitor para cartões? Tem não.

Tela e áudio

A tela do Samsung Odyssey 2019 é do tipo PLS LCD (uma especificação que lembra um painel IPS) e vem com 15,6 polegadas de tamanho, resolução de 1920×1080 pixels (full HD) e camada antirreflexiva.

Não menos importante: a versão testada aqui (NP850XBC-XG1BR) é a única da linha que trabalha com taxa de atualização de 144 Hz na tela, característica que proporciona maior sensação de fluidez na visualização do conteúdo. O G-Sync, tecnologia que sincroniza a taxa de atualização da tela com a GPU, também marca presença.

Com todos esses atributos, não tenha dúvida de que esse é um display que oferece ótima experiência em jogos, como tem que ser. De modo geral, as cores são vívidas, o brilho máximo é bastante intenso e a visualização sob ângulos variados resulta em pouca perda de tonalidade, até porque a camada antirreflexiva realmente cumpre o seu papel.

 

Em certos vídeos e jogos, eu achei que algumas cores eram mais saturadas do que o esperado, mas isso não aconteceu com frequência. De todo modo, o notebook vem com um recurso chamado Odyssey Mode que permite que você escolha a configuração de tela mais apropriada para cada tipo de jogo. O modo RPG, por exemplo, aplica um filtro de luz azul para deixar a visualização de jogos desse tipo mais confortável.

Talvez o único ponto negativo da tela fique para a resolução. É verdade que um painel full HD é suficiente para uma boa jogatina (é melhor ter mais frames por segundo do que pixels), mas se levarmos em conta o preço do laptop, seria interessante se o display tivesse resolução superior, talvez 2K.

Já o áudio não é dos mais altos e praticamente não tem graves. Por outro lado, o som proporcionado pelos dois alto-falantes na parte inferior do Odyssey 2 é bem claro e conta com um efeito tridimensional que garante a diversão com filmes, jogos e afins. Mas é lógico que a experiência sonora fica melhor com fones de ouvido, de preferência, dos bons.

Software

O Odyssey Mode que citei acima é uma das funções do Odyssey Control, um dos softwares que a Samsung adicionou ao Odyssey 2. Por ali, também é possível obter dados do desempenho do computador e acessar as capturas de tela feitas durante a jogatina. O sistema operacional é o Windows 10 Home.

Mas eu acho que a Samsung exagerou na quantidade de aplicativos. O Odyssey Controle é interessante, mas ele não vem sozinho: Samsung Flow, Samsung Notes, Samsung PC Cleaner, Samsung Recovery, Samsung Recorder Plus, Samsung Settings, entre outros. Poucos são realmente úteis.

Odyssey Control

E, sim, tem trial de antivírus aqui: o McAfee LifeSafe (para variar). Felizmente, não é nada que você não possa resolver com uma simples desinstalação.

Desempenho e bateria

Processador hexa-core Intel Core i7-9750H de 2,6 GHz (nona geração), 16 GB de memória DDR4, placa de vídeo Nvidia GeForce RTX 2060 com 6 GB de memória GDDR6, SSD NVMe de 512 GB e HD de 1 TB. Graças a essa humilde configuração, o Samsung Odyssey 2 fez bonito nos testes.

Em GTA V, nenhuma surpresa desagradável. A taxa de quadros ficou na casa dos 75 fps na maior parte do tempo, com as configurações gráficas no nível mais alto; em GTA IV, a média foi de 100 fps.

Grid 2 com os gráficos em nível “ultra” também rodou com desenvoltura. As taxas de frames oscilavam entre 160 e 170 fps na maior parte do tempo, só caindo para 150 nas cenas em que vários carros apareciam.

Como jogo mais recente, testei Forza Horizon 4. O desempenho também foi excelente aqui. Ao configurar o jogo para 144 fps e deixar os demais parâmetros gráficos no máximo, a taxa de frames ficou na faixa dos 85-95 fps a maior parte do tempo. O mínimo que eu vi aqui foi uma taxa de 75 fps em uma cena que mostrava vários veículos.

Para completar, o laptop traz o Beast Mode, que pode ser acessado via Odyssey Control (ou via teclas Fn mais F11) e aumenta a performance da máquina em até 15% ao direcionar quase todos os recursos gráficos e de processamento para o jogo. Não é que funciona? Em Forza Horizon 4, deu para notar um ganho de mais ou menos 10 fps com ele.

É claro que isso implica em mais aquecimento. A boa notícia é que o Odyssey lida bem com isso. Primeiro porque ele tem várias saídas de ar. Segundo porque o equipamento conta com um sistema de resfriamento chamado Jet Blade que é formado principalmente por duas ventoinhas poderosas.

Elas controlam bem a temperatura do equipamento — a GPU e o processador ficaram com média de 85 e 75 ºC, respectivamente, em Forza Horizon 4. O único porém é elas não são nada silenciosas.

O Samsung Odyssey 2 tem várias saídas de ar

Já a bateria tem 54 Wh e não empolga. Usando Chrome por cerca de uma hora, executando Netflix com brilho máximo na tela por duas horas e jogando por aproximadamente 45 minutos, vi a carga da bateria cair de 100% para 20%.

Como este é um laptop que prioriza jogos, não mobilidade, a duração da bateria não chega a ser um grande problema, afinal, o usuário provavelmente vai mantê-lo perto da tomada quase todo o tempo. Mas que seria bom ter um pouco mais de autonomia, seria.

O Samsung Odyssey 2 vale a pena?

Perfeito o Samsung Odyssey 2019 não é. Senti falta de mais portas (ou ao menos de um leitor de cartões de memória), acho que a tela da versão testada deveria ter resolução um pouco maior e a bateria é, no máximo, ok. Mas perceba que esses são meros detalhes, nada disso desabona o notebook.

Além disso, o equipamento tem acabamento robusto, teclado e touchpad confortáveis, um painel LCD de alto nível e um conjunto de hardware bastante equilibrado — a GPU GeForce RTX 2060 e o processador Core i7-9750H não são os chips mais avançados de suas categorias, mas têm poder de fogo para atender à maioria dos jogadores de plantão.

Também é legal notar a evolução que a linha gamer da Samsung vem tendo: o Odyssey 2 trouxe avanços consideráveis em relação ao seu antecessor e tem uma proposta muito mais consistente que a do Odyssey Z.

Só o preço continua servindo de balde de água fria. Custando R$ 8.999, o Odyssey 2 acaba sendo mais caro que o Lenovo Legion Y540, que tem ficha técnica similar (mas não vem com tela de 144 Hz) e preço sugerido de R$ 7.499, ou que o Dell G5 mais avançado, que também traz configuração parecida, mas preço oficial de R$ 8.839 (ok, aqui a diferença é mínima).

Em compensação, dos três, o Odyssey 2 parece ser o modelo mais equilibrado, por isso, quem optar por ele irá judiar do bolso (a não ser que consiga uma boa promoção), mesmo assim, não estará fazendo um negócio ruim.

Especificações técnicas

  • Tela: PLS LCD de 15,6 polegadas, antirreflexo, resolução full HD (1920×1080 pixels), frequência de até 144 Hz, G-Sync
  • GPU: Nvidia GeForce RTX 2060 com 6 GB de GDDR6
  • Processador: Hexa-core Intel Core i7-9750H de 2,6 GHz
  • RAM: 16 GB de DDR4 (expansível até 32 GB)
  • Armazenamento: HD de 1 TB (5.400 rpm) e SSD NVMe de 512 GB (existe um slot M.2 adicional para expansão)
  • Bateria: 54 Wh
  • Conectividade: Bluetooth, Wi-Fi 802.11ac, Ethernet (1), USB-C (1), USB 3.0 padrão A (3), HDMI 2.0 (1), conector para fones e microfone
  • Outros: teclado com retroiluminação LED e teclas numéricas, alto-falante duplo com Dolby Atmos, webcam de 720p, sistema de resfriamento Jet Blade
  • Dimensões e peso: 358 (L) x 271 (P) x 19,9 (A) mm; 2,5 kg
  • Sistema operacional: Windows 10 Home

Notebook gamer Samsung Odyssey 2: um maquinão

Leilão da Receita tem iPhone a partir de R$ 800, PS4, MacBook e câmeras

O que acontece com as mercadorias apreendidas no Aeroporto Internacional de Guarulhos, o maior do Brasil em movimentação de passageiros? Elas vão parar em leilões da Receita Federal como o que está ocorrendo agora: são 210 lotes, todos abertos para participação de pessoa física, incluindo iPhones, iPads, MacBooks, AirPods e algumas unidades do PlayStation 4, além de câmeras da GoPro, Nikon e Canon.

Lote 201: Apple TV HD (2015) e Apple Thunderbolt Display 27; lance inicial de R$ 1.500

O leilão do aeroporto de Guarulhos oferece o iPhone 7 e iPhone 7 Plus por lance inicial de R$ 800. Também há uma série de lotes do iPhone XS Max de 256 GB por R$ 2.000; o modelo de 512 GB começa em R$ 2.500.

A Receita está leiloando várias unidades do iPad Pro de 12,9 polegadas (2015) com lance inicial de R$ 1.500; e diversos lotes com o MacBook de 12 polegadas começando em R$ 3.000, além do MacBook Pro e MacBook Air.

No geral, os lotes combinam um ou mais produtos da Apple: MacBook com iPhone, iPad com caixa de som, iPhone com fones de ouvido AirPods, e assim por diante. Há diversas combinações com iPhone e Apple Watch, o que faz sentido (o relógio só funciona com celulares da Apple); e até um kit com Apple TV e monitor Thunderbolt Display.

Você também encontrará câmeras como a Nikon D7200, Nikon D810, Canon EOS C300 Mark II e Sony Alpha a7R II; além de lotes combinando um iPhone com a câmera de ação GoPro Hero 6 Black.

O leilão receberá propostas até a próxima segunda-feira (2) às 20h (horário de Brasília). Quem arrematar as mercadorias deverá retirá-las pessoalmente na alfândega do aeroporto, localizada ao lado esquerdo do Terminal 1. Os detalhes estão neste link.

Leilão tem PS4 a partir de R$ 500 e câmeras

Estes são os lotes sem produtos da Apple nem câmeras:

  • Lotes 48, 49, 50 e 51: PlayStation 4; R$ 500
  • Lote 175: PlayStation 4; R$ 600
  • Lote 191: Garmin Forerunner 235; R$ 500

Estes são os lotes focados em câmeras:

  • Lote 12: câmera Leica (não especificada) e óculos de sol da Oakley; R$ 1.500
  • Lote 19: câmera Nikon D7200 com lente AF-S DX NIKKOR 55-300mm e óculos de sol da Tag Heuer; R$ 2.500
  • Lote 22: câmera Sony Alpha a7R II com lente; R$ 2.000
  • Lote 23: câmera Canon EOS C300 Mark II com acessórios; R$ 13.000
  • Lote 24: câmera Nikon D810 com lente; R$ 6.000
  • Lote 61: câmera Nikon D810 com lente; R$ 5.000
  • Lote 62: câmera Nikon D810 (apenas corpo); R$ 1.500
  • Lote 63: câmera Canon EOS 6D com lente; R$ 3.500

Leilão da Receita tem iPhone, iPad, MacBook e Apple Watch

E estes são os lotes com produtos da Apple que encontramos no leilão:

  • Lote 1: MacBook Pro de 15 polegadas (A1398) e iPhone X; R$ 5.000
  • Lote 2: MacBook Air (A1465) e iPhone 8; R$ 3.000
  • Lote 3: MacBook de 12 polegadas (A1534) e iPhone X; R$ 4.000
  • Lote 4: iPhone X, AirPods de primeira geração e Apple Watch Series 4 GPS de 44 mm; R$ 2.000
  • Lote 5: iPad Pro de 12,9 polegadas (2015) Wi-Fi de 32 GB e Bose Soundlink Mini; R$ 2.500
  • Lote 6: iPad Pro de 12,9 polegadas (2015) Wi-Fi de 32 GB, iPhone 6S e Magic Keyboard; R$ 2.500
  • Lote 7: iPad Pro de 12,9 polegadas (2015) Wi-Fi de 32 GB e MacBook de 12 polegadas (A1534); R$ 4.500
  • Lote 8: MacBook de 12 polegadas (A1534) e iPhone 7 Plus; R$ 4.000
  • Lote 9: iPhone 7 e Apple Watch Series 2; R$ 1.000
  • Lote 10: iPhone 7 e Apple Watch Series 4; R$ 1.000
  • Lote 11: iPhone 7 e Apple Watch Series 3; R$ 1.000
  • Lotes 13, 14, 15, 18, 20, 21 e 52: MacBook de 12 polegadas (A1534); R$ 3.000
  • Lote 16: iPhone 7; R$ 800
  • Lote 17: iPhone 7 Plus; R$ 800
  • Lote 25: MacBook Pro (A1708); R$ 4.000
  • Lote 26: MacBook Air de 13 polegadas (A1466) e fone de ouvido LG Tone Infinim; R$ 2.500
  • Lotes 27, 28 e 34 e 35: iPhone XS Max e AirPods de primeira geração; R$ 3.500
  • Lotes 29 e 31: iPhone XS Max e Apple Watch (modelo não especificado); R$ 2.500
  • Lote 30: iPhone 8 e fones de ouvido Skullcandy Crusher; R$ 2.000
  • Lote 32: iPhone XS e Apple Watch (modelo não especificado); R$ 2.500
  • Lote 33: iPhone XS Max de 512 GB; R$ 2.500
  • Lote 36, 37, 38, 39 e 40: iPhone XS Max de 256 GB; R$ 2.000
  • Lote 41: MacBook Pro de 13 polegadas (A1989); R$ 4.000
  • Lote 42: iPhone XR e caixa de som Bose Soundlink Mini; R$ 1.200
  • Lotes 43, 44, 45, 46 e 47: iPhone XR e câmera de ação GoPro Hero 6 Black; R$ 1.500
  • Lote 53: MacBook Pro de 13 polegadas (A1502); R$ 4.000
  • Lote 54: iPad Pro de 12,9 polegadas (2015) Wi-Fi + Cellular de 128 GB e Apple Pencil de primeira geração; R$ 2.500
  • Lote 55: iPad Pro de 12,9 polegadas (2015) Wi-Fi + Cellular de 128 GB e Apple Magic Keyboard; R$ 2.000
  • Lotes 56, 57, 58, 59 e 60: iPad Pro de 12,9 polegadas (2015) Wi-Fi de 32 GB; R$ 1.500
  • Lote 64, 65, 66, 67, 68, 69, 70 e 71: iPad de 6ª geração Wi-Fi + Cellular; R$ 800
  • Lote 72: iPhone 8 e Apple AirPods; R$ 1.500
  • Lote 73, 74, 75 e 76: iPhone 7 Plus; R$ 800
  • Lote 76: iPhone XS Max; R$ 3.000
  • Lote 190: iPhone X; R$ 2.000
  • Lote 201: Apple TV HD (2015) e Apple Thunderbolt Display 27; R$ 1.500

Leilão da Receita tem iPhone a partir de R$ 800, PS4, MacBook e câmeras

Dois celulares Xiaomi Redmi Note pegaram fogo com intervalo de dias

Com o perdão do trocadilho, os últimos dias têm sido explosivos para a Xiaomi: na semana passada, o dono de um Redmi Note 7S relatou que o aparelho pegou fogo; agora, outro relato do tipo veio à tona, este envolvendo um Redmi Note 7 Pro.

Redmi Note 7 Pro incendiado

O caso mais recente aconteceu na China. Song Yujie reportou no último dia 27 que o Redmi Note 7 Pro que ele havia comprado em julho para presentear o seu pai pegou fogo durante o uso, espontaneamente. Apesar de reportado só agora, o incidente teria acontecido em 29 de outubro.

De acordo com o relato, o pai de Yujie assistia a vídeos no celular e acabou adormecendo. Pouco tempo depois, ele acordou sentido cheiro de queimado. Foi então que o senhor percebeu que o fogo vinha de seu smartphone.

Felizmente, ninguém ficou ferido. A má notícia é que dificilmente Song Yujie conseguirá trocar o Redmi Note 7 Pro queimado por uma unidade nova ou receber reembolso: procurada, a Xiaomi informou que o incêndio foi causado por motivos externos e não por um problema relacionado à qualidade do aparelho, situação que invalida a garantia.

Quais seriam os tais motivos externos? Até o momento, eles não foram explicados. A única informação disponibilizada é a de que o smartphone estava sobre uma colcha no momento do incêndio.

Coincidência ou não, o primeiro caso também teve uma resposta “fria” por parte da Xiaomi: o indiano Chavhan Ishwar relatou no Facebook que, no começo de novembro, o seu Redmi Note 7S pegou fogo enquanto estava ocioso sobre a sua mesa de trabalho.

O Redmi Note 7S que pegou fogo

Ishwar decidiu tornar o caso público após entrar duas vezes em contato com a Xiaomi e receber respostas negativas sobre a troca do dispositivo. Quando questionada pela imprensa sobre a decisão, a companhia respondeu que, após análise, concluiu que o incêndio foi causado por uso incorreto do aparelho.

Apesar de esses incidentes chamarem atenção, não há motivo para alarde, a não ser que mais casos comecem a ser reportados. Frente ao número de smartphones que a Xiaomi vende — foram 32 milhões só no último trimestre —, esses são episódios isolados que, como tal, não são suficientes para indicar que a linha Redmi Note 7 tem algum problema de projeto ou fabricação.

Com informações: Gizmochina.

Dois celulares Xiaomi Redmi Note pegaram fogo com intervalo de dias

Os maiores descontos em celulares da Black Friday [Samsung, Motorola, Xiaomi e iPhone]

É Black Friday e desconfiar dos preços, pelo menos no Brasil, é o primeiro passo para não ser enganado e cair na Black Fraude. Como alguns lojistas praticam vendas pela “metade do dobro” — quando valores sobem, propositalmente, dias antes, para baixarem na sexta-feira — comparar os preços de antes e depois é fundamental. 

Para ajudar você a não cair em ofertas fake o Zoom destacou smartphones com os maiores descontos na Black Friday da Samsung, da Motorola, da Xiaomi e da Apple.

Vale notar que, como alguns e-commerces são marketplaces, incluem nos produtos ofertados celulares usados, devidamente sinalizados nas listas com um (*). Fique atento na hora de comprar e avalie se, por este valor, vale a pena investir em algo usado.

Outra dica importante que você pode usar junto é o Assistente de Compras do Tecnoblog, que avisa quando o produto está no seu melhor preço dentro de 1 ano.

O que você vai acompanhar, logo abaixo, segundo dados do Zoom:

  • Os celulares mais buscados no Zoom na Black Friday
  • Maiores descontos em smartphones da Samsung na Black Friday
  • Maiores descontos em smartphones da Motorola na Black Friday
  • Maiores descontos em smartphones da Apple na Black Friday 
  • Maiores descontos em smartphones da Xiaomi na Black Friday 

A tabela também traz um índice de variação dos preços; cujo cálculo é o maior preço ÷ menor preço. Para verificação, basta somar menor valor + a variação = o maior preço.

Portanto, ao ver aparelhos cuja de preço variação é muito grande, ligue o sinal de alerta.

Já o índice de desconto diz respeito ao menor preço registrado na Black Friday pelo Zoom, comparado ao menor preço praticado nos últimos 40 dias, segundo o Zoom.

Lembrando que os preços podem sofrer novas alterações já que a busca é dinâmica no Zoom.com.br e acompanha a variação de preços dos próprios varejistas. O link no nomes dos produtos leva para os reviews do Tecnoblog e nossas impressões sobre eles.

 Os celulares mais buscados no Zoom na Black Friday

  Modelo Menor Preço Maior Preço Variação
Samsung Galaxy A50 – Android 9.0 (Pie) R$ 1.099,00 R$ 2.099,00 90,99%
Xiaomi Redmi Note 8 64GB – Android 9.0 (Pie) R$ 986,90 R$ 2.000,00 102,65%
Samsung Galaxy A20 – Android 9.0 (Pie) R$ 620,91 R$ 1.458,56 134,91%
Samsung Galaxy A30 – Android 9.0 (Pie) R$ 899,10 R$ 2.000,00 122,44%
Xiaomi Mi A3 64GB – Android 9.0 (Pie) R$ 887,30 R$ 1.929,90 117,50%
Samsung Galaxy M20 – Android 9.0 (Pie) R$ 699,00 R$ 1.540,88 120,44%
Samsung Galaxy A10 – Android 9.0 (Pie) R$ 530,91 R$ 1.199,00 125,84%
Motorola Moto G G8 Plus – Android 9.0 (Pie) R$ 1.407,12 R$ 1.887,78 34,16%
Xiaomi Redmi 8A 32GB – Android 9.0 (Pie) R$ 581,20 R$ 801,05 37,83%
10º Samsung Galaxy S9 Plus – Android 8.0 (Oreo) R$ 1.998,99 R$ 4.899,00 145,07%

Maiores descontos em celulares Samsung na Black Friday

  Modelo Menor Preço Maior Preço Variação Desconto
Samsung Galaxy S7 *Usado* Android 6.0 R$638,10 R$759,00 18,95% 15%
Samsung Galaxy A20 Android 9.0 (Pie) R$620,91 R$1.755,52 182,73% 11%
Samsung Galaxy A10 Android 9.0 (Pie) R$530,91 R$1.899,05 257,70% 11%
Samsung Galaxy J7 *Usado* Android 5.1  R$350,10 R$459,00 31,11% 11%
Samsung Galaxy Note 9 *Usado* Android 8.1  R$1.727,10 R$2.259,00 30,80% 11%
Samsung Galaxy S8 Plus *Usado* Android 7.0  R$1.187,10 R$1.549,00 30,49% 10%
Samsung Galaxy A7 Android 5.1 (Lollipop) R$923,28 R$2.299,00 149% 10%
Samsung Galaxy J7 Prime *Usado* Android 6.0 R$494,10 R$609,00 23,25% 5%
Samsung Galaxy A30s Android 9.0 (Pie) R$1.259,51 R$1.649,90 31% 5%
10º Samsung Galaxy A6 Plus *Usado* Android 8.0  R$755,10 R$839,00 11,11% 5%
11º Samsung Galaxy Note 10 Android 9.0 (Pie) R$3.199,00 R$5.514,70 72,39% 4%
12º Samsung Galaxy A50 Chips Android 9.0 (Pie) R$1.115,30 R$3.000,00 168,99% 4%
13º Samsung Galaxy A20s Android 9.0 (Pie) R$1.127,03 R$1.357,03 20,40% 4%
14º Samsung Galaxy J7 Pro Android 7.0 (Nougat) R$1.129,00 R$1.999,99 77,15% 3%
15º Samsung Galaxy A10s Android 9.0 (Pie) R$889,00 R$1.149,90 29,35% 1%

Maiores descontos em celulares Motorola na Black Friday

  Produto Menor Preço Maior Preço Variação Desconto
Motorola Moto E E6 Play
Android 9.0 (Pie)
R$499,00 R$899,00 80% 19,00%
Motorola Motorola One Macro Android 9.0 (Pie) R$999,00 R$1.999,00 100% 8,00%
Motorola Moto G G5S
*Usado* Android 7.1 (Nougat)
R$395,10 R$469,00 19% 6,00%
Motorola Moto G G5 *Usado* Android 7.0 (Nougat) R$359,10 R$439,00 22% 5,00%
Motorola Moto E6 Plus
Android 9.0 (Pie)
R$579,00 R$1.020,90 76% 5,00%
Motorola Moto G 3ª Geração *Usado* Android 5.1 (Lollipop) R$278,10 R$319,00 15% 3,00%
Motorola Moto G G8 Play
Chips Android 9.0 (Pie)
R$850,90 R$1.599,99 88% 3,00%
Motorola Moto G G7 Play
Chips Android 9.0 (Pie)
R$569,05 R$1.999,00 251% 3,00%
Motorola Moto G G4 DTV *Usado* Android 6.0 (Marshmallow) R$287,10 R$329,00 15% 3,00%
10º Motorola Moto E E4 Plus
Android 7.1 (Nougat)
R$521,10 R$1.010,24 94% 3,00%

Maiores descontos em celulares da Apple na Black Friday

  Modelo Menor Preço Maior Preço Variação Desconto
iPhone XS 256GB – iOS 12 R$ 4.799,00 R$ 8.799,00 83,4% 6%
iPhone XS Max 256GB – iOS 12 R$ 5.299,00 R$ 9.679,99 82,7% 5%
iPhone 8 Plus 256GB – iOS 11 R$ 2974,15 R$ 5999,90 101,7% 5%
iPhone XS 512GB – iOS 12 R$ 4949,10 R$ 9299,00 87,9% 3%
iPhone XR Vermelho 64GB – iOS 12 R$ 2998,96 R$ 5199,00 73,4% 2%
iPhone 11 Pro 64GB – iOS 13 R$ 5999,00 R$ 9799,00 63,3%
iPhone 8 128GB – iOS 11 R$ 2463,12 R$ 3799,99 54,3%
iPhone XS Max 512GB – iOS 12 R$ 5499 R$ 9999,00 81,8%
10º iPhone 8 64GB –  iOS 11 R$ 1999,05 R$ 4647,20 132,5%

Maiores descontos em smartphones Xiaomi na Black Friday

  Modelo Menor Preço Maior Preço Variação Desconto
Xiaomi Redmi Note 8 128GB – Android 9.0  R$1.167,55 R$1.453,95 24,5% 2%
Xiaomi Mi Mix 3 128GB – Android 9.0  R$2.165,07 R$2.844,00 31,4% 1%
Xiaomi Mi 9T 128GB
– Android 9.0 (Pie)
R$1.775,55 R$3.626,52 104,2% 1%
Xiaomi Redmi 5 Plus 32GB – Android 7.1 R$799,00 R$1.299,00 62,6%
Xiaomi Redmi 8 64GB – Android 9.0 (Pie) R$836,22 R$1.149,00 37,4%
Xiaomi Redmi Note 5 Dual 32GB – Android 8.0 R$797,90 R$1.149,00 44%
Xiaomi Redmi 7 64GB – Android 9.0 (Pie) R$806,55 R$2.869,95 255,8%
Xiaomi Mi 8 64GB – Android 8.1 (Oreo) R$1.599,00 R$2.799,91 75,1%
Xiaomi Redmi Note 8 32GB – Android 9.0 R$1.069,01 R$1069,01 0%
10º Xiaomi Mi 9 SE 128GB – Android 9.0 (Pie) R$1.609,30 R$3.699,99 129,9%

 

Os maiores descontos em celulares da Black Friday [Samsung, Motorola, Xiaomi e iPhone]

STF discutirá Marco Civil da Internet em audiência pública

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve realizar em breve uma audiência pública para discutir o trecho do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) que exige uma ordem judicial para forçar a exclusão de conteúdos na internet. A medida está ligada a dois recursos extraordinários analisados na Corte.

Um deles tem como relator o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, e tinha julgamento previsto para a próxima quarta-feira (4). O assunto, no entanto, foi removido da pauta por Toffoli, que decidiu convocar a audiência pública para debater o assunto.

A discussão acontece em torno da constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet. O trecho determina que provedores de aplicações de internet, como redes sociais, só podem ser punidos por causarem danos a terceiros se descumprirem decisões judiciais.

Segundo o Marco Civil da Internet, o provedor será responsabilizado “se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente”.

Por que o STF discute o Marco Civil da Internet?

O recurso analisado por Dias Toffoli se refere a um pedido de exclusão de perfil falso no Facebook. Uma mulher acionou a Justiça para exigir que a rede social apagasse um perfil criado por terceiros com o seu nome e a indenizasse por danos morais.

A decisão de primeira instância determinou a exclusão da conta, mas não autorizou a indenização com base no artigo 19 do Marco Civil da Internet. A mulher recorreu e, em segunda instância, recebeu uma decisão favorável. A Justiça entendeu que a indenização era necessária porque a exclusão do perfil já indicava a responsabilidade do Facebook no caso.

Em seguida, foi a vez do Facebook recorrer, agora ao STF. O ponto em questão é se o chamado provedor de aplicações de internet pode ser responsabilizado por material publicado por outras pessoas, mesmo se cumprir ordens judiciais que determinem a exclusão do conteúdo.

Outro recurso semelhante tem a relatoria do vice-presidente do STF, ministro Luiz Fux, e também seria julgado na quarta-feira. Ele foi retirado da pauta e Fux participará com Toffoli da audiência pública a ser realizada pela Corte.

Carta ao Supremo

Em meio às discussões, entidades da sociedade civil, como Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS Rio) e Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação da Fundação Getúlio Vargas (CEPI/FGV Direito SP), enviaram uma carta ao STF pedindo que o artigo 19 siga valendo.

O grupo argumenta que isso ajudaria a manter a liberdade de expressão na internet e evitaria uma insegurança jurídica no Brasil. Na carta, eles afirmam que, antes do Marco Civil da Internet, “os tribunais brasileiros decidiam das formas mais diferentes, ora fazendo o provedor responsável só porque o conteúdo foi exibido, ora porque não se atendeu a uma notificação privada”.

“Voltar ao regime que vigorava antes de 2014 é lançar o Brasil em um cenário de insegurança jurídica, alimentando os incentivos para que os provedores passem a remover conteúdos assim que recebam qualquer reclamação”, indica o texo. “O risco aqui é a criação de uma Internet menos plural, em que qualquer comentário crítico seria removido por receio de responsabilização”.

Com informações: UOL, Conjur.

STF discutirá Marco Civil da Internet em audiência pública

Correios: clientes do Compra Fora importaram R$ 1,6 milhão dos EUA em 2019

Os Correios divulgaram algumas estatísticas sobre o Compra Fora, serviço de redirecionamento que permite comprar nos EUA com endereço local e entrega no Brasil. Desde seu lançamento em janeiro de 2019, ele movimentou mais de R$ 1,6 milhão em importações — e esse valor deve aumentar com a Black Friday.

O Compra Fora tem 35 mil usuários cadastrados e foi lançado pelos Correios em parceria com a Visa. Ele concorre com serviços como Shipito, Box4World, Envios Diretos, Fishisfast e UsCloser.

O diferencial do Compra Fora, segundos os Correios, é cuidar de todos os trâmites: a empresa preenche a declaração aduaneira para a Receita Federal, faz o pagamento do imposto de importação e, claro, cobra a taxa de R$ 15 de despacho postal.

Além disso, é possível fazer compras em vários sites e pedir que as mercadorias sejam enviadas juntas. Essa junção é paga, e o custo é informado antes de confirmar o pedido. Os Correios dizem que isso pode reduzir o valor do frete em até 50%.

Correios Compra Fora tem calculadora de importação

Valor estimado de um laptop da Razer pelo Compra Fora Correios

O serviço oferece uma calculadora — acesse aqui — que simula os custos totais de importação, incluindo frete nos EUA e no Brasil, taxa de manuseio, seguro, embalagem e despacho postal.

Você pode escolher entre entrega padrão, que tem prazo médio de 7 dias úteis; ou entrega expressa em até 4 dias úteis. O endereço dos EUA é um armazém na Flórida, onde pacotes podem ser isentos ou ter desconto no imposto sobre compras dos EUA (sales tax).

Desde setembro, o Compra Fora exige que o cliente envie a nota fiscal (invoice) imediatamente após a realização da compra; antes, nem era necessário avisar os Correios.

A estatal lidera a importação de remessas internacionais: ela processa em torno de 300 mil objetos importados por dia, e esse volume pode crescer em 40% no final do ano. O governo iniciou os estudos para a privatização da empresa; rumores dizem que Amazon e Alibaba estão interessadas.

Correios: clientes do Compra Fora importaram R$ 1,6 milhão dos EUA em 2019