Chrome tem recurso de segurança que atrapalha softwares gratuitos

O Google tem um serviço batizado de Safe Browsing, usado por Chrome, Firefox e outros navegadores. Ele tem um ótimo propósito – impedir que usuários sejam vítimas de malware e phishing –, mas tem prejudicado desenvolvedores de softwares gratuitos.

Isso porque a solução exige um certificado de segurança para permitir que os softwares sejam baixados facilmente. Caso contrário, os navegadores passam a exibir avisos de que o arquivo pode levar riscos para o usuário.

A solução mais rápida é adquirir um certificado de assinatura de código, mas o valor costuma ser uma barreira para desenvolvedores de softwares gratuitos. Uma licença de dois anos, por exemplo, chega a custar US$ 1.400 (mais de R$ 5.600).

Além do aviso antes do download, os desenvolvedores sem o certificado também são alertados no Google Search Console, que ajuda a otimizar sites no buscador. A ferramenta informa que “detectou conteúdo prejudicial em algumas páginas do site” e classifica o arquivo como incomum.

Alerta do Google prejudica desenvolvedores de softwares gratuitos

Ela recomenda que o software seja removido imediatamente e explica que, enquanto isso não acontece, “navegadores como o Google Chrome exibirão um aviso quando os usuários visitarem ou baixarem determinados arquivos do seu site”.

Para piorar, os sites podem ser penalizados pelo Google em resultados de busca por abrigarem arquivos considerados suspeitos. O grande problema, de acordo com desenvolvedores, é a falta de transparência sobre como resolver a questão.

O Safe Browsing não informa quantos downloads um arquivo precisa ter para ser validado, nem quanto tempo um site pode ter um software incomum sem ser penalizado. Ao que parece, o Google precisará de um meio-termo para garantir segurança aos usuários sem dificultar a criação de softwares gratuitos.

Chrome tem recurso de segurança que atrapalha softwares gratuitos

Notebook Lenovo Ideapad S145: um basicão com poder de fogo

Ao procurar por notebooks convencionais neste finzinho de 2019 ou começo de 2020, você poderá se deparar com o Lenovo Ideapad S145, modelo de baixo custo que traz tela de 15,6 polegadas e corpo relativamente leve, com peso abaixo dos 2 kg.

Na verdade, o quesito custo varia conforme a versão escolhida. Os preços oficiais do Lenovo Ideapad S145 oscilam entre R$ 1.829 e R$ 3.899. Pois bem, este é o review da opção mais cara, a 81S9000EBR, que vem com processador Intel Core i7-8565U, GPU Nvidia GeForce MX110, 8 GB de RAM e SSD Intel 660p de 512 GB.

Será que vale a pena pagar quase R$ 4.000 por essa configuração? É o que você descobrirá a seguir.

Análise do Lenovo Ideapad S145 em vídeo

Design, acabamento e conectividade

De certa forma, o Ideapad S145 substitui o Lenovo Ideapad 330S, notebook lançado em 2018 no Brasil. Não por acaso, ambos os modelos são muito parecidos no design. Porém, o acabamento do Ideapad S145 é mais simples. A tampa de alumínio que caracteriza o Ideapad 330S, por exemplo, não marca presença aqui.

O Lenovo Ideapad S145 é todo de plástico

O Lenovo Ideapad S145 é todo de plástico

Além disso, o corpo do notebook é todo feito de plástico. Se fosse um plástico firme, tudo bem, mas este me pareceu frágil. Pelo menos essa caraterística contribui para deixar o computador leve (se considerarmos o tamanho dele): o Ideapad S145 pesa 1,85 kg.

Mas a pior parte está nas conexões. O laptop traz três portas USB convencionais (tipo A), duas das quais são USB 3.0 (no manual, essas portas são identificadas como USB 3.1 de 1ª geração; entenda o porquê aqui). Elas foram posicionadas na lateral esquerda, junto à conexão HDMI.

Mas nem uma portinha USB-C?

Mas nem uma portinha USB-C?

Eu esperava que a lateral direita trouxesse pelo menos uma porta USB, mas ali a gente encontra o leitor para cartões SD, a conexão para fones / microfone e um orifício para reset do equipamento.

Só? Só. Apesar de ser grande, o Ideapad S145 não conta com conexão Ethernet. Nem porta USB-C existe aqui, coisa que o Lenovo Ideapad 330S traz.

Lenovo Ideapad S145

Como você deve ter percebido, conectividade não é o ponto forte do modelo. Isso fica perceptível até na comunicação sem fio: o Lenovo Ideapad S145 vem com Wi-Fi 802.11ac, mas Bluetooth 4.2 em vez de uma versão mais atual.

Tela

O Ideapad S145 vem com tela de 15,6 polegadas do tipo TN LCD. É um painel que exibe cores realistas e tem brilho forte, mas que pode perder tonalidade facilmente de acordo com o ângulo de visualização. Acontece, por exemplo, de o preto assumir um aspecto esbranquiçado quando você olha para a tela sem estar de frente a ela.

Lenovo Ideapad S145 - tela

Apesar disso, o painel consegue oferecer boa experiência. Primeiro porque o tratamento antirreflexo ameniza o problema do ângulo de visão. Segundo porque o display tem resolução full HD (1920×1080 pixels), portanto, os elementos ficam mais bem definidos aqui.

Mas é preciso prestar atenção em um detalhe: o painel full HD só está disponível nas versões com processador Core i7 do Lenovo Ideapad S145. As demais opções trazem tela com resolução de 1366×768 pixels.

O Lenovo Ideapad S145 tem abertura de 180 graus na tela

O Lenovo Ideapad S145 tem abertura de 180 graus na tela (ou quase)

Teclado e touchpad

O teclado é praticamente o mesmo que aparece no Ideapad 330S. A única diferença visível é que, no Ideapad S145, o componente incorpora o botão de liga / desliga ali no canto superior direito.

Lenovo Ideapad S145 - liga / desliga

Por conta disso, repito o que eu disse no review do 330S: as teclas são confortáveis e não me pareceram moles demais, tampouco excessivamente rígidas. Note também a presença do teclado numérico. Ele fica meio exprimido, mas não deixa de ser prático — pena não existir uma tecla para ponto ali.

Mas o que faz falta mesmo no teclado é a retroiluminação. Sei que a ausência desse recurso é frequente entre notebooks básicos, no entanto, a unidade testada aqui é a versão mais cara do Ideapad S145. Pelo menos essa deveria ter teclas com LED.

Lenovo Ideapad S145 - teclado

Se o teclado é o mesmo da geração anterior, o touchpad parece ter mudado. E para pior. Por ser grande, ele pode ser alcançado facilmente com as mãos, mas a minha impressão é a de que os dedos aderem demais a ela.

Não é nada que prejudique o uso, mas, nas primeiras horas com o laptop, estranhei a execução de gestos: eu uso muito o movimento de deslizar dois dedos sobre o touchpad para fazer rolagem de tela, mas parecia que a minha mão ficada “enroscada” no componente.

Lenovo Ideapad S145 - touchpad

Felizmente, era uma questão de costume. Em pouco tempo eu já estava executando esse gesto normalmente. De qualquer forma, não consegui abandonar a sensação de que há touchpads mais interessantes por aí.

Desempenho, software e bateria

O Lenovo Ideapad S145 não impressionou em nada, até agora: com processador quad-core Intel Core i7-8565U de 1,8 GHz, GPU Nvidia GeForce MX110 com 2 GB de GDDR5 e 8 GB de memória DDR4 (expansíveis até 20 GB), o notebook se sai bem no desempenho.

Não notei nenhum tipo de gargalo ao deixar o Chrome com várias abas abertas, rodar o Google Earth Pro, editar imagens no Photoshop ou executar jogos simples, por exemplo.

Com relação a jogos pesados, bom, a GeForce MX110 não é uma GPU forte para games, mas ela garante o mínimo de diversão se você mantiver os gráficos em nível médio ou baixo. Foi assim que eu consegui rodar Forza Horizon 4 com média de 25 fps — não é grande coisa, mas certamente é um resultado melhor do que as versões que contam apenas com gráficos Intel UHD.

Sim, o notebook esquenta durante atividades pesadas, mas não a ponto de fritar os seus dedos. Também dá para perceber quando o sistema de ventilação está operando no máximo, mesmo assim, eu não diria que ele é muito barulhento.

A versão testada aqui é uma das poucas que traz SSD. Trata-se de uma unidade de 512 GB da linha Intel SSD 660p, que oferece leitura sequencial de até 1.500 MB/s (megabytes por segundo) e gravação sequencial de até 1.000 MB/s. Os resultados do teste chegaram perto desses números:

Lenovo Ideapad S145 - SSD

Na prática, o SSD faz o que tem fazer: o Windows 10 inicializa rapidamente quando o Ideapad S145 é ligado, os softwares abrem sem demora e o desempenho como um do computador melhora substancialmente.

E a autonomia? Bom, o Ideapad S145 traz bateria de duas células (35 Wh) enquanto o Ideapad 330S vem com uma unidade de três células (52,5 Wh). A diferença é perceptível: a duração do componente é de quatro horas, aproximadamente — o 330S dura até duas horas a mais.

Para avaliar a bateria, rodei duas horas de vídeo via Netflix com brilho máximo na tela, depois usei o Chrome durante uma hora com o Spotify tocando em segundo plano e finalizei com 15 minutos de Forza Horizon 4. Depois disso, a carga da bateria caiu de 100% para 17%. Para um notebook desse tamanho, a Lenovo poderia ter caprichado um pouco mais na autonomia.

Ah, sim: mais acima, eu mencionei o Windows 10. Vale dizer então que, no quesito software, o Ideapad S145 ganha pontos por quase não trazer perfumaria. Os únicos aplicativos próprios instalados de fábrica são o Lenovo Vantage, que dá acesso a recursos de suporte, e o Lenovo Utility, para configurações.

Lenovo Vantage

Ah, o McAfee LiveSafe também dá as caras aqui. Eu sei que é fácil removê-lo, mas eu sonho com o dia em que os laptops não trarão mais trial de antivírus.

Não me esqueci de avaliar o áudio. Assim como a maioria dos notebooks atuais, o Ideapad S145 conta com duas saídas de som debaixo dele. O volume não é dos mais altos, mas o áudio é claro e pode até distorcer, mas muito pouco.

Já a webcam é simples até demais, não passando de 0,3 megapixel. A imagem fica com definição tão comprometida aqui que a câmera acaba servindo apenas como quebra-galho.

Lenovo Ideapad S145

O Lenovo Ideapad S145 vale a pena?

Olha, a Lenovo não posiciona oficialmente o Ideapad S145 como o sucessor direto do Ideapad 330S no Brasil, mas podemos chegar a essa conclusão por duas razões: os dois modelos têm design similar e o Ideapad 330S não está mais à venda no site da companhia.

O problema é que, na comparação com o Ideapad 330S, o Ideapad S145 regrediu em alguns pontos: o modelo não vem com porta USB-C e a sua bateria tem capacidade reduzida, por exemplo.

Esses detalhes não fazem do Lenovo Ideapad S145 um notebook ruim. O teclado é confortável, a tela consegue entregar uma boa experiência e, acima de tudo, o desempenho é ótimo, pelo menos na versão testada (com chip Core i7-8565U).

Lenovo Ideapad S145

Só que, pelo preço oficial de R$ 3.899, o modelo deveria entregar um pouco mais. Pelo menos uma porta USB-C e LEDs no teclado deveriam fazer parte do pacote.

Por conta disso, o desfecho é este: para quem procura um notebook convencional para o dia a dia (estudo ou trabalho), mas que não quer correr o risco de ter problemas com o desempenho, o Ideapad S145 vale a pena, sim, desde que você consiga um bom desconto por ele.

Especificações técnicas

(Lenovo Ideapad S145 versão 81S9000EBR)

  • Processador: quad-core Intel Core i7-8565U de 1,8 GHz (máximo de 4.6 GHz);
  • Memória RAM: 8 GB de DDR4 de 2.400 MHz (4 GB soldados na placa-mãe + 4 GB em slot);
  • Armazenamento: SSD M.2 NVMe de 512 GB (com conexão SATA livre para expansão);
  • Chip gráfico: Nvidia GeForce MX110 com 2 GB de GDDR5;
  • Tela: TN LCD de 15,6 polegadas com 1920×1080 pixels e antirreflexo;
  • Conectividade: Wi-Fi 802.11ac, Bluetooth 4.2, 1 HDMI, 2 USB 3.0 padrão A, 1 USB 2.0 padrão A, fones de ouvido + microfone, leitor de cartão SD;
  • Bateria: duas células, 35 Wh;
  • Sistema operacional: Windows 10 Home (64 bits);
  • Webcam: 0,3 MP (VGA);
  • Teclado: Padrão brasileiro, com teclado numérico;
  • Dimensões (L x P x A): 362,2 x 251,5 x 19,9 mm;
  • Peso: 1,85 kg.

Notebook Lenovo Ideapad S145: um basicão com poder de fogo

Google testa recurso para você marcar filmes e séries que já assistiu

O Google começou a adicionar uma nova função para seu buscador e ela promete te ajudar a marcar os filmes e séries que você já assistiu. O recurso pode ser um alívio para a quantidade imensurável de séries que existem em tantos serviços de streaming.

A novidade ainda está limitada ao Google que abre dentro do aplicativo de buscas no Android e iOS, funcionando assim: se você faz uma busca por um filme ou série, receberá dois botões logo abaixo das primeiras linhas de resultado (que são de imagens do conteúdo) e que servem para marcar como assistido, além de criar uma lista de desejos.

A lista para assistir será sincronizada com todos os produtos que o Google tem atualmente, isso inclui alguns como as buscas na internet, Mapas e YouTube, já que filmes que podem ser comprados na Play Store também podem ser reproduzidos dentro do YouTube Filmes, que existe dentro do YouTube.

Dentro da lista lista ficarão as marcações exibidas com o poster do filme ou da série, em uma linha com todos os que foram marcados. Sempre que você fizer uma busca, o resultado te lembrará se você já assistiu ou se marcou para ver depois.

Este recurso ainda está sendo implementado aos poucos e eu não consegui testar por aqui em nenhum aparelho, seja um iPhone ou Android. Por enquanto a única parte interativa para filmes e séries, disponível no Brasil, é o marcador que indica se você curtiu ou não o que viu.

Com informações: 9to5Google.

Google testa recurso para você marcar filmes e séries que já assistiu

Facebook é multado em R$ 6,6 milhões no Brasil por caso Cambridge Analytica

O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou nesta segunda-feira (30) que multou o Facebook em R$ 6,6 milhões por conta do uso indevido de dados pela Cambridge Analytica. A decisão foi tomada após uma investigação iniciada em abril de 2018.

Na ocasião, o Facebook afirmou que o caso revelado por New York Times e The Observer afetara 87 milhões de pessoas. De acordo com a empresa, dados de 443 mil usuários no Brasil chegaram às mãos da consultoria Cambridge Analytica.

A multa foi aplicada especificamente pelo Departamento de Proteção de Defesa do Consumidor (DPDC) da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada à pasta da Justiça. Para o órgão, o Facebook falhou em oferecer proteção para os usuários.

O processo administrativo buscava confirmar se houve a violação de dados e se alguém obteve acesso às informações. O DPDC concluiu que os dados estavam, de fato, em posse indevida dos desenvolvedores do aplicativo thisisyourdigitallife para finalidades consideradas “no mínimo, questionáveis”.

O thisisyourdigitallife era um teste de personalidade no Facebook criado por Aleksandr Kogan, professor de psicologia da Universidade de Cambridge (que não tem relação com a Cambridge Analytica). A partir dele, os usuários poderiam conhecer mais sobre seus perfis psicológicos.

Para realizar o teste, porém , era preciso dar permissão para o aplicativo acessar dados como identidade, localização e curtidas. A autorização ainda dava acesso a dados de amigos com perfis públicos de pessoas que realizaram o questionário.

O teste foi realizado por “somente” 270 mil usuários, mas Kogan coletou 87 milhões de perfis devido à política da plataforma que permitia acesso às informações de amigos desses usuários. O DPDC afirma que, por conta disso, a empresa precisaria ser ainda mais cautelosa.

Em sua decisão, o órgão destacou que o Facebook deveria “ter um cuidado muito maior na gestão desses dados, uma vez que o modelo de consentimento adotado teve implicações relevantes para o número de pessoas com dados expostos”.

O DPDC apontou ainda que o Facebook não informou os usuários corretamente sobre as consequências de algumas decisões na rede social. O órgão se refere à configuração de privacidade padrão, que dava a aplicativos de terceiros acesso a dados de amigos.

Após a decisão do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Facebook poderá entrar com um recurso em até dez dias ou pagar o valor da multa em até 30 dias.

Facebook é multado em R$ 6,6 milhões no Brasil por caso Cambridge Analytica

Apple conversa com Anvisa para ativar eletrocardiograma do Apple Watch no Brasil

Tanto o Apple Watch Series 4 quanto o Series 5 têm um recurso de eletrocardiograma: eles podem analisar o ritmo dos seus batimentos do coração e identificar fibrilação atrial, um tipo de arritmia cardíaca. A funcionalidade não está habilitada em modelos vendidos no Brasil porque exige autorização de órgãos locais — mas isso pode estar prestes a mudar.

De acordo com o MacMagazine, a Anvisa confirmou que um encontro foi realizado no dia 6 de novembro entre o diretor-presidente William Dib e representantes da Apple. “Neste encontro, a companhia foi informada sobre os requisitos necessários para a regularização do ECG no país — há uma série de autorizações estaduais e/ou municipais necessárias antes da regularização nacional”, diz o site.

O encontro não garante que a Apple habilitará o eletrocardiograma do Apple Watch, mas é um primeiro passo para que o recurso seja ativado em modelos vendidos no Brasil. Atualmente, o ECG só funciona nos Estados Unidos, Canadá, Hong Kong, Singapura e alguns países da União Europeia. O bloqueio é pelo país de compra: se você adquiriu um modelo americano, por exemplo, conseguirá usar o ECG no Brasil.

Apple Watch - Eletrocardiograma (ECG)

O ECG registra os impulsos elétricos gerados pelo batimento do coração. O ideal é que o resultado da leitura do Apple Watch seja de ritmo sinusal, ou seja, que o coração bata em um ritmo uniforme. Já uma fibrilação atrial “significa que o coração está batendo com um ritmo irregular entre 50 e 120 bpm”, sendo essa a forma mais comum de arritmia cardíaca, explica a Apple.

Procurada pelo Tecnoblog, a Apple decidiu não comentar sobre o assunto, nem deu prazo para que o recurso de eletrocardiograma seja habilitado no Brasil. Mesmo depois de um pedido de regularização junto à Anvisa, a análise leva em média 60 dias para ser concluída.

Apple conversa com Anvisa para ativar eletrocardiograma do Apple Watch no Brasil

Google Pixel 4a pode chegar com furo na tela e entrada de fone

Imagens vazadas do que pode ser o Pixel 4a mostra que o smartphone terá tela que lembra bastante o Motorola One Vision e o Galaxy S10e. Além disso, rumores apontam para um recurso que estará presente no aparelho e que vem sendo negligenciado por diversas fabricantes do mundo todo: entrada para fone de ouvido.

As imagens apareceram no mundo pelas mãos do @OnLeaks, que vem acertando os palpites recentes – concorrência forte para o @evleaks. Nelas é possível notar que a tela utiliza um notch em forma de furo no display, quase que idêntico ao que a Motorola utilizou em alguns modelos da linha One e a Samsung com o Galaxy S10e – que colocou o furo do outro lado.

Boatos dizem que a tela do Pixel 4a tem algo entre 5,7 e 5,8 polegadas, o que seria 0,1 polegada extra quando comparado ao Pixel 3a. Se este detalhe for confirmado, certamente o corpo será menor, mesmo com a tela maior e a responsável por isso é a quase ausência das bordas – que também elimina o sensor de movimentos que foi lançado junto do Pixel 4.

O conjunto de câmera traseira continua com o visual de quadrado preto que esconde a única lente visível, o que pode ser sequência da ideia do Google que pessoas não curtem fotos em ultrawide (não concordo com isso não, Google).

Ah, claro, na foto aparece o furo da entrada para fones de ouvido. Ela sumiu dos aparelhos Pixel a partir do Pixel 2, mas estava presente no atual intermediário dos aparelhos desenvolvidos pelo próprio Google. O Pixel 3a foi anunciado em maio deste ano, então o Pixel 4a deve aparecer na mesma época, que é quando acontece o evento Google I/O para desenvolvedores.

Com informações: TechCrunch.

Google Pixel 4a pode chegar com furo na tela e entrada de fone

Série de comédia do Apple TV+ é renovada para 2ª temporada antes mesmo da estreia

Falamos aqui recentemente sobre “Mythic Quest: Raven’s Banquet”, primeira série propriamente de comédia do Apple TV+ (considerando que “Dickinson” é uma comédia dramática, pelo menos) que chegará à plataforma da Maçã no dia 7/2. Pois parece que a Apple está muito confiante na produção: de acordo com o Slanted, a série já foi renovada para uma segunda temporada.

Para quem não está acompanhando, “Mythic Quest: Raven’s Banquet” é uma criação de Rob McElhenney (visto acima) e Charlie Day (ambos de “It’s Always Sunny in Philadelphia”) que acompanhará um estúdio de videogames responsável pela criação e pela manutenção de um jogo extremamente popular.

McElhenney estrela como o diretor criativo do estúdio, e o elenco conta ainda com F. Murray Abraham (vencedor do Oscar por “Amadeus”), Danny PudiImani HakimCharlotte NicdaoDavid HornsbyAshly Burch e Jessie Ennis. A primeira temporada da série terá 9 episódios de 30 minutos cada — e, ao contrário de outras produções do Apple TV+, será disponibilizada inteiramente de uma vez só no dia 7/2.

Renovar séries para temporadas subsequentes antes da estreia parece ser, até o momento, a regra em Cupertino. “Dickinson”, “For All Mankind”, “The Morning Show”, “Servant” e “Little America” tiveram, todas, uma segunda temporada garantida antes da chegada da primeira. Claro, o Apple TV+ ainda está engatinhando e esse modelo de produção deverá mudar nos próximos anos, mas a atitude mostra que a Maçã está confiante em suas primeiras produções originais.

Novos vídeos

Enquanto as novidades de 2020 para o Apple TV+ não chegam, a Maçã continua alimentando o seu canal Apple TV, no YouTube, com conteúdos adicionais interessantes relacionados às séries já existentes. Recentemente, quatro vídeos do tipo foram adicionados — dois referentes à série infantil “Helpsters”, e outros dois referentes a “Dickinson”.

Vejam só:

Matt Berninger — The Long Words Song

Os Helpsters e Matt Berninger cantam uma curta cantiga sobre longas palavras.

Jason Mraz — In The Elevator

A música de elevador ganha uma maquiagem, graças aos Helpsters e a Jason Mraz.

Dickinson — Thoreau’s Cabin

O ator convidado John Mulaney fala sobre sua experiência interpretando o naturalista e escritor americano Henry David Thoreau. Seminu e cruel, Thoreau não supre as expectativas de Emily e profere frases de efeito que capturam perfeitamente sua natureza insuportável.

Dickinson — Past Meets Present

Nessa interpretação poética da vida de Emily Dickinson, a criadora Alena Smith demonstra que muitos dos problemas enfrentados por Dickinson no século XIX ainda valem para as mulheres de hoje. A estrela de “Dickinson”, Hailee Steinfeld, compartilha o quão orgulhosa ela é por trazer uma figura tão impactante para as telas.

·   •   ·

E aí, estão curtindo?

via AppleInsider