WhatsApp Payments será lançado este ano no Brasil e em mais países

O WhatsApp deverá permitir a transferência de dinheiro para usuários no Brasil, na Índia, no México e na Indonésia ainda este ano. A informação foi revelada por Mark Zuckerberg durante conferência com investidores sobre o resultado financeiro do quarto trimestre de 2019.

O executivo lembrou que o WhatsApp Payments é testado desde 2018 com 1 milhão de pessoas na Índia e afirmou que ele é bastante popular entre este grupo. “Estou realmente animado e espero que comece a ser implementado em vários países e tenhamos muito progresso nos próximos seis meses”.

A solução de pagamentos usará a estrutura do Facebook Pay, que permite enviar dinheiro no Messenger e no Marketplace. “Você só precisa inserir seu cartão de crédito uma vez e, em seguida, pode usá-lo [o WhatsApp Payments] para ter uma experiência de pagamento mais rápida nos outros aplicativos”.

Zuckerberg deixou claro que o recurso não tem relação com o Libra, criptomoeda administrada por um grupo de empresas, incluindo o Facebook. O WhatsApp Payments permitirá transferências com meios de pagamento convencionais e aproveitará sistemas já oferecidos pelos países.

Na Índia, por exemplo, a transferência é feita com a Unified Payments Interface (UPI), regulada pelo Banco da Reserva da Índia. Por aqui, o equivalente é o Sistema de Pagamentos Brasileiro, criado pelo Banco Central e outras instituições financeiras.

Os usuários poderão usar o aplicativo para fazer transferências para seus contatos e empresas que estão cadastradas no WhatsApp Business. “Você poderá enviar dinheiro com a rapidez e a facilidade de enviar uma foto”, anunciou Zuckerberg.

Com informações: Mobile Time.

WhatsApp Payments será lançado este ano no Brasil e em mais países

Parlamento Europeu ignora Apple e exige conector único até julho de 2020

A Apple vem reclamando, mas tudo indica que não será ouvida: em clima de impaciência, o Parlamentou Europeu determinou, nesta quinta-feira (30), que a Comissão Europeia apresente até o meio do ano regras para indústria adotar um padrão único de conector para carregadores de celulares e afins.

USB-C no LG G8S

Houve pouca resistência ao assunto. A resolução foi aprovada pela imensa maioria dos parlamentares: 582 votaram a favor, 40 se posicionaram contra a ideia e 37 se abstiveram. Isso significa que, muito provavelmente, smartphones, tablets e outros dispositivos comercializados na Europa finalmente serão equipados com um padrão único de conector.

Finalmente porque o assunto vem sendo discutido na região há mais de dez anos. Agora, o parlamento entende que a padronização não deve mais ser adiada por ser considerada urgente: o objetivo é diminuir o problema do lixo eletrônico.

No entendimento da União Europeia, a padronização deve facilitar a interoperabilidade entre dispositivos de diferentes marcas. Você poderá, por exemplo, aproveitar o carregador de um celular antigo caso perca o atual (coisa que muita gente já faz). Esse ciclo de reaproveitamento deve amenizar o descarte desse tipo de componente.

Para a indústria, a padronização não deve gerar grandes transtornos. Praticamente todos os fabricantes de dispositivos móveis já vêm adotando o USB-C, ainda que a conexão micro-USB continue comum no mercado.

A exceção é a Apple. A padronização forçará a companhia a abandonar a porta Lightning que equipa iPhones e iPads há alguns anos — até os fones Beats Solo Pro já contam com esse tipo de conexão.

Beats Solo Pro tem porta Lightning

É por isso que a Apple tem criticado o padrão único. Recentemente, a empresa declarou que a adoção da proposta limitará a inovação no setor e trará custos para o consumidor. “Mais de um bilhão de dispositivos Apple já foram produzidos com conector Lightning, além de um ecossistema inteiro de fabricantes de acessórios que usam o conector”, alega a companhia.

Pelo jeito, a argumentação não convenceu o Parlamento Europeu. Com a decisão de hoje, a Comissão Europeia tem até julho para apresentar regras específicas para o conector único de carregadores.

Com informações: TechCrunch.

Parlamento Europeu ignora Apple e exige conector único até julho de 2020

Netflix está prestes a superar TV paga no Brasil em número de clientes

O declínio da base de TV por assinatura no Brasil é notável: em dezembro de 2019, dados da Anatel registraram 15,9 milhões de assinantes da TV paga, enquanto a Netflix estaria quase alcançando a marca dos 15 milhões no país. Ou seja, o serviço de streaming deve ultrapassar em breve a Claro/NET, Sky, Oi e Vivo somadas.

O número foi obtido pelo site NaTelinha através de um funcionário da Netflix que pediu sigilo: a empresa estima que ultrapassará a barreira dos 15 milhões de contas ainda no primeiro trimestre de 2020; e que, até 2021, será maior que todas as operadoras de TV fechada no Brasil.

Além disso, um estudo interno da Netflix indica que o conteúdo do streaming impacta diretamente 50 milhões de brasileiros — afinal, várias pessoas dividem a mesma assinatura. A plataforma não revela o número de clientes no Brasil, mas garante que ultrapassou 10 milhões de contas.

Ou seja, ela já possui uma base maior do que qualquer operadora de TV paga no Brasil: a Claro/NET, líder do segmento, tinha 7,8 milhões de assinantes em dezembro de 2019.

Preço acessível do streaming faz clientes deixarem TV paga

A migração da TV paga para os serviços de streaming é óbvia: enquanto as operadoras costumam cobrar centenas de reais por planos com canais lineares, as plataformas na internet começam em R$ 9,90 mensais (caso do Amazon Prime) por um acervo de filmes, séries e documentários. No entanto, o streaming ainda está longe de chegar perto da TV aberta: a novela das 21h da Globo costuma ter audiência de 40 milhões de pessoas todas as noites.

No Brasil, a Claro/NET é líder do mercado de TV paga, com 49,2% de participação de mercado, seguida por Sky (29,7%), Oi (9,6%) e Vivo (8,4%). A presença de banda larga fixa é maior: são mais de 32,6 milhões de acessos, de acordo com a Anatel.

Com informações: NaTelinha.

Netflix está prestes a superar TV paga no Brasil em número de clientes

Motorola ultrapassa 100 milhões de Moto G vendidos no mundo todo

A Motorola afirma que a linha Moto G ultrapassou 100 milhões de unidades vendidas no mundo inteiro, dos quais 40 milhões foram comercializados no Brasil. Isso inclui desde o primeiro modelo, lançado pelo Google, até o Moto G8 Plus mais recente. A Lenovo adotou uma estratégia de aumentar o número de variantes — Play, Plus, Power — que ajudou a fabricante a sair do prejuízo.

Moto G de 1ª geração

A linha Moto G foi lançada no final de 2013, na época em que o Google ainda era dono da Motorola, com a proposta de oferecer preço acessível, bom desempenho e atualizações garantidas do Android. A estratégia mudou depois que a Lenovo assumiu a empresa, mas a marca de celulares continuou sendo bem-sucedida.

Nestes seis anos de história, a linha Moto G teve aproximadamente 20 modelos diferentes, sem levar em conta as versões com TV digital ou com capinhas adicionais. Por exemplo, o Google lançou o Moto G e, meses depois, apresentou uma versão separada com 4G e com entrada para microSD.

Moto G6 Plus

Motorola deve lançar Moto G8, G8 Power e G Stylus

E, como você sabe, o número de variantes vem crescendo ao longo dos anos, especialmente após a Lenovo assumir o comando da Motorola. O Moto G4 teve versões Play e Plus; o Moto G5 foi acompanhado pelo Moto G5S; e o Moto G7 ganhou uma opção Power com mais bateria.

Isso deve se intensificar em 2020. A Motorola já lançou o Moto G8 Play e G8 Plus; para este ano, ela prepara o Moto G8, Moto G8 Power com bateria de 5.000 mAh, e Moto G Stylus com caneta.

A estratégia de lançar mais smartphones vem dando certo: a fabricante teve lucro por quatro trimestres consecutivos sob o comando do brasileiro Sergio Buniac, após anos de perdas. Vale lembrar que a Motorola dava prejuízo na época do Google, um dos motivos pelos quais a gigante das buscas se desfez dela.

Estes são os diferentes modelos do Moto G lançados de 2013 até hoje; esquecemos algum?

Motorola ultrapassa 100 milhões de Moto G vendidos no mundo todo

Facebook, Instagram e WhatsApp chegam a quase 2,9 bilhões de usuários

O Facebook divulgou o balanço do quarto trimestre de 2019 com números bastante expressivos sobre a sua base de usuários. A empresa informou que chegou à marca de 2,89 bilhões de usuários mensais em pelo menos uma de suas plataformas – Facebook, Instagram, Messenger e WhatsApp.

Ao longo de 2019, a companhia ganhou 250 nilhões de novos usuários em, no mínimo, um dos serviços. O Facebook tem, sozinho, cerca de 2,49 bilhões de usuários mensais, 178 milhões a mais na comparação com o final de 2018.

Apesar de alta na base de usuários, a receita teve o menor ritmo de crescimento da história da empresa para o quarto trimestre. Segundo o Facebook, o faturamento ficou em US$ 21,08 bilhões, 25% mais do que no mesmo período do ano anterior.

A taxa de crescimento da receita caiu em relação aos trimestre anteriores e deverá ficar ainda menor no primeiro trimestre de 2020. “Os fatores que causam essa desaceleração incluem a maturidade do nosso negócio, bem como o crescente impacto da regulamentação de privacidade global e de outras medidas relacionadas à segmentação de anúncios”, afirmou o diretor financeiro do Facebook, David Wehner.

O lucro do Facebook chegou a US$ 7,3 bilhões e também cresceu em ritmo menor. A alta anual para o quarto trimestre de 2019 foi de 7%, enquanto a do mesmo período em 2018 ficou em 61%.

As despesas, por sua vez, aumentaram 34% em relação quarto trimestre de 2018 e ficaram em US$ 12,2 bilhões. Em relação ao resultado anual, elas chegaram a US$ 46 bilhões, 51% mais do que em 2018. De acordo com o Facebook, um dos motivos para a alta é o aumento de 26% em sua equipe, que chegou a 44.942 funcionários.

Facebook divulgará dados somados das plataformas

Em uma aparente tentativa de aproveitar o crescimento de seus outros serviços, a empresa anunciou que nos próximos trimestres deixará de divulgar o número de usuários específico do Facebook. Em vez disso, o balanço destacará a quantidade de usuários únicos que estão em ao menos uma das plataformas.

A companhia também divulgou uma nova métrica que demonstra a receita obtida com cada pessoa em pelo menos uma das plataformas. O dado é, basicamente, a receita total do Facebook dividida pelo número de usuários em suas plataformas. No quarto trimestre de 2019, a receita por usuário ficou em US$ 7,38. Nos últimos três meses de 2018, a receita era de US$ 6,52.

Com informações: TechCrunch, VentureBeat.

Facebook, Instagram e WhatsApp chegam a quase 2,9 bilhões de usuários

LG soma US$ 3 bilhões em prejuízo com celulares desde 2015

A sangria não para: a LG divulgou seu resultado financeiro de 2019 com mais outro prejuízo para a divisão de celulares. As perdas foram de US$ 858,34 milhões no ano passado, e totalizam quase US$ 3 bilhões nos últimos cinco anos — a empresa não tem lucro com smartphones desde 2014.

LG G8X ThinQ

Antes de tudo, é bom deixar claro: estamos falando aqui somente da divisão móvel da LG. A empresa como um todo teve lucro operacional de US$ 2,07 bilhões em 2019, puxado especialmente pela divisão de eletrodomésticos (US$ 1,7 bilhão); ela também saiu no azul com TVs (US$ 93,5 milhões) e soluções para empresas (US$ 56,4 milhões).

Enquanto isso, a área de smartphones teve prejuízo no quarto trimestre de 2019: segundo a LG, isso ocorreu devido às “vendas fracas” de smartphones básicos e intermediários fora da Coreia do Sul, e devido ao “aumento das despesas de marketing para dispositivos flagship”.

LG promete lucro com celulares até 2021

Para 2020, a empresa promete “apresentar novos celulares intermediários e premium com 5G, e fazer esforços contínuos para eficiência nos gastos”. Além disso, o CEO Brian Kwon garante que a divisão móvel da LG será lucrativa até 2021: ele afirma que vai expandir a linha de celulares e vai lançar “novos modelos atrelados a alguns fatores surpresa para atrair consumidores”.

A empresa patenteou um smartphone com tela nas partes traseira e frontal. E David Ruddock, do Android Police, diz que a fabricante lançará um celular em 2021 que se encaixa em uma tela de 10 polegadas (ou superior) para funcionar como tablet, graças a um modo desktop embutido no Android.

Como observamos aqui no Tecnoblog, a LG não tem lucro com celulares desde 2014 — é a época do LG G2. No ano seguinte, as vendas começaram a estagnar; em 2016, o prejuízo ultrapassou US$ 1 bilhão com o fracasso do LG G5 modular.

Os prejuízos da LG Mobile somam US$ 2,94 bilhões de 2015 a 2019. Estes são os resultados financeiros da divisão móvel em cada ano:

  • 2013: lucro de US$ 64,45 milhões
  • 2014: lucro de US$ 295,29 milhões
  • 2015: prejuízo de US$ 103,17 milhões
  • 2016: prejuízo de US$ 1,09 bilhão
  • 2017: prejuízo de US$ 192,33 milhões
  • 2018: prejuízo de US$ 700,65 milhões
  • 2019: prejuízo de US$ 858,34 milhões

Com informações: LG.

LG soma US$ 3 bilhões em prejuízo com celulares desde 2015

Apple finaliza renovação dos seus mapas nos EUA

A Apple anunciou hoje que todos os usuários nos Estados Unidos agora podem usar os recursos renovados do app Mapas. Além da navegação mais rápida e precisa, é possível ver com mais detalhes estradas, edifícios, parques, aeroportos, shoppings, etc. Com essa etapa completada, a Apple agora afirma que se concentrará na atualização dos seus mapas na Europa.

Para quem não se lembra, a gigante de Cupertino anunciou a “reconstrução” dos seus mapas em junho de 2018, sendo que as primeiras mudanças foram vistas no iOS 12, lançado naquele mesmo ano. Após mais de um ano (e muito dinheiro), enfim as novidades estão agora disponíveis para todos os usuários, como destacado pelo vice-presidente sênior de serviços e softwares para internet da Maçã, Eddy Cue:

Decidimos criar o melhor e mais privado aplicativo de mapas do planeta, refletindo como as pessoas exploram o mundo hoje. É um esforço que estamos profundamente investidos e exigimos que os mapas fossem reconstruídos do início para reimaginá-lo a fim de aprimorar a vida das pessoas — desde a navegação ao trabalho, à escola ou ao planejamento de férias importantes —, tudo com privacidade. A conclusão do novo mapa nos Estados Unidos e o fornecimento de novos recursos, como o Olhe ao Redor e as Coleções, são etapas importantes para dar vida a essa visão. Estamos ansiosos para levar esse novo mapa para o resto do mundo, começando pela Europa ainda este ano.

Entre os novos recursos dos Mapas da Apple destacados por Cue estão o Olhe ao Redor e as Coleções, mas existem outras funções bem interessantes como Favoritos, Informações de trânsito, Compartilhar Chegada, Status de voo, Mapas internos, Flyover, etc. — algumas não são exatamente recentes, vale notar.

Olhe ao Redor

Olhe ao Redor no Apple Maps

Anunciado junto ao iOS 13 (um ano após o início das renovações), o recurso Olhe ao Redor foi uma implementação necessária (e tardia) à plataforma da Maçã — isso porque o Google já oferece a mesma função nos seus mapas há muito mais tempo.

Com ele, o app Mapas da Apple oferece imagens interativas da rua com fotografias em 3D de alta resolução, permitindo que o usuário “caminhe” virtualmente. O recurso já está disponível nas seguintes cidades: Nova York, Los Angeles, Las Vegas, Houston, Oahu e nas cidades que compõe a Baía de San Francisco.

Coleções

Coleções do Apple Maps

Com as Coleções, usuários podem criar e compartilhar facilmente listas com seus locais favoritos, lugares que desejam visitar ou a região onde passarão as próximas férias. Todos os lugares de uma Coleção podem ser compartilhados com a família ou amigos facilmente, para que todos fiquem por dentro do itinerário.

Favoritos

Favoritos no Apple Maps

Aqui, a Maçã apenas expandiu o que já era possível com o app Mapas antes de reconstruí-lo. Com esse recurso, usuários podem calcular uma rota rapidamente marcando um local como favorito, para que não seja necessário procurá-lo no mapa constantemente.

Informações de trânsito

Trânsito no Apple Maps

As informações de trânsito em tempo real fornecem horários detalhados do movimento em determinados locais, horários de chegada e partida de transportes públicos, etc. Os mapas também incluem informações importantes em tempo real, como interrupções no trânsito.

O recurso de horários de transporte público está disponível em muitas cidades do mundo, incluindo a área da Baía de San Francisco, Washington (DC), Nova York, Los Angeles e, a partir de hoje, em Miami.

Compartilhar Chegada

Compartilhar Chegada no Apple Maps

A opção para compartilhar uma rota permite que o usuário envie o tempo estimado de sua chegada a um determinado local com familiares ou amigos de maneira bem simples. A previsão de chegada é atualizada constantemente com base nas informações do trânsito e na rota do viajante.

Status de voo

Esse recurso utiliza os novos Atalhos da Siri para procurar informações armazenadas no app Mail, Calendário ou Wallet sobre futuras viagens, destacando certas informações (como terminais/portões de embarque, horários de partida, cancelamento de voos, etc) no app Mapas.

Mapas internos

Mapas internos no Apple Maps

Os mapas internos exibem com mais detalhes estabelecimentos dentro de shoppings, além de portões de embarque/lojas em aeroportos. Caso esses locais tenham mais de um andar, o app também exibe em qual nível está determinado lugar — além de informá-lo o que está aberto ou não.

Guia da Siri

O Guia de Voz Natural da Siri fornece instruções com sons que são fáceis de ouvir e seguir para guiar um usuário numa rota. Esse recurso, porém, só está disponível nos EUA, por ora.

Flyover

Flyover no Apple Maps

Introduzido originalmente no iOS 6, em 2012, o Flyover oferece uma maneira de ver as principais áreas metropolitanas com vistas em 3D. Os usuários podem mover o dispositivo pelas cidades onde esse recurso é suportado (atualmente, mais de 350) para conhecê-las de cima.

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Se você mora ou está viajando pelos EUA, experimente os recursos do novo Mapas e conte-nos sua experiência. Já para os residentes no Brasil e em Portugal, o jeito é esperar até que a Maçã expanda os seus novos recursos em algum momento…