Apps falsos de videoconferência crescem com aumento do home office

Aplicativos de videoconferência estão no alvo de hackers que tentam se passar por soluções como Zoom, Google Meet, Skype e Slack. Ao todo já foram mais de 44 mil instalações identificadas no Android e que podem coletar dados do usuário, ou até mesmo bloquear o aparelho.

 

A pesquisa foi feita pelo laboratório de segurança digital da PSafe, o dfndr lab, levantando dados desde janeiro deste ano até o mês de julho. Os apps tentam pegar onda no aumento do uso destas ferramentas, que acontece durante o período de isolamento social e que também aumentou o home office.

“Trabalhar em casa acaba aumentando os riscos de comprometimento e vazamento de dados corporativos. Quando uma pessoa utiliza o Wi-Fi de casa, por exemplo, ela não tem o mesmo nível de segurança que teria em uma rede corporativa. Outra questão é o uso de dispositivos pessoais para acessar conteúdos confidenciais de trabalho. Todos estes fatores contribuem para que brechas de segurança sejam exploradas por pessoas mal intencionadas e vazamentos de dados corporativos ocorram”, diz Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.

Os alvos prediletos dos hackers são o Google Meet, Zoom, Skype e o Slack, que estão nos nomes dos apps falsos. O levantamento notou que em alguns casos logins, senhas e dados bancários eram vazados, indo até mesmo para o sequestro do dispositivo. Neste caso mais grave, um pagamento é exigido para que um código de desbloqueio seja enviado para o usuário.

Uma dica importante para evitar dor de cabeça com apps de videoconferência é a busca correta dos apps, que pode ser auxiliada com o acesso do site oficial do serviço. Geralmente uma busca rápida no Google por “Zoom”, “Google Meet”, “Skype” ou “Slack” exibe a página oficial no primeiro ou segundo resultado. Basta tocar lá e buscar o aplicativo oficial.

Com informações: PSafe.

Apps falsos de videoconferência crescem com aumento do home office

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