Empresa usa bilhões de fotos do Facebook e do YouTube para reconhecimento facial

As ferramentas de reconhecimento facial usadas por órgãos públicos variam muito, mas nenhuma pode ser comparada à oferecida pela Clearview AI, que tem ganhado clientes nos Estados Unidos. A empresa tem um banco de dados com três bilhões de fotos, todas tiradas de sites como Facebook e YouTube.

De acordo com o New York Times, ele é oferecido para órgãos como FBI, o Departamento de Segurança Interna e as polícias da Flórida e de Indiana, nos Estados Unidos. Hoje, a companhia atende a mais de 600 agências de governo, além de empresas privadas.

Elas usam o sistema para comparar as imagens que possuem com as de perfis públicos em redes como Facebook, Instagram, Twitter e YouTube, além de serviços como Venmo e sites de emprego, notícias e educação. A partir daí, conseguem saber como o suspeito se chama, onde mora, com que trabalha e quem conhece, por exemplo.

Para atrair clientes, a empresa oferece períodos de testes e licenças com valores abaixo do comum para a quantidade de dados que reúne. A solução teria sido usada para solucionar casos de furtos, roubo de identidade, fraude em cartão de crédito e assassinato e exploração sexual de menores.

Um policial da Flórida afirmou ao NYT que, até então, contava somente com a FACES, uma ferramenta de reconhecimento facial criada por órgãos do estado e que tinha 30 milhões de fotos de pessoas presas ou de carteiras de motoristas.

A empresa teve sua primeira rodada de investimentos em 2017, quando recebeu recursos de Peter Thiel, cofundador do PayPal e conhecido por ser um dos primeiros investidores do Facebook. Em 2019, após a segunda rodada de investimentos, chegou à marca de US$ 7 milhões levantados.

A nova solução tem sido bem recebida por órgãos de segurança, mas é bastante controversa. Com tantos dados à disposição, ela pode ser facilmente utilizada para perseguir ativistas em protestos ou até mesmo pessoas conhecidas de quem a opera.

Outro problema é a falta de detalhes sobre a capacidade da Clearview AI de proteger essas informações. Para piorar, a empresa tem acesso a tudo o que é pesquisado em seu sistema. A justificativa para a ação é evitar “pesquisas inapropriadas”.

Além disso, há problemas comuns do reconhecimento facial para fins de vigilância. Em várias situações, especialmente com negros, mulheres e crianças, as soluções registram altas taxas de erros. Este foi um dos motivos que levou à proibição do uso da tecnologia pelo governo em São Francisco.

Como funciona o Clearview

Segundo o cofundador da Clearview AI, Hoan Ton-That, a ferramenta da empresa utiliza somente fotos que estavam disponíveis na internet. No entanto, caso um perfil tenha se tornado privado após a coleta das imagens, não há muito o que fazer.

A identificação acontece por meio de uma rede neural que faz cálculos a partir de detalhes nas imagens, como a distância entre os olhos de uma pessoa. Para facilitar a pesquisa, a empresa criou as chamadas “vizinhanças”, que reúnem fotos semelhantes.

Quando uma foto é enviada, a ferramenta a analisa e apresenta o material de uma vizinhança. O NYT informa que o código da solução inclui meios de usá-la com óculos de realidade virtual, o que faria as pessoas serem identificadas quase que instantaneamente. De acordo com Ton-That, porém, esta opção não deverá ser lançada.

O que dizem as redes sociais

Este tipo de coleta de dados de usuários é proibida em todas as redes sociais usadas pela Clearview AI. Segundo o NYT, o Twitter afirmou explicitamente que não permite o uso dessas informações para reconhecimento facial.

O Facebook afirmou que analisa o caso e que “tomará ações apropriadas se entender que ele viola nossas regras”. Vale lembrar que Thiel, um dos investidores da Clearview AI, é um dos membros do conselho do Facebook.

Por enquanto, a ferramenta da Clearview AI é oferecida somente para órgãos de segurança. Perguntado sobre a possibilidade de liberá-la para o público em geral, Ton-That indicou que isso não acontecerá. “Sempre haverá uma comunidade de pessoas más que a usarão incorretamente”, afirmou.

Empresa usa bilhões de fotos do Facebook e do YouTube para reconhecimento facial

Placa Mercosul passa a ser obrigatória a partir de 31 de janeiro

Foram numerosos adiamentos, mas agora vai! Pelo menos é o que parece: a partir de 31 de janeiro, a placa veicular padrão Mercosul passa a ser obrigatória em todo o Brasil para veículos novos ou que precisam de um novo emplacamento (por conta de uma mudança de município, por exemplo).

O prazo anterior previa que a placa Mercosul passaria a ser emitida por todos os estados a partir de 30 de junho de 2019. No entanto, mudanças nas regras para a confecção das placas fizeram o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) adiar a obrigatoriedade nacional para 31 de janeiro de 2020.

Não há nada indicando, porém, que um novo adiamento está por vir, até porque a implementação do novo sistema de placas foi prorrogado por pelo menos seis vezes. Se não houvesse nenhuma mudança de prazo, as novas placas seriam padrão em todo o Brasil desde 2016.

Placa Mercosul (Foto: Henrique Nunes/Wikimedia)

Atualmente, apenas dez estados emitem as novas placas: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Rondônia. Os demais deverão seguir o prazo estipulado, entre eles, São Paulo, estado que concentra a maior frota de veículos do país.

O objetivo do novo sistema é fazer as placas veiculares seguirem um padrão único nos países que integram o Mercosul. A expectativa do Contran é a de que a mudança ajude a melhorar a fiscalização da frota e a combater fraudes, como clonagem de carros.

Entre os dispositivos de segurança que as novas placas trazem está o QR Code: por meio de um aplicativo do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), autoridades poderão ler o código para checar possíveis irregularidades relacionadas ao veículo e acessar informações relacionadas.

Mas implementar o novo sistema, por si só, não basta. Relatos de crimes e fraudes envolvendo as novas placas não param de surgir. Já houve casos, por exemplo, de carros roubados que foram encontrados pela polícia com placas Mercosul adulteradas.

A falta de controle da produção das placas e a ausência nos estados de um processo efetivo de rastreabilidade das unidades emitidas estão entre os problemas que dão abertura para as fraudes.

Placa Mercosul passa a ser obrigatória a partir de 31 de janeiro

Instagram remove botão IGTV da interface principal do app

O Instagram removeu o botão que levava o usuário ao conteúdo veiculado pelo IGTV a partir da tela inicial de seu aplicativo principal. O motivo é bem simples: pouca gente tocava no local, mesmo com o botão recheado de contraste e cores para chamar atenção.

A situação é ainda pior para o aplicativo do IGTV, que foi lançado em junho de 2018 e até agora menos de 1% de todos os usuários da rede social fizeram download. O objetivo deste app, que depois foi incorporado dentro do próprio Instagram, é de permitir vídeos mais longos e que podem ter até uma hora de duração – de pé, na vertical, mas no ano passado o Instagram liberou vídeos na horizontal por lá.

Em entrevista para a imprensa americana, o Instagram afirma que as pessoas que assistem o que é publicado no IGTV fazem isso a partir do feed do app principal, que é apenas uma prévia do que está do outro lado do botão. Alguns acompanham vídeos na aba IGTV que existe na busca interna da rede social, ou então dentro da página de perfil de outros usuários.

Botão estava aqui

O desinteresse pelos vídeos longos no Instagram pode estar ligado diretamente com quem produz o conteúdo, já que esta é uma das poucas redes sociais que não compartilha parte do lucro de anúncios com os criadores. Seus concorrentes como YouTube e Facebook fazem isso, atraindo mais criadores famoso que atraem a audiência.

Se você quer continuar assistindo os vídeos do IGTV e não quer baixar outro app só para isso, agora precisa tocar na lupa que fica na barra inferior e escolher o IGTV, na lista de tipos de conteúdo.

Com informações: TechCrunch.

Instagram remove botão IGTV da interface principal do app

Samsung troca chefe da divisão de celulares em disputa com Huawei e Xiaomi

O executivo na foto abaixo é Roh Tae-moon, o mais novo chefe de dispositivos móveis da Samsung: ele assume o cargo que DJ Koh ocupava desde 2015, com o objetivo de lançar celulares 5G e disputar espaço com fabricantes chinesas, como Xiaomi, Huawei, Oppo e Vivo. Ele trabalha na empresa coreana há duas décadas e ajudou na criação da linha Galaxy de smartphones e tablets.

Com 51 anos, Roh Tae-moon é o executivo mais jovem a assumir um cargo de presidente dentro da Samsung. Ele vai responder a DJ Koh, que seguirá como co-CEO da divisão IM (TI e comunicações móveis) responsável por celulares e equipamentos de rede.

Segundo a Reuters, Roh é conhecido por defender a terceirização de mais celulares da Samsung para reduzir custos e competir melhor com fabricantes chinesas. Além disso, ele expandiu a criação de designs originais para smartphones intermediários e de entrada: ou seja, os modelos mais baratos passaram a ter novidades antes da linha high-end, algo que ajudou nas vendas.

Samsung quer liderança em celulares e equipamentos 5G

Todo ano, a Samsung troca alguns executivos de cargo, geralmente em resposta ao desempenho de cada divisão da empresa. Ela prevê uma queda de 53% no lucro consolidado de 2019, especialmente devido à queda na demanda por chips de memória; por sua vez, a venda de celulares superou as expectativas.

Então por que a Samsung mudaria o presidente de dispositivos móveis? Isso pode estar relacionado ao fiasco do Galaxy Fold no ano passado: DJ Koh admitiu ter apresentado o smartphone dobrável antes da hora, dizendo que foi algo “constrangedor”. O executivo também comandava a divisão móvel na época do inflamável Galaxy Note 7.

A Samsung quer assumir a liderança na venda de celulares 5G e no mercado de smartphones dobráveis. A empresa também precisa disputar espaço com a Huawei na venda de equipamentos de rede 5G, e por isso promoveu Cheun Kyung-whoon ao cargo de presidente; ele participou da primeira comercialização mundial de serviços 5G na Coreia do Sul.

Com informações: Reuters, Bloomberg.

Samsung troca chefe da divisão de celulares em disputa com Huawei e Xiaomi

Grin retira patinetes de Santos (SP) após Uber lançar concorrente na cidade

Clientes da Grin receberam um e-mail nos últimos dias dizendo que a empresa deixará de alugar patinetes verdes em Santos (SP): o aplicativo mostrará apenas os veículos da Yellow, cujo desbloqueio deve ser feito através da Rappi. Essa medida não afeta as outras cidades onde a Grin atua. A Uber começou a alugar patinetes no litoral paulista em dezembro de 2019.

“Nossas patinetes Grin vão passear por outras cidades, mas os patinetes Rappi ainda estarão aqui pra você”, diz um e-mail enviado a clientes de Santos. A assessoria da Grin confirma ao Tecnoblog que “o comunicado é específico para os usuários de Santos e as operações seguem normais em São Paulo e no restante do Brasil”.

Os créditos adquiridos no aplicativo da Grin podem ser usados para pagar contas ou fazer recarga de celular; e são válidos para alugar patinetes verdes em outras cidades brasileiras, como em São Paulo.

No entanto, eles não servem para alugar patinetes da Yellow: a Rappi só aceita cartão de crédito ou débito. Os veículos amarelos aparecem no app da Grin, mas redirecionam o usuário ao aplicativo da Rappi. Se você quiser reembolso dos créditos da Grin, pode solicitá-lo preenchendo este formulário.

Vale notar que, oficialmente, a cidade de Santos não tem aluguel de bicicletas da Yellow; o serviço é oferecido na cidade vizinha de São Vicente.

Patinetes da Uber e Yellow concorrem em Santos

Mapas de atuação da Uber e Yellow em Santos

Em dezembro, a Uber passou a alugar patinetes em Santos: usuários na cidade veem um botão Alugar na parte inferior, que permite escanear um QR Code para desbloquear o veículo.

A Uber cobra R$ 1,50 pelo desbloqueio e R$ 0,75 por minuto; enquanto os patinetes da Yellow saem a R$ 3 mais R$ 0,50 por minuto na Rappi. Os patinetes das duas empresas estão espalhados basicamente na mesma área de atuação, da Ponta da Praia até o Emissário Submarino.

A Jump, divisão de micromobilidade da Uber, atua em mais de 25 cidades com patinetes e/ou bicicletas elétricas: ela planejava lançar e-bikes em São Paulo no ano de 2019, o que não aconteceu. A Grow, que reúne as marcas Grin e Yellow, está em sete países e 26 cidades da América Latina, 16 delas no Brasil.

E-mail enviado pela Grin aos clientes de Santos:

Grin retira patinetes de Santos (SP) após Uber lançar concorrente na cidade

Chrome recebe três sugestões da Microsoft para consumir menos bateria

Quem iria imaginar que um dia a Microsoft daria sugestões ao Google para melhorar o desempenho de um navegador? Os tempos são outros e essa cena imprevisível já é realidade: nos últimos meses, a companhia de Redmond enviou pelo menos três ideias sobre como fazer o Google Chrome economizar bateria.

Pode parecer uma afronta, afinal, o Chrome lidera o mercado, o Internet Explorer é coisa do passado e o Edge original simplesmente não vingou. Mas, como você já deve saber, a Microsoft agora baseia as versões mais recentes do seu navegador no Chromium. É com base nessa experiência que a companhia decidiu enviar sugestões ao Google.

E quais são elas? A primeira, enviada em agosto de 2019, consiste em eliminar o uso de cache em disco quando vídeos estiverem sendo reproduzidos no navegador. De acordo com Shawn Pickett, engenheiro de software sênior da Microsoft, esse procedimento mantém o disco em estado ativo, o que, presumivelmente, aumenta o consumo de energia.

Essa sugestão levou a outras duas, começando por esta: que o navegador tenha um mecanismo que checa se o computador está ligado à tomada ou usando a bateria para não ativar o cache nesta última circunstância.

A terceira proposta consiste em fazer o Chrome verificar o tamanho do conteúdo da resposta HTTP para não armazená-lo em cache se essa informação for maior do que o limite máximo. Esse procedimento também deve reduzir o uso do disco.

É claro que essas mudanças precisam ser testadas antes da decisão sobre a implementação. Os desenvolvedores do Chrome precisam ter certeza de que, com elas, o desempenho do navegador não será prejudicado, por exemplo. A boa notícia é que um engenheiro do Chrome revelou que o Google tem interesse em experimentar esses recursos, embora não tenha falado em prazos.

Vale destacar que a colaboração da Microsoft vai muito além disso. Estima-se que, só em 2019, a companhia fez mais de 1.600 contribuições para o código do Chromium.

Com informações: Windows Latest.

Chrome recebe três sugestões da Microsoft para consumir menos bateria

Promoções do dia na App Store: Dashboard for Apple Health App, Serial Cleaner!, Linguista: Fácil Traduzir App e mais!

Começando a semana com a nossa seleção de promoções nas App Stores desta segunda-feira!

O Dashboard for Apple Health App, criado pelo Sunny Studio, é um simples mas útil aplicativo para acompanhar as informações do aplicativo Saúde (Health).

Os dados capturados pelo Saúde são apresentados em uma interface minimalista, de uma forma mais conveniente para leitura. As informações incluem passos, distâncias percorridas, batimentos cardíacos, andares que você subiu, calorias queimadas, entre outras coisas — tudo de acordo com a sua seleção inicial ou definida pelos ajustes dentro do próprio aplicativo.


Ícone do app Dashboard for Apple Health App

Dashboard for Apple Health App

de Sunny Studio

Compatível com iPhones
Versão 2.0.0 (21.8 MB)
Requer o iOS 12.0 ou superior

Grátis R$ 18.90

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Screenshot do app Dashboard for Apple Health AppScreenshot do app Dashboard for Apple Health AppScreenshot do app Dashboard for Apple Health AppScreenshot do app Dashboard for Apple Health App

Nota na App Store

Minha nota

Ao tocar em cada item, são apresentadas as informações diárias, semanais e mensais, incluindo objetivos e se eles foram ou não atingidos. Três cores tema estão disponíveis, além de suporte ao Apple Watch.

Curtiu? Aproveite a oferta e bons exercícios! 😉

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Abaixo outros aplicativos/jogos que, juntos, somam quase R$58 de desconto:

Apps para iOS


Ícone do app Serial Cleaner!

Serial Cleaner!

de East2west Network Tech. Co. Ltd.

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 1.10 (2.5 GB)
Requer o iOS 7.0 ou superior

R$ 3,90 R$ 24.90

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Jogo de RPG1.


Ícone do app Moonlight Express: Fortnight

Moonlight Express: Fortnight

de Damir Stuhec

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 1.4.2 (349.6 MB)
Requer o iOS 11.0 ou superior

Grátis R$ 14.90

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Arte em forma de jogo.


Ícone do app Push-Bot

Push-Bot

de Erik Larsson

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 2.1.3.2 (33.6 MB)
Requer o iOS 8.0 ou superior

Grátis R$ 3.90

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Leve o robô para a saída.


Ícone do app Network Tools by KeepSolid

Network Tools by KeepSolid

de KeepSolid Inc.

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 2.0 (18.8 MB)
Requer o iOS 8.0 ou superior

Grátis R$ 14.90

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Código QR Código QR

Utilitário de rede.

App para macOS


Ícone do app Linguista: Fácil Traduzir App

Linguista: Fácil Traduzir App

de AppYogi Software

Compatível com Macs
Versão 1.9 (1.6 MB)
Requer o macOS 10.11 ou superior

R$ 7,90 R$ 10.90

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Código QR Código QR

Tradutor.

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Aproveitem as ofertas e até amanhã! Ah, lembrando que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr! 😀