LG G8X ThinQ com duas telas chega ao Brasil por R$ 5.999

A LG lançou nesta quinta-feira (21) o G8X ThinQ, um smartphone dobrável que não possui uma tela flexível: em vez disso, ele possui um acessório com uma tela extra de 6,4 polegadas para permitir novas experiências em games, produtividade e fotografia. O celular tem hardware potente, com Snadpragon 855, bateria de 4.000 mAh e 128 GB de espaço, cobrando bem por isso: R$ 5.999.

O G8X ThinQ está logo acima do G8S ThinQ, smartphone topo de linha da LG que apresentou bom desempenho, mas pecou no preço de lançamento e nos diferenciais perante à concorrência. Eles são muito parecidos, com a mesma combinação de processador e memórias, mas o G8X ThinQ tem tela maior, mais bateria e mudanças nas câmeras, além de ser equipado com um leitor de impressões digitais sob a tela.

A câmera frontal do G8X ThinQ pode filmar em 4K e tem resolução de 32 megapixels, contra 8 megapixels e gravação em Full HD do G8S ThinQ. Na traseira, a lente com zoom óptico de 2x foi eliminada, deixando apenas a câmera principal de 12 megapixels (f/1,8) com estabilização óptica de imagem e uma ultrawide de 13 megapixels (f/2,4) com campo de visão de 136 graus.

LG G8X ThinQ

Mas o que chama a atenção é o acessório Dual Screen, que pode ser acoplado ao G8X ThinQ. Ele tem uma dobradiça que gira 360 graus e pode mostrar um segundo aplicativo, um controle para games, um teclado virtual ou uma visualização da câmera. Do outro lado, há outra pequena tela (!) para exibir o relógio e notificações. Os jogos são um foco claro do produto: a LG incluiu um recurso para criar você mesmo criar um gamepad personalizado.

LG G8X ThinQ

No Brasil, o G8X ThinQ tem preço sugerido de R$ 5.999. A pré-venda começa nesta sexta-feira (22). Nas operadoras, ele será encontrado a partir de 7 de dezembro. Quem adquirir o aparelho até 29 de dezembro ganhará uma TV 4K de 43 polegadas de brinde.

LG G8X ThinQ – ficha técnica:

  • Processador: Qualcomm Snapdragon 855;
  • Tela: OLED FullVision de 6,4 polegadas com resolução Full HD+ (2340×1080 pixels);
  • RAM: 6 GB;
  • Armazenamento: 128 GB (com expansão por microSD);
  • Cameras traseiras:
    • 16 megapixels (ultrawide, f/2,4, campo de visão de 136 graus);
    • 12 megapixels (padrão, f/1,8, campo de visão de 78 graus);
  • Câmera frontal: 32 megapixels (f/1,9);
  • Sistema operacional: Android 9.0 Pie;
  • Dimensões: 159,3 x 75,8 x 8,4 mm;
  • Peso: 192 gramas;
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11a/b/g/n/ac, Bluetooth 5.0, NFC, USB-C (3.1);
  • Outros: Hi-Fi Quad DAC de 32 bits, certificação IP68, padrão militar MIL-STD 810G, rádio FM.

LG G8X ThinQ com duas telas chega ao Brasil por R$ 5.999

Facebook Namoro permite exibir stories do Facebook ou Instagram

O Facebook Namoro, também conhecido como Dating, permite colocar fotos do Instagram em um perfil visível para seus pretendentes, assim como o Tinder. Agora, também é possível exibir stories do Instagram ou do Facebook, para que usuários puxem papo com você e desenrolem uma conversa.

O perfil do Facebook Namoro é separado do seu perfil do Facebook, mas você precisa do app do Facebook para criá-lo. É possível criar um álbum diferenciado, adicionando fotos que não ficam visíveis para seus amigos.

Facebook Namoro não permite criar stories separados

Você só poderá compartilhar stories que aparecem no Facebook e/ou no Instagram; não dá para criar stories exclusivas no Namoro. Para fazer isso, basta tocar em “Adicionar story” no seu perfil e escolher fotos e vídeos que ficarão visíveis por 24 horas.

E sempre que você postar um story novo no Instagram ou Facebook, aparecerá a opção de compartilhá-lo no Namoro, da mesma forma que você já pode enviá-lo para contatos específicos.

Facebook Namoro

É possível visualizar os stories de matches em potencial, com a opção de tocar no botão Curtir. Após dar match com alguém, você continuará a ter acesso aos stories dessa pessoa e poderá iniciar uma conversa.

Se você não estiver interessado em uma pessoa e tocar no botão “X”, não poderá mais ver os stories nem o perfil dela. E se encontrar algum conteúdo inadequado, dá para denunciar o story.

“Os stories permitem que você seja autêntico, além de te ajudar a conhecer melhor uma pessoa antes e depois do match”, diz o Facebook em comunicado. A empresa não revela quantos usuários estão no Facebook Namoro; o recurso está disponível em 20 países, incluindo Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, México e EUA. Ele chegará à Europa no início de 2020.

Facebook Namoro permite exibir stories do Facebook ou Instagram

Snapchat lança filtro “máquina do tempo” que mostra você mais novo e mais velho

O FaceApp fez muito sucesso há alguns meses com um filtro que envelhecia o rosto de usuários em fotos. Agora, é a vez do Snapchat lançar algo parecido. A rede social liberou um filtro de máquina do tempo (Time Machine), que simula como você era no passado e como será no futuro.

Ele começou a ser liberado para usuários de todo o mundo nesta quinta-feira (21) e aparece ao lado de outros efeitos oferecidos pelo Snapchat. Para usar o filtro da máquina do tempo, basta selecioná-lo no carrossel da câmera do aplicativo ou destravá-lo por meio deste link.

O Time Machine é uma versão mais avançada para os filtros de bebê e de troca de gênero, que também foram muito usados no Snapchat. Eles foram tão bem recebidos que ajudaram a trazer mais usuários para a plataforma.

Em conferência sobre o balanço do segundo trimestre de 2019, a empresa anunciou que ganhou entre 7 e 9 milhões de usuários por conta dos dois filtros. Nos nove primeiros meses de 2019, o serviço ganhou, ao todo, cerca de 20 milhões de usuários.

Ainda que muitos tenham voltado ao Snapchat para usar os filtros e publicar os resultados no Instagram, a empresa deve continuar a investir em novos efeitos. O filtro de máquina do tempo é a nova aposta da rede social. Resta saber quantos usuários ele conseguirá atrair.

Com informações: The Verge, Mashable.

Snapchat lança filtro “máquina do tempo” que mostra você mais novo e mais velho

Google paga até US$ 1,5 milhão para quem encontrar falhas graves no Android

O Google colocou um prêmio mais tentador para quem descobrir falhas graves de segurança no Android: a empresa vai pagar US$ 1 milhão para pesquisadores que conseguirem rodar código malicioso no chip Titan M dos celulares Pixel 3, 3a e 4; e mais US$ 500 mil se houver extração de dados. Antes, o valor máximo do Android Security Rewards era de US$ 200 mil.

Diversas empresas têm programas de bug bounty, incluindo Facebook, Microsoft e Apple, como um complemento às equipes internas de segurança. É mais barato pagar uma recompensa a um pesquisador que gastar milhões de dólares resolvendo uma brecha grave.

O chip Titan M é um motivo de orgulho para o Google. Ele está presente no Pixel 3, 3a, 4 e suas variantes XL, e protege os dados dos usuários de diferentes formas: impedindo que alguém instale uma versão antiga e vulnerável do Android; impedindo que um celular roubado funcione após ser resetado; e garantindo que nem mesmo o próprio Google consiga fazer o desbloqueio ou instalar firmware.

Como ninguém conseguiu hackear o Titan M até agora, o Google decidiu oferecer um incentivo maior: quem rodar código malicioso nesse chip receberá US$ 1 milhão. E se for possível extrair dados armazenados nele, a empresa paga mais US$ 500 mil.

O Google paga US$ 250 mil para quem invadir o kernel do Android ou o SE (Secure Element), chip que armazena dados biométricos e de cartão de pagamentos. Conseguiu burlar a tela de bloqueio do Android através de software? A empresa paga US$ 100 mil. O prêmio só vale se a falha afetar muitos ou todos os dispositivos — não para quem enganar a biometria com um dedo falso, por exemplo.

Ela também oferece um bônus de 50% se a falha estiver em determinadas versões preview, antes de serem distribuídas às fabricantes. Você pode encontrar mais detalhes neste link.

O Android Security Rewards está restrito à linha Pixel; fabricantes como a Samsung operam seus programas próprios de bug bounty. O Google também tem o Chrome Rewards para o navegador web e o Chrome OS, que paga até US$ 150 mil; e o Google Play Rewards, que oferece até US$ 26 mil por brechas de segurança nos apps da Play Store.

Google pagou total de US$ 4 milhões por falhas no Android

Nos últimos 12 meses, o Google pagou mais de US$ 1,5 milhão em recompensas por bugs. O pagamento médio foi de US$ 3,8 mil por descoberta, e US$ 15 mil por pesquisador.

A maior recompensa foi para Guang Gong da Qihoo 360 Technology por uma “cadeia de exploração de execução remota de código no Pixel 3”. Ele recebeu US$ 161.337 do programa Android Security Rewards e US$ 40.000 do Chrome Rewards, totalizando US$ 201.337.

O programa de bug bounty do Android foi lançado em 2015 e, desde então, pagou mais de US$ 4 milhões por 1.800 brechas de segurança.

Com informações: Google, VentureBeat.

Google paga até US$ 1,5 milhão para quem encontrar falhas graves no Android

Smart Compose chega ao Google Docs do G Suite (em beta)

O Smart Compose é uma maravilha! Você começa a digitar uma mensagem no Gmail e, com base em inteligência artificial, o serviço sugere palavras e expressões para o texto de modo a te poupar trabalho. Agora, essa função está chegando ao Google Docs do G Suite.

Para o Gmail, o Smart Compose foi anunciado no meio de 2018. Na versão web do serviço, as palavras ou expressões sugeridas aparecem em cinza. Se você quiser incluir a sugestão no seu texto, basta pressionar Tab. Dependendo do que você estiver escrevendo, essa é mesmo uma função que te ajuda a ganhar tempo.

Faz bastante sentido que a ideia agora esteja sendo levada ao Google Docs do G Suite, portanto. Muita gente utiliza o editor de textos para elaborar documentos comerciais ou profissionais que, como tal, seguem um padrão de escrita que pode ser previsto pelo Smart Compose.

Além de fazer o usuário gastar menos tempo digitando, a ferramenta pode ajudá-lo a prevenir erros gramaticais ou ortográficos. Quanto mais o Smart Compose for usado, mais a sua tecnologia assimilará o padrão de escrita do usuário, o que deve fazer as sugestões ficarem mais precisas com o passar do tempo.

Smart Compose no Google Docs

Mas, na atual fase, é preciso levar dois fatores em consideração. O primeiro é que o Smart Compose do Google Docs está em beta, por isso, pode dar sugestões não tão precisas ou elas podem demorar mais do que o tolerado para aparecer. O segundo fator é que, por ora, a novidade funciona só em inglês.

Leve em conta também que a funcionalidade está sendo disponibilizada para usuários do G Suite, mas não no Google Docs de contas pessoais. Administradores interessados em liberar o recurso em suas organizações devem se inscrever aqui para participar do beta.

Smart Compose chega ao Google Docs do G Suite (em beta)

iPhone 11: aquele para ser comprado

Ninguém duvida muito da capacidade dos iPhones 11 Pro — polêmicas à parte, eles foram os primeiros celulares a ganharem nota 10 em um review do Tecnoblog. Mas a Apple também lançou um modelo menos caro em 2019 para quem não quer gastar tanto dinheiro: o iPhone 11 é o sucessor espiritual do iPhone XR e tem o mesmo desempenho dos aparelhos mais avançados, mas custando até 40% menos no Brasil.

Ainda assim, o iPhone 11 não é nada barato: ele tem preço sugerido a partir de R$ 4.999, podendo chegar a R$ 5.799 na versão de 256 GB. Em comparação com o iPhone 11 Pro, o modelo troca a tela OLED por uma LCD, não traz uma terceira câmera com zoom óptico e tem poucos avanços na bateria. Será que vale a pena economizar e deixar os modelos Pro de lado? Eu te conto nos próximos minutos.

Análise do iPhone 11 em vídeo

Design e tela

Apple iPhone 11 - Review

O iPhone 11 é um smartphone que passa uma sensação de robustez, tem proteção contra água e traz opções de cores para agradar todo mundo — meu preferido é o vermelho, mas o verde, que me lembra um antigo iPod nano por causa das bordas coloridas, não fica muito atrás. Ainda assim, ele tem algumas baixas relevantes em relação aos iPhones 11 Pro e 11 Pro Max.

O primeiro baque é a moldura em volta da tela. O LCD não permite bordas tão finas quanto o OLED dos iPhones mais caros. E, em vez de colocar um queixo embaixo do display, como algumas fabricantes, a Apple decidiu tornar as bordas simétricas e espessas em todos os lados — por isso, o tamanho do iPhone 11 acaba ficando muito próximo do iPhone 11 Pro Max, mesmo tendo uma tela menor, de 6,1 polegadas.

Apple iPhone 11 e 11 Pro Max - Review

Apple iPhone 11 e 11 Pro Max - Review

Além disso, a traseira é de vidro com acabamento brilhante (que acumula muito mais marcas de dedo) e as laterais são de alumínio, não aço inoxidável. A Apple apenas seguiu a cartilha do design do iPhone XR que, apesar de não parecer barato em nenhum momento, é certamente menos sofisticado que os modelos mais avançados.

Outro ponto herdado do iPhone menos caro de 2018 é a tela, que continua sendo uma LCD de 1792×828 pixels. Embora não seja um campeão das fichas técnicas, o display tem excelente qualidade: a definição é boa, sendo impossível enxergar pixels individuais a olho nu; as cores são equilibradas, com uma calibração parecida com a das telas OLED da Apple; e o contraste é ótimo, chegando quase ao preto absoluto.

Apple iPhone 11 - Review

A tela do iPhone 11 marca todas as caixinhas para ser considerada excelente, mas é fato que a Apple poderia ter caprichado mais. Na concorrência, a Samsung oferece displays melhores no Galaxy S10, só que cobrando menos. E, agora que a Apple tem seu próprio serviço de streaming, um iPhone “de entrada” com a tela OLED do iPhone 11 Pro seria mais interessante, particularmente ao assistir a conteúdos com HDR.

Câmera

Apple iPhone 11 - Review

Em 2019, a Apple correu atrás da concorrência e melhorou o pós-processamento das câmeras, notavelmente com o modo Noite para tirar fotos melhores no escuro e com o Deep Fusion para aprimorar a definição das imagens com a ajuda de uma rede neural. Por isso, as câmeras do iPhones 11 Pro são excelentes — e o iPhone 11 está no mesmo nível, já que a única diferença é a falta de uma lente com zoom óptico na traseira.

Apple iPhone 11 - Review

Como já disse em outras análises, se for para escolher entre uma ultrawide e uma teleobjetiva, a primeira é bem mais interessante, uma vez que você não consegue simular um campo de visão maior só usando software, enquanto um zoom de 2x pode ser feito com qualidade decente por meio de algoritmos de redimensionamento. No caso do iPhone 11, a escolha é acertada porque os truques dos modelos mais caros continuam disponíveis aqui.

Apple iPhone 11 - Teste de câmera

Apple iPhone 11 - Teste de câmera

As duas câmeras traseiras operam simultaneamente. Por isso, se você cortar o pé de uma pessoa em uma foto, é só reenquadrar a imagem depois. Enquanto estiver filmando, a lente ultrawide é usada para estabilizar toda a cena sem distorcer os cantos. E os efeitos de iluminação no modo retrato estão todos no aplicativo da câmera.

Apple iPhone 11 - Teste de câmera

Apple iPhone 11 - Teste de câmera

Apple iPhone 11 - Teste de câmera

Em boas condições de iluminação, as fotos do iPhone 11 têm excelente definição, alcance dinâmico muito bom e cores equilibradas, só com um pequeno ganho na saturação para não deixar a imagem fria demais. No escuro, as capturas permanecem ótimas, desde que o modo Noite esteja ativado: as luzes não estouram e todo o quadro fica mais equilibrado.

Apple iPhone 11 - Teste de câmera

Apple iPhone 11 - Teste de câmera

As câmeras talvez sejam o avanço mais importante do iPhone XR para o iPhone 11, já que o modelo de 2018 tinha uma única lente e tentava simular efeitos de desfoque de fundo por software, o que tem suas limitações. Já neste ano, quem optar pelo iPhone menos caro não perde quase nada em relação ao iPhone 11 Pro e 11 Pro Max.

Hardware e bateria

Falar de desempenho de iPhone novo é chover no molhado: é o celular mais rápido que você vai encontrar por aí. Nos últimos anos, a Apple tem projetado os melhores processadores móveis de suas épocas e nada mudou no A13 Bionic. Não existe nenhuma perda de performance em relação aos modelos mais caros: na verdade, como a resolução da tela do iPhone 11 é menor e o chip gráfico é o mesmo, um efeito colateral positivo é que os games podem ficar mais rápidos.

Apple iPhone 11 - Review

Já a bateria me deixa no meio do caminho. Tanto o iPhone 11 Pro quanto o 11 Pro Max tiveram avanços significativos na autonomia em relação ao iPhone XS e XS Max — é quase impossível esgotar a carga em um dia. Mas o iPhone 11 tem quase a mesma capacidade de bateria do iPhone XR; em termos nominais, o aumento foi de pouco mais de 5%. A autonomia é boa, mas seria melhor se o modelo mais acessível ganhasse as mesmas novidades.

No meu dia de teste, tirei o iPhone 11 da tomada às 9 horas, assisti a vídeos no YouTube e naveguei pela web pelo 4G por cerca de duas horas, escutei músicas por streaming no Apple Music por uma hora e capturei algumas fotos ao longo do dia, sempre com brilho no automático. Às 22 horas, o aparelho ainda tinha 47% de carga, o que é excelente e se mostrou até melhor que o Galaxy S10+, que possui uma bateria bem maior.

Apple iPhone 11 - Review

Só não dá para perdoar uma coisa: a Apple continua enviando um mísero carregador de 5 watts na caixa do iPhone 11. Outras fabricantes já mandam adaptadores de 15 ou 18 watts há muito tempo até em celulares intermediários — é inadmissível que um aparelho que parta de R$ 4.999 venha com um acessório tão básico. É mais rápido carregar o iPhone 11 em uma bateria portátil do que direto na tomada.

É claro que você pode ir a uma loja da Apple e comprar um cabo USB-C para Lightning de 1 metro e um carregador de 18 watts pela bagatela de R$ 368. Mas não é como se o iPhone 11 já não fosse caro o suficiente.

Vale a pena?

Apple iPhone 11 - Review

Quem pensa em comprar um iPhone 11 provavelmente já tem um iPhone. Nesse sentido, o modelo “básico” de 2019 é uma boa pedida: ele sacrifica pouca coisa em troca de uma redução significativa de preço em relação aos modelos Pro. Como o processador é o mesmo, a longevidade também deverá ser a mesma — eu não me surpreenderia vendo um iPhone 11 funcionando bem daqui três ou quatro anos, com um “iOS 17”.

A tela não tem o preto real do iPhone 11 Pro, mas ainda é de excelente qualidade, além de mostrar um branco e um nível de brilho melhores que de AMOLEDs de celulares intermediários. O carregador ainda é ridículo, mas é provável que você só ligue o aparelho na tomada uma vez por dia, então não é como se fosse o fim do mundo. E a falta de uma lente com zoom óptico deve fazer pouca diferença na vida da maioria das pessoas.

São sacrifícios que, por dois, três ou quatro mil reais a menos, dá para encarar sem problemas. O iPhone 11 Pro Max é o iPhone que eu desejaria, mas o iPhone 11 é o que eu compraria.

Especificações técnicas

  • Bateria: 3.110 mAh;
  • Câmera frontal: 12 megapixels (f/2,2);
  • Câmeras traseiras:
    • Principal: 12 megapixels (f/1,8) com estabilização óptica de imagem;
    • Ultrawide: 12 megapixels (f/2,4)
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11a/b/g/n/ac/ax, GPS, Glonass, Galileo, QZSS, Bluetooth 5.0, Lightning, NFC (Apple Pay);
  • Dimensões: 151x76x8,3 mm;
  • Memória externa: sem suporte a cartão de memória;
  • Memória interna: 64, 128 ou 256 GB;
  • Memória RAM: 4 GB;
  • Peso: 194 gramas;
  • Plataforma: iOS 13.2;
  • Processador: hexa-core Apple A13 Bionic com GPU quad-core;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, giroscópio, reconhecimento facial (Face ID), barômetro, bússola;
  • Tela: Liquid Retina IPS LCD de 6,1 polegadas com resolução de 1792×828 pixels.

iPhone 11: aquele para ser comprado

Promoções do dia na App Store: Mini Metro, Navigate to Photo, Kenshō e mais!

Confira e aproveite a nossa seleção de promoções nas App Stores nesta quinta-feira!

Criado pelo pessoal da Dinosaur Polo Club, o viciante Mini Metro é o destaque do dia! Lançado para computadores há cerca de três anos, esse simpático game indie é uma das melhores experiências na categoria quebra-cabeça (puzzle).


Ícone do app Mini Metro

Mini Metro

de Dinosaur Polo Club

Compatível com iPadsCompatível com iPhonesCompatível com o iMessage
Versão 1.40 (130.5 MB)
Requer o iOS 8.0 ou superior

R$ 3,90 R$ 16.90

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Código QR Código QR

Screenshot do app Mini MetroScreenshot do app Mini MetroScreenshot do app Mini MetroScreenshot do app Mini MetroScreenshot do app Mini Metro

Nota na App Store

Minha nota

A interação é toda por toques simples na tela e a sua missão é construir um sistema de transporte para os cidadãos. No total são 11 cidades (metrópoles como Nova York, Londres, Paris, Berlim e São Paulo). Você precisa levar um passageiro da estação quadrado para a triângulo, da triângulo para a círculo e assim por diante.

A cada semana, novos recursos ficam disponíveis para você escolher o que deseja evoluir, tais como composições, trens ou linhas. Sua cidade vai ficando mais cheia e, se você não conseguir gerenciar as estações e elas se tornarem lotadas de passageiros, o sistema sofre um colapso e aí… fim de jogo!

No modo Standard (Padrão), você pode construir e eliminar linhas, enquanto que no Extreme (Extremo) apenas a construção é permitida — logo, pense bem antes de ligar as suas estações.

O mais interessante é que você não atua apenas como construtor das linhas; também deve definir número de trens, composições, entre outras coisas. A interface minimalista, inspirada no clássico mapa do metrô de Londres criado por Harry Beck, torna o resultado final do jogo ainda mais bacana.

Ficou fascinado com a sua malha? Exporte o seu mapa no formato GIF e compartilhe-o com os seus amigos. O jogo é realmente muito legal e, sem a menor dúvida, uma compra recomendada!

Por quanto tempo você consegue manter o sistema funcionando? Aproveite essa oferta! 😉

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Abaixo outros aplicativos/jogos que, juntos, somam quase R$42 de desconto:

Apps para iOS


Ícone do app Navigate to Photo

Navigate to Photo

de Roman Shevtsov

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 2.0 (39.7 MB)
Requer o iOS 11.0 ou superior

Grátis R$ 3.90

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Código QR Código QR

Suas fotos de uma forma diferente.


Ícone do app Roda de cores +

Roda de cores +

de Roman Sevastyanov

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 3.7 (42.2 MB)
Requer o iOS 10.3 ou superior

Grátis R$ 7.90

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Código QR Código QR

Encontre a cor perfeita.


Ícone do app Documentos

Documentos

de Savy Soda

Compatível com iPadsCompatível com iPhonesCompatível com Apple Watches
Versão 12.2 (42.5 MB)
Requer o iOS 9.0 ou superior

R$ 7,90 R$ 18.90

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Código QR Código QR

Aplicativo de produtividade.


Ícone do app DEEMO

DEEMO

de Rayark International Limited

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 3.5.0 (2.8 GB)
Requer o iOS 9.0 ou superior

Grátis R$ 7.90

Badge - Baixar na App Store

Código QR Código QR

Jogo de aventura.

App para macOS


Ícone do app Kenshō

Kenshō

de FIFTYTWO

Compatível com Macs
Versão 1.8 (149.8 MB)
Requer o macOS 10.9.0 ou superior

R$ 3,90 R$ 14.90

Badge - Baixar na Mac App Store

Código QR Código QR

Uma jornada por um mundo surreal.

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Aproveitem as ofertas e até amanhã! Ah, lembrando que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr! 😀