Tecnocast 138 – Confinados no home office

Segundo o instituto datamobs™️, 9 em cada 10 pessoas afirmam que gostam de ter a liberdade de trabalhar remotamente. Mas o que acontece quando “remoto” é na verdade apenas de casa e você não pode nem sair para tomar um café?

No episódio de hoje damos dicas para você manter a sua produtividade em dia durante o home office forçado. Dá o play e vem com a gente!

Participantes

Oferecimento: Serasa AntiFraude

Este Tecnocast é um oferecimento do Serasa AntiFraude, ferramenta criada pela Serasa Experian para você ficar mais tranquilo com seus documentos.

Aqui no Tecnocast a gente sempre fala que o Brasil não é para amadores. Infelizmente, existe um alto índice de fraudes com documentos como CPF e passaporte: os fraudadores aproveitam as fraquezas nos sistemas para fazer dívidas em nome de uma vítima.

E vale lembrar que isso não se limita só às pessoas físicas — as empresas também precisam ficar de olho no CNPJ! Os criminosos costumam utilizar CNPJs para pedir empréstimos em nome de uma empresa, solicitar cartões de crédito e até clonar sites de e-commerce para aplicar golpes.

O Serasa AntiFraude foi criado justamente para as pessoas ficarem mais tranquilas. Ele monitora o uso dos seus documentos a todo momento, assim você pode tomar uma medida imediata se aparecer uma dívida no seu nome ou uma negativação em caso de fraude.

Esperamos que esses problemas não aconteçam com você ou sua empresa, mas é sempre melhor se prevenir. E a Serasa tem uma promoção especial para quem ouve o Tecnocast: quem assinar o plano Premium Anual do Serasa AntiFraude usando o código AP_CP30OFF tem 30% de desconto.

Para saber mais sobre o Serasa AntiFraude e monitorar seu CPF, e-mail, passaporte e até número de celular, acesse o serasaantifraude.com.br e confere o @serasaconsumidor nas redes sociais.

Links citados

Baixe o app do Tecnoblog!

Agora é oficial! Lançamos o aplicativo do Tecnoblog para Android e iPhone! Esta é uma forma mais prática de acompanhar na palma da mão tudo o que fazemos por aqui: as notícias de tecnologia, os reviews detalhados de produtos, os episódios quinzenais do Tecnocast e muito mais.

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Edição e sonorização

Este Tecnocast foi editado pelo Paulo Barba.

Arte da capa

Arte da capa por Leandro Massai.

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Tecnocast 138 – Confinados no home office

Facebook e Instagram atualizam ferramenta para baixar dados do perfil

O Facebook e o Instagram permitem baixar dados de seu perfil, como sua lista de amigos, as páginas que você segue, os grupos que você participa e as suas curtidas em posts. Essa ferramenta foi atualizada nas duas redes sociais e, agora, oferece ainda mais detalhes.

Quem tentar baixar dados do perfil do Facebook ou do Instagram, verá mais informações sobre curtidas, comentários e outras interações, como as páginas que você curtiu. São itens como esses que definem o que será apresentado no seu feed.

As plataformas também utilizam esses dados para definir as chamadas inferências, isto é, suposições de assuntos pelos quais você poderá se interessar. Ao compartilhar um post sobre quadrinhos, por exemplo, você indica à rede social deseja ver mais posts parecidos.

Com a atualização, a ferramenta do Facebook permite que qualquer pessoa saiba quais são as inferências feitas sobre ela. Segundo a rede social, “os tópicos são baseados no histórico de interações com coisas como links, vídeos, fotos e páginas que você curtiu”.

O Instagram contará com uma solução parecida e exibirá categorias ligadas a algumas contas que você segue. Esses tópicos são usados para sugerir conteúdos na seção Explorar. Em seu blog, o Facebook afirmou que pretende trabalhar de forma mais transparente em relação aos dados.

“Continuaremos explicando o papel que os dados desempenham em nossos serviços e atualizaremos nossas ferramentas sempre que possível, à medida em que a conversa global sobre esse importante tópico evolui para garantir que as pessoas podem continuar acessando dados de maneiras significativas”, afirmou a empresa.

Facebook e Instagram atualizam ferramenta para baixar dados do perfil

Como pagar por aproximação e sem contato físico [contactless]

Você já arrisca sair de casa sem a carteira? Dependendo do estabelecimento que vou, não levo nada além do celular — que contém os cartões e a CNH digitais. Além de ser seguro e rápido, o pagamento por aproximação (contactless) ajuda a evitar o contato físico com o cobrador ou com a máquina do cartão — é o método recomendado pela OMS para evitar o contágio do coronavírus (Covid-19). Conheça algumas formas de pagar por aproximação.

1. Google Pay

O método de pagamento por aproximação do Google usa a tecnologia NFC presente em smartphones Android para funcionar. Após cadastrar o cartão no aplicativo, já é possível realizar os pagamentos sem o cartão físico, apenas desbloqueando o telefone.

2. Apple Pay

A solução para usuários de iPhone é usar o Apple Pay. A fabricante foi a primeira a implementar a modalidade nos telefones, desde o iPhone 6, de 2014, mas demorou para lançar de vez no Brasil. O funcionamento é o mesmo que no Google Pay: cadastre o cartão, ative e comece usar.

3. Samsung Pay

A Samsung tem duas formas para pagamento por aproximação: a primeira é que usa a tecnologia NFC, enquanto a segunda é chamada de MST (transmissão magnética segura).

Esse método alternativo simula a tarja de um cartão magnético e não exige que o terminal ou máquina de cartão estejam habilitados com NFC para funcionar. Portanto, é mais abrangente.

4. Cartões habilitados

Ainda que não tenha o celular para usar uma das carteiras digitais acima, alguns cartões já contam com o chip de NFC embutido. Como exemplos cito os cartões do Nubank e C6 Bank. Talvez seja necessário ativar o recurso nas configurações do aplicativo.

Para saber se seu cartão suporta o NFC, basta observar o símbolo da tecnologia impresso em algum dos lados.

Como saber se posso usar o pagamento por aproximação?

Para usar o pagamento por aproximação é preciso considerar três pontos:

  1. Se o celular tem suporte à tecnologia NFC (ou MST também para aparelhos da Samsung). Nos dispositivos Android, é comum que o chip venha apenas em aparelhos mais caros;
  2. Verificar se o cartão é aceito em uma das carteiras (Google Pay, Apple Pay ou Samsung Pay). É necessário que a emissora do cartão tenha contrato com a fabricante do celular para fornecer suporte ao pagamento por aproximação;
  3. Encontrar terminal com suporte ao NFC (exceto tecnologia MST da Samsung): para usar o pagamento por aproximação, a máquina com a qual o celular se comunicará também precisa ter o chip habilitado.

5. Métodos alternativos: pagamento com QR Code

Outra maneira de conseguir pagar gerar contato físico é com a leitura de códigos QR.

Diversos bancos e carteiras digitais aderiram a esta modalidade, como uma alternativa ao pagamento por aproximação: PicPay, Iti do Itaú, Mercado Pago, banco Next, Ame Digital (para Lojas Americanas), iFood, Rappi, entre outros.

A solução consiste em usar a câmera do celular para escanear um o código QR de um estabelecimento e assim pagar sem encostar na máquina ou entregar seu cartão para algum atendente.

Como pagar por aproximação e sem contato físico [contactless]

Google Classroom é usado para aulas da rede pública do RJ

O estado do Rio de Janeiro vem adotando medidas restritivas para evitar o contágio do coronavírus (COVID-19): por isso, alunos de ensino médio na rede estadual pública passaram a usar o Google Classroom (Sala de Aula), plataforma grátis vinculada a uma conta de e-mail do Google for Education. O acesso não descontará da franquia de dados, e o governo se dispõe a imprimir o material didático se necessário.

O Google Classroom, também conhecido como Google Sala de Aula, possui três seções principais. O Mural permite que professores e alunos enviem mensagens e dúvidas; as Atividades reúnem lições, tarefas e provas; e a aba Pessoas mostra todos os estudantes e docentes que têm acesso.

Cada aluno do ensino médio na rede pública do RJ recebe uma conta de e-mail com primeiro nome, número da matrícula e sufixo @aluno.educa.rj.gov.br. A senha de primeiro acesso é a data de nascimento do estudante, por exemplo “01012001” (dia, mês e ano no formato DDMMAAAA). A Seeduc RJ (Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro) pede que o usuário troque a senha por outra mais forte.

O procedimento é similar para os professores: eles receberam uma conta com primeiro nome, ID funcional e sufixo @prof.educa.rj.gov.br. A senha de primeiro acesso é o número de CPF; ela precisa ser alterada pelo usuário.

Vídeo tutorial da Seeduc e Google For Education

A Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) preparou um vídeo tutorial explicando, para os alunos da rede estadual de Educação, como efetuar o login na sala de aula virtual. A Seeduc e o Google For Education iniciarão, na próxima segunda-feira, dia 30, as atividades de ambientação na plataforma online.A primeira semana será exclusiva para que alunos e professores da rede pública estadual, com seus logins individuais, poderão conhecer a plataforma e entender seu funcionamento. Para os estudantes que têm dificuldade ou não têm acesso à internet, a Secretaria de Estado de Educação vai imprimir e entregar o material didático.Aperte o play ▶️ e confira 😉.

Posted by Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro – Seeduc RJ on Sunday, March 29, 2020

Google Classroom não consumirá franquia de dados

A Seeduc contratou um “link patrocinado” com as operadoras para que o uso do Google Classroom não consuma dados da franquia do aluno ou professor. O acesso gratuito no RJ está em fase de implementação.

De acordo com a secretaria, esta primeira semana servirá para que todos conheçam melhor a plataforma; as aulas começam de fato na semana que vem. O órgão afirma que “esta atividade não vai afetar os 200 dias letivos”, porque o recesso escolar de julho foi antecipado para compensar o período de quarentena no estado.

E se o aluno não tiver acesso fácil à internet? A Seeduc se compromete a imprimir e entregar o material didático nesses casos; ela também verifica a possibilidade de abrir algumas escolas para que alunos e professores usem os computadores nos laboratórios de informática.

Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro, renovou as medidas restritivas no estado por mais 15 dias a partir desta segunda-feira (30). As aulas na rede pública e privada foram suspensas, assim como o passe livre de transporte público para estudantes.

Google Classroom é usado para aulas da rede pública do RJ

Google cancela brincadeiras de primeiro de abril para 2020

É difícil pensar em 1º de abril sem lembrar das brincadeiras que o Google ano a ano reserva à data. Mas, em 2020, a tradição vai ser quebrada: com o coronavírus (Covid-19) se espalhando de modo alarmante pelo mundo todo, não há clima para “celebração” do dia da mentira.

Embora a data seja lembrada pelo Google pelo menos desde 2000, as brincadeiras de 1º de abril da empresa ficaram populares em 2005, quando a companhia anunciou uma bebida fictícia chamada Google Gulp. Desde então, pegadinhas do tipo vinham sendo realizadas todos os anos pela companhia.

Mas, de acordo com um e-mail interno obtido pelo Business Insider, os funcionários do Google não deverão realizar nenhuma brincadeira de 1º de abril neste ano.

“Sob circunstâncias normais, o 1º de abril é uma tradição do Google e um momento para celebrar aquilo que faz de nós uma empresa não convencional”, escreve Lorraine Twohill, líder de marketing da companhia, que complementa: “neste ano, nós não vamos seguir com a tradição em respeito a todos aqueles que estão lutando contra a pandemia de Covid-19”.

O e-mail foi direcionado a gestores da companhia. Cabe a eles orientar suas equipes para que nenhuma brincadeira seja feita neste ano. Se alguma já estiver sendo preparada, deverá ser interrompida.

Provavelmente, a orientação não encontrará resistência. Mesmo assim, Twohill fez questão de destacar: “nosso maior objetivo agora é ajudar as pessoas, então vamos deixar as brincadeiras para o próximo mês de abril (2021), que certamente serão mais brilhantes que as deste ano”.

Google cancela brincadeiras de primeiro de abril para 2020

EUA usam localização de celulares para monitorar coronavírus

As autoridades têm adotado vários métodos para garantir que a orientação de isolamento social durante a pandemia de coronavírus seja respeitada. Nos Estados Unidos, os órgãos de saúde estão utilizando a localização de celulares para identificar aglomerações.

Segundo o Wall Street Journal, os Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC), a Casa Branca e governos locais dos EUA estão recebendo informações sobre a localização das pessoas a partir de seus celulares. Os dados são compartilhados por empresas de tecnologia.

Os nomes das empresas não foram revelados pelo WSJ. No entanto, o Washington Post informou há alguns dias que o governo conversou com Facebook, Google e outras companhias para definir como coletar a localização de celulares.

As informações ajudam a identificar como a COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, está se espalhando pelos EUA. Os governos pretendem desenvolver um portal para acompanhar os dados de geolocalização em cerca de 500 cidades americanas.

Com a ferramenta, as autoridades querem descobrir os locais que não estão cumprindo a recomendação de evitar aglomerações. Os dados já apontaram, por exemplo, o caso de um parque em Nova York que estava recebendo muitas pessoas, o que poderia contribuir para a propagação da doença.

Os governos ainda poderiam acompanhar o impacto do coronavírus sobre a economia dos EUA. Entre os dados que a localização dos celulares pode indicar, está a perda de clientes registrada por lojas há algumas semanas por conta da pandemia.

A coleta de dados sobre localização, que levanta discussões sobre privacidade, não é exclusiva dos EUA. Os governos de Itália, Alemanha, Áustria, Israel, China e Coreia do Sul também têm utilizado essas informações para monitorar o avanço do coronavírus.

Com informações: The Verge.

EUA usam localização de celulares para monitorar coronavírus

Apple Pay passa a aceitar cartões do Neon

Em meados de dezembro passado, o Banco Bradesco começou a aceitar cartões de débito Visa no Apple Pay e, naquela ocasião, o MacMagazine noticiou que havia indícios de que o Neon seria o próximo a entrar para o sistema de pagamentos móveis da Maçã no Brasil.

Pois aqui está, finalmente! 😃

O leitor Lucas Garcia conseguiu adicionar com sucesso tanto o seu cartão de crédito (“Crédito na Fatura”) quanto o pré-pago (“Crédito na Hora”) no Apple Pay, conforme mostram as imagens abaixo:

Outros dois leitores do MM já confirmaram que conseguiram adicionar seus cartões Neon ao Apple Pay com sucesso, indicando ser mesmo uma liberação geral.

A novidade é bastante significativa porque o Neon está se tornando o primeiro banco 100% digital brasileiro a entrar no Apple Pay. Até então, além do Bradesco supracitado, tínhamos apenas grandes instituições como Banco do Brasil, Itaú e Porto Seguro — confira aqui o nosso guia completo de cartões suportados.


Ícone do app Neon

Neon

de Neon Pagamentos S.A.

Compatível com iPhones
Versão 3.10.12 (276.2 MB)
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Grátis

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Há alguns meses também surgiram indícios de que o Apple Pay ganharia suporte a cartões American Express (AMEX) no Brasil, mas por enquanto isso ainda não foi liberado.

Em tempos de pandemia do Coronavírus (COVID-19), o uso de soluções contactless como o Apple Pay é fundamental para evitar toques desnecessários com maquininhas de cartão em lojas e afins. Recomendamos fortemente!