Justiça volta a decidir se Apple pode usar marca iPhone, da Gradiente

A saga da Gradiente para processar a Apple pelo uso da marca iPhone, no Brasil, ganhou um novo capítulo em 2020. Após perder a disputa para a empresa norte-americana, em 2018, a IGB Eletrônica (ex-Gradiente) protocolou, no início deste ano, um recurso extraordinário para tentar reverter a decisão judicial – e, agora, tem aval do Supremo Tribunal Federal (STF) para seguir com o processo.

De acordo com o fundador do Grupo Gradiente, Eugênio Staub, a decisão do presidente do STF, o ministro Dias Toffoli, demonstra entendimento da Justiça sobre “a relevância do assunto para nossa soberania e para a proteção da propriedade intelectual no Brasil”.

Desde o anúncio da retomada do processo, na última sexta-feira (07), as ações da IGB Eletrônica tiveram aumento na bolsa de valores de São Paulo. Vale ressaltar que a empresa está em recuperação judicial, e um acordo com a Apple – como o que acontece com empresas de países como México, Canadá e até mesmo Estados Unidos – viria a calhar.

Apesar da aprovação do recurso extraordinário, é possível que o caso demore anos para ser julgado.

Uma briga de longa data

No início do ano 2000, a Gradiente solicitou o registo da marca “G Gradiente iphone” no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) – sete anos antes do lançamento do primeiro iPhone da Apple. No entanto, o registro foi concedido somente em 2008.

Os embates entre Apple e IGB Eletrônica tiveram início em 2013, quando a empresa norte-americana tentou invalidar o registro da Gradiente. Em 2018, foi a vez da IGB Eletrônica tentar reverter a perda de exclusividade da marca iPhone – no entanto, o grupo não obteve sucesso.

Com informações: Valor Econômico e PRNewswire

Justiça volta a decidir se Apple pode usar marca iPhone, da Gradiente

Proibição do TikTok barraria anúncios e distribuição em lojas de apps

Novas informações sobre o embate entre o governo dos Estados Unidos e o TikTok detalham quais seriam os impactos práticos da medida assinada pelo presidente Donald Trump na última semana. De acordo com a Reuters, um documento da Casa Branca indica que as principais consequências seriam a suspensão da distribuição do TikTok em lojas de aplicativos americanas e a proibição de publicidade na rede social.

Para o especialista em segurança cibernética do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais dos EUA, James Lewis, tais sanções implicariam na morte do TikTok nos Estados Unidos, já que a plataforma estaria fora das principais lojas de dispositivos móveis, a App Store e a Play Store. A Apple e a Alphabet não se pronunciaram sobre o assunto.

Caso o cenário se confirme, as medidas teriam forte impacto no crescimento do número de usuários da rede social. O TikTok é bastante popular em território americano, com mais de 100 milhões de usuários ativos somente nos Estados Unidos.

Apesar das sanções, advogados afirmam que a ordem de Trump não pode obrigar os usuários a desinstalarem o aplicativo dos smartphones. Além disso, o governo não seria capaz de impedir o download a partir de sites estrangeiros.

Em contrapartida, o TikTok afirma que está estudando processar os EUA por faltas de evidências que justifiquem o banimento da rede social. Se a empresa não entrar com nenhum recurso para reverter o processo, as restrições começam a valer a partir de 20 de setembro.

Sanções dos EUA podem impulsionar trâmites de venda do TikTok

Enquanto o TikTok corre contra o tempo para explorar brechas nas ordens executivas de Donald Trump, a gigante Microsoft lidera as negociações para a compra do TikTok em todo o mundo – com exceção da China, onde a versão local, Douyin, ainda ficaria sob a administração da startup ByteDance. O Twitter também teria tentando entrar na briga para assumir a operação da plataforma, porém o valor alto da transação pode ser um impeditivo para que a empresa siga da disputa.

De acordo com o presidente dos Estados Unidos, a rede social poderia deixar de ser alvo de suas ações em caso de venda para uma empresa “grande”, “segura” e “muito americana”. Não se sabe, porém, qual seria a conduta de outros países se a transação for concluída – o app também é investigado na França por possível infração na regulamentação europeia de proteção de dados.

Com informações: Reuters

Proibição do TikTok barraria anúncios e distribuição em lojas de apps

São Paulo lança RG Digital para Android e iPhone

A Polícia Civil lançou nesta terça-feira (11) um aplicativo chamado RG Digital SP e que pode ser utilizado como versão virtual da cédula de identidade. A novidade está presente tanto em smartphones Android como no iPhone e a validade do documento também é nacional.

Depois da CNH aparecer em versão virtual, é a vez do RG também dar as caras em telas de smartphones. No caso do aplicativo lançado pela Polícia Civil do Estado de São Paulo, basta o usuário estar ao menos na versão 5 Lollipop do Android ou no iOS 10, além de ter câmera de no mínimo 5 megapixels e conexão ativa com a internet, para poder ter o documento na tela.

No lado do documento, a exigência é que a emissão date a partir de 4 de fevereiro de 2014, com a numeração vermelha, que esteja cadastrado no Sistema Automatizado de Identificação Biométrica (Abis) e que apresente o código QR no verso. É este código que é utilizado na hora de adicionar o RG no app., além de conferência por reconhecimento facial com a câmera do aparelho

A Polícia Civil de São Paulo afirma que em seu banco de dados existem cerca de 35 milhões de prontuários biométricos – número próximo dos 44,6 milhões de habitantes, segundo estimativa de 2020 da Fundação SEADE. Se o seu RG não cumpre todos os requisitos, basta solicitar uma nova via para que ele possa aparecer no app RG Digital SP.

O documento virtual só poderá ser adicionado em um celular por vez e pode ser utilizado durante qualquer momento de identificação da pessoa, além de abordagens policiais. A nota de lançamento dos aplicativos também afirma que o RG virtual não substitui sua versão oficial impressa. Dentro do app o cidadão poderá solicitar a emissão da segunda via do RG físico.

Com informações: Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

São Paulo lança RG Digital para Android e iPhone

Microsoft corrige falha no Internet Explorer, usado por outros apps

A Microsoft começou a liberar um pacote de correções de segurança para o Windows, que inclui uma solução para o Internet Explorer. Mesmo perdendo espaço para o Edge dentro do sistema operacional, a falha afeta outros programas que utilizam a engine do antigo browser.

O update contempla correções para 13 aplicações do Windows, que vão desde o Office, passam pelo .NET Framework, SQL Server e caem até mesmo nas duas versões do Edge (baseada no Chromium e na anterior, com motor próprio). O ponto que chama atenção é a presença de soluções para o Internet Explorer.

De acordo com a nota do patch, a Kaspersky foi quem alertou a Microsoft sobre a falha no Internet Explorer e ela permite que um código seja executado remotamente na máquina alvo. Alguns ataques já estavam acontecendo e eles utilizam a engine de scripts do navegador, que também é utilizada em outros programas, indo até mesmo para dentro de partes do Office da própria Microsoft.

Para chegar até o usuário, basta um documento do Office com um link malicioso que abre dentro do próprio programa e pronto – péssimas lembranças de corrente em ppt e pps chegando por e-mail.

O pacote de correções chega para usuários do Windows 10 e de forma cumulativa com outras atualizações mensais de segurança que, por ventura, ainda não foram baixadas na máquina. Usuários que ainda estão no Windows 7, Windows Server 2008 R2 ou Windows Server 2008 precisam comprar a extensão de pacotes de atualizações para baixarem este pack.

Com informações: Microsoft.

Microsoft corrige falha no Internet Explorer, usado por outros apps

Uber pode suspender serviço na Califórnia se tiver que tratar motoristas como funcionários

O CEO da Uber, Dara Khosrowshahi, afirmou que a empresa pode interromper seu serviço na Califórnia por alguns meses se a Justiça não reverter a decisão que a obriga tratar motoristas como funcionários a partir de 20 de agosto. Em entrevista à MSNBC, o executivo afirmou que respeita a ordem judicial, mas alegou que a companhia não consegue se adaptar a tempo ao que foi determinado.

Antes da medida entrar em vigor, a Uber deve pedir para a decisão ser revisada. “Se o tribunal não reconsiderar, então, na Califórnia, é difícil acreditar que seremos capazes de mudar nosso modelo para um de emprego em tempo integral rapidamente”, afirmou Khosrowshahi. “Então, acho que a Uber vai interromper por um tempo [os serviços no estado]”.

A pausa duraria até novembro, quando os eleitores da Califórnia decidirão se motoristas e entregadores de aplicativos devem ser considerados prestadores de serviço. Se indicarem que sim, a categoria não ficaria sujeita à chamada Assembly Bill 5 (AB5), uma lei trabalhista da Califórnia que entrou em vigor no início deste ano e garante direitos como salário mínimo, compensação de horas extras e períodos de descanso remunerado.

Por outro lado, se eleitores californianos entenderem que motoristas e entregadores devem ter os direitos da AB5, a Uber teria que se adequar ao novo cenário. Khosrowshahi afirmou à MSNBC que a empresa levaria uma quantidade significativa de tempo para migrar ao modelo de tempo integral e já tem profissionais tratando disso caso o recurso não seja aceito.

“Gostaríamos de voltar às ruas o mais rápido possível”, afirmou. Segundo ele, se a Justiça da Califórnia não reverter a liminar, a empresa será bem diferente na região. “Você teria um serviço muito menor, preços muito mais altos e provavelmente um serviço que se concentra no centro das cidades em vez de um monte de cidades menores ou subúrbios que operamos no momento”.

Khosrowshahi defende um modelo híbrido que garanta alguma proteção, mas mantenha os motoristas como prestadores de serviços. O executivo afirma que trabalhadores do serviço preferem manter a flexibilidade e argumenta que a suspensão do serviço seria lamentável em “um momento histórico de desemprego na Califórnia”. Além da Uber, a liminar concedida pela Justiça californiana também obriga a Lyft a tratar motoristas como funcionários.

Com informações: CNBC.

Uber pode suspender serviço na Califórnia se tiver que tratar motoristas como funcionários

Foxconn diz que era da China como “fábrica do mundo” vai acabar

As sanções à Huawei e a ameaça de bloqueio ao TikTok são os principais exemplos do clima de tensão comercial entre Estados Unidos e China. No que aparenta ser um movimento para se resguardar dessa briga, a Foxconn se prepara para depender menos do país asiático. Para Young Liu, CEO da companhia, a era da China como “fábrica do mundo” vai chegar ao fim.

A Foxconn é conhecida por produzir o iPhone e outros produtos da Apple, mas a companhia tem várias outras empresas em sua carteira de clientes, muitas das quais são americanas (como Dell e HP).

Embora tenha fábricas na Europa e no Brasil, por exemplo, as linhas de produção mais importantes da companhia estão localizadas na China, com destaque para a unidade de Zhengzhou, na província de Henan. Esse complexo fabril é tão grande que recebeu o apelido de “iPhone City”.

Diversas fábricas respondem pela produção do iPhone, mas a principal é justamente a de Zhengzhou. Porém, Liu declarou no ano passado que, se necessário, pode mover a produção das linhas de celulares da Apple para fora da China.

Nesta semana, ao comentar sobre os resultados financeiros da Foxconn no trimestre encerrado em junho, o executivo deixou claro que a capacidade de produção da companhia fora da China vem aumentando gradualmente: se em junho de 2019 era de 25%, hoje está em 30%.

Apple iPhone 11 - Review

Essa proporção deve aumentar ainda mais nos próximos meses, pois a Foxconn continua montando fábricas fora da China, principalmente em países asiáticos.

A Índia, por exemplo, pode se tornar um grande produtor de iPhones, o que ajudaria inclusive a aumentar as vendas da linha no país — recentemente, o iPhone 11 começou a ser produzido por lá, justamente em instalações construídas pela Foxconn como parte de seu plano de expansão.

“Não importa se é na Índia, Sudeste Asiático ou nas Américas, haverá um ecossistema de produção em cada região”, afirma Liu. A China continuará sendo importante para as operações da companhia, mas a ideia é diversificar as bases de produção para evitar os efeitos de um possível aumento na taxação de produtos de origem chinesa causado pela guerra comercial.

Com informações: Bloomberg.

Foxconn diz que era da China como “fábrica do mundo” vai acabar

Apple promove uma série de vídeos instrutivos focados no Arcade

A Apple tem publicado vários vídeos instrutivos em seu canal brasileiro do YouTube, e desta vez trouxe uma série toda focada na sua plataforma de jogos, o Apple Arcade.

Confira os cinco novos vídeos:

Como jogar games do Apple Arcade com um controle

Assuma o controle do jogo. Use o controle Bluetooth do Xbox ou do PS4 no iPhone, iPad, Mac ou Apple TV para detonar nos seus games favoritos do Apple Arcade.

Como compartilhar o Apple Arcade com sua família

Mantenha a paz em casa. Compartilhe seus jogos no Apple Arcade com até cinco pessoas da família sem custo adicional.

Como iniciar jogos do Apple Arcade em um aparelho e continuar em outro

Continue de onde parou em qualquer jogo do Apple Arcade. Basta iniciar uma sessão no iCloud.

Como jogar games do Apple Arcade offline

Você nem precisa de Wi-Fi para brilhar nos games do Apple Arcade. Veja como jogar offline.

Como encontrar seu próximo jogo favorito do Apple Arcade

Não importa seu estilo: de quebra-cabeças a jogos de aventura, você encontra recomendações sob medida no Apple Arcade. Descubra mais de 100 jogos para baixar e jogar. E sem anúncios.

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