YouTube remove contas que semeavam discórdia em protestos de Hong Kong

As ações do governo chinês em meio a protestos em Hong Kong levaram YouTube, Facebook e Twitter remover centenas de contas falsas. Segundo as empresas, elas serviam para semear a discórdia entre os manifestantes.

Manifestação em 16 de junho levou mais de um milhão de pessoas às ruas de Hong Kong (Foto: Wai Wan Tong/Wikimedia Commons)

O YouTube, por exemplo, anunciou na quinta-feira (22) que removeu 210 contas de sua plataforma. A ação foi tomada após a empresa descobrir que os canais agiam de forma coordenada ao publicar vídeos relacionados aos protestos em Hong Kong.

“Percebemos o uso de VPNs e outros métodos para disfarçar a origem dessas contas e outras atividades comumente associadas a operações coordenadas de influência”, afirmou o diretor do grupo de análise de risco do Google Security, Shane Huntley.

O Google não deu exemplos dos vídeos removidos e não chegou a afirmar que a ação era parte de uma campanha do governo de Pequim. No entanto, a companhia diz que a descoberta foi “consistente com observações e ações recentes relacionadas à China anunciadas por Facebook e Twitter”.

Facebook e Twitter acusam governo chinês

Na segunda-feira (19), o Facebook anunciou ter removido 7 páginas, 3 grupos e 5 perfis usados para publicar conteúdos sobre os protestos em apoio ao governo. A empresa informou que elas estavam ligadas a uma atividade coordenada inautêntica, o que é proibido na rede social.

Ao todo, as páginas tinham 15,5 mil seguidores e os grupos, 2,2 mil participantes. “Embora as pessoas por trás dessa atividade tenham tentado ocultar suas identidades, nossa investigação encontrou ligações de indivíduos associados ao governo chinês”, afirmou o chefe de política de cibersegurança do Facebook, Nathaniel Gleicher.

Facebook

O Facebook afirma que realizou sua investigação com base em informações compartilhadas pela equipe de segurança do Twitter, que ainda na segunda afirmou ter removido 936 perfis por violações como spam e ação coordenada.

A plataforma, que é bloqueada na China, afirma que muitas contas acessavam a rede social por VPNs. No entanto, outras usavam endereços de IP sem bloqueio e, com isso, tiveram sua origem identificada.

“Com base em nossas investigações intensivas, temos evidências confiáveis para sustentar que esta é uma operação coordenada e apoiada pelo Estado”, afirmou. Em seu comunicado, a empresa ainda publicou bancos de dados com as contas removidas e seus tweets.

“Essas contas tentaram deliberada e especificamente semear discórdia política em Hong Kong, inclusive minando a legitimidade e as posições políticas do movimento de protesto nas ruas”, continuou a companhia.

Os protestos em Hong Kong

As manifestações em Hong Kong, considerada uma Região Administrativa Especial da China desde 1997, são direcionadas ao governo central, de Pequim. Eles começaram em junho em resposta a um projeto de lei que permitiria extraditar suspeitos à China continental.

A proposta foi suspensa em julho, mas os manifestantes pedem que ele seja cancelado definitivamente. Eles também desejam que os protestos não sejam considerados “distúrbios”, que os manifestantes presos tenham anistia e que as eleições da região tenham sufrágio universal.

Com informações: Google, Facebook, Twitter, Ars Technica, TechCrunch.

YouTube remove contas que semeavam discórdia em protestos de Hong Kong

Redmi Note 8 Pro deve ter câmera de 64 MP e resfriamento líquido

O Redmi Note 8 Pro só deve ser anunciado oficialmente no final de agosto, mas a própria Xiaomi vem tratando de antecipar alguns detalhes do aparelho para alimentar as expectativas. Já sabemos, por exemplo, que ele terá quatro câmeras na traseira — uma delas deve ter sensor de 64 megapixels.

De fato, as imagens divulgadas até o momento mostram um conjunto de quatro círculos na traseira. Porém, só os três primeiros abrigam as câmeras. O último parece corresponder ao leitor de impressões digitais e, por isso, o quarto sensor foi colocado ao lado, logo abaixo do flash LED.

É uma disposição estranha, mas que não deve prejudicar o registro de imagens. Na verdade, as expectativas com relação às câmeras são altas por conta justamente dos rumores sobre a principal ter sensor de 64 megapixels — provavelmente, trata-se do Isocell Bright GW1, da Samsung.

As demais câmeras devem ter 8 megapixels (grande angular), 5 megapixels (profundidade) e 2 megapixels (macro; aparentemente, a câmera que foi colocada à direita), mas essas características não foram confirmadas.

Outro característica que vem chamando atenção é o processador. Recentemente, a MediaTek revelou que o Redmi Note 8 Pro será equipado com o Helio G90T, chip octa-core voltado ao segmento gamer.

Talvez essa afirmação seja um pouco apelativa. De todo modo, o Helio G90T tem mesmo especificações interessantes: o processador possui dois núcleos ARM Cortex-A76 de até 2,05 GHz e seis núcleos ARM Cortex-A55 de até 2 GHz, além de GPU Mali-G76.

Não é por coincidência que, recentemente, a Xiaomi divulgou uma imagem que indica que o smartphone contará com um sistema de resfriamento líquido.

Redmi Note 8 Pro - resfriamento líquido

Outra característica esperada é a de que o modelo tenha bateria de 4.500 mAh com recarga rápida (18 W). Tamanho de tela, capacidade de armazenamento e quantidade de memória RAM estão entre os detalhes ainda desconhecidos.

Assim como o Redmi Note 8, o Redmi Note 8 Pro deve ser anunciado oficialmente em 29 de agosto, na China.

Com informações: Gizmochina.

Redmi Note 8 Pro deve ter câmera de 64 MP e resfriamento líquido

Dois membros da Associação Libra querem desistir de criptomoeda do Facebook

O Libra foi apresentado em junho como um projeto do Facebook com outras 27 empresas, que formam a Associação Libra. A criptomoeda ainda não saiu do papel, mas já corre o risco de perder o apoio de dois parceiros.

A informação é do Financial Times, que não revelou quais seriam as empresas. De acordo com o jornal, elas afirmam estar preocupadas com as ações de reguladores dos Estados Unidos e da União Europeia e estudam cortar laços com a Associação Libra.

O grupo inclui empresas como Visa, Mastercard, PayPal, Uber, Lyft, Spotify, eBay, MercadoPago e Calibra, a subsidiária do Facebook para serviços financeiros. Cada uma delas investiu US$ 10 milhões no projeto.

Apesar disso, pessoas próximas à criptomoeda afirmam que a falta de apoio público por integrantes da Associação Libra tem irritado o Facebook. Segundo os relatos, representantes da empresa entendem ser os únicos trabalhando para tirar o Libra do papel.

“Acho que será difícil para os parceiros que querem ser vistos como em conformidade [com seus próprios reguladores] estar lá fora, apoiando [o Libra]”, afirmou um dos parceiros da associação ao Financial Times, que informa que esta é a situação de uma terceira empresa.

O jornal diz ainda que duas das empresas mantêm discussões sobre quais seriam os “próximos passos corretos” a se tomar. Elas estariam preocupadas com reguladores, que questionam riscos do projeto com crimes de lavagem de dinheiro e evasão fiscal.

“Algumas dessas conversas [sobre regulamentação] deveriam ter ocorrido antes do lançamento, para entender como os reguladores pensariam sobre isso, para que não houvesse tanta reação”, disse uma das fontes do FT.

Enquanto o Libra não é lançado, ele já é usado para aplicar fraudes na internet. Segundo o Washington Post, perfis e páginas no Facebook e no Instagram estão usando o material divulgado pelo Facebook para se passarem por canais de venda do Libra.

Dois membros da Associação Libra querem desistir de criptomoeda do Facebook

Por falta de inovação, consumidores estão mantendo seus iPhones por ainda mais tempo

Imagem oficial: https://www.apple.com/newsroom/2017/11/iphone-x-arriving-in-stores-around-the-world/

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Já há algum tempo, discute-se um problema sério que as fabricantes de smartphones têm enfrentado: a desaceleração do ciclo de troca de aparelhos por parte dos usuários. A Apple é uma das empresas que mais tem sofrido com o fenômeno — que foi, recentemente, posto em números pela Strategy Analytics.

A firma detectou que a idade média dos iPhones ativos no mundo hoje é de 18 meses, o maior tempo já registrado; comparativamente, a idade média dos smartphones Samsung é de 16,5 meses. Segundo a empresa, o tempo médio que os consumidores estão levando hoje para trocar seus smartphones é de 33 meses, e a tendência é que eles fiquem com seus aparelhos por ainda mais tempo ao longo dos próximos anos — tudo por conta de um único fator: falta de inovação.

De acordo com o vice-presidente sênior da Strategy Analytics, David Kerr, “operadores e marcas de dispositivos enfrentam uma inércia significativa por conta de uma percepção dos consumidores de que não há um bom custo-benefício em sucessivas gerações de aparelhos topo-de-linha”.

O analista comentou também que, ao buscar uma maior margem de lucro para suas operações de smartphones, as fabricantes (especialmente Apple e Samsung) jogaram os preços dos seus flagships lá para cima, com valores acima dos US$1.000. Segundo Kerr, o preço dos aparelhos 5G será um fator importantíssimo no sucesso ou fracasso da tecnologia, já que 1 em cada 4 consumidores destaca esse fator como determinante para sua próxima compra.

Ao menos um fator joga a favor da Apple e da Samsung: as duas marcas são as que possuem taxa de fidelidade mais alta entre as fabricantes de smartphones. Em ambos os casos, 70% dos seus consumidores afirmaram que pretendem continuar com a marca em suas próximas aquisições; no caso da LG e da Motorola, que vieram logo atrás, essa taxa ficou em pouco menos de 50%.

A pesquisa da Strategy Analytics separou dados por algumas categorias, como faixa etária, localização geográfica e etnia. Entre os achados mais interessantes, está o fato de que a Samsung é a marca preferida dos consumidores da chamada Geração X, entre 40 e 54 anos, mas fica atrás da Apple em quase 40 pontos percentuais na Geração Z, de pessoas entre 18 e 24 anos.

Além disso, apenas 7% dos usuários pesquisados afirmaram ter interesse em gastar US$1.000 ou mais em seus próximos smartphones — o que é algo que a Apple e as outras fabricantes devem levar em conta em sua próxima leva de aparelhos. Será?

via Cult of Mac

Última versão beta do WhatsApp traz suporte completo aos Memoji Stickers

Lembram dos Memoji Stickers? É possível que alguém tenha esquecido deles com a quantidade de novidades no iOS 13, mas estamos aqui para rememorá-los: são pacotes de stickers dos seus Memojis em várias expressões (feliz, sorridente, bravo, chorando, etc.) que você pode compartilhar na maioria dos mensageiros, como o iMessage ou o Telegram.

O WhatsApp implementou suporte ao recurso até rapidamente, mas de uma forma pouco elegante: ao enviar os Memoji Stickers aos seus amigos, eles apareciam com bordas brancas feias e de aparência amadora. Agora, com a mais recente versão beta do mensageiro, isso está corrigido.

Como avistado pelo desenvolvedor Darshit Shah, a versão 2.19.90.23 do WhatsApp beta para iOS já traz suporte completo aos Memoji Stickers — isto é, a partir de agora, eles são enviados do jeito que deve ser, com fundo transparente e sem bordas brancas. O mensageiro ainda leva alguns segundos para importar os adesivos, mas isso deve ser corrigido até o lançamento da versão final do app.

Nosso leitor Marcelinho Lopes fez um vídeo do recurso já em funcionamento:

A mais recente beta do WhatsApp traz uma outra novidade: já começam a aparecer, em certas áreas do app, a inscrição “WhatsApp do Facebook” — tudo seguindo a mudança, anunciada por nós, que deixaria a marca da gigante de Mark Zuckerberg mais presente nos aplicativos de sua propriedade, como o Instagram e o próprio WhatsApp. Por enquanto, a nova “marca” só aparece nas configurações do app, mas ela deve aparecer em outros locais em breve.


Ícone do app WhatsApp Messenger

WhatsApp Messenger

de WhatsApp Inc.

Compatível com iPhones
Versão 2.19.80 (157.7 MB)
Requer o iOS 8.0 ou superior

Grátis

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Ícone do app WhatsApp Desktop

WhatsApp Desktop

de WhatsApp Inc.

Compatível com Macs
Versão 0.3.4375 (114.1 MB)
Requer o macOS 10.10.0 ou superior

Grátis

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Promoções do dia na App Store: RadioApp Pro, Evo Explores, Cursor Pro e mais!

Aproveite a nossa seleção de promoções nas App Stores desta sexta-feira!

Sintonize estações de rádio locais e/ou globais usando um sintonizador analógico exclusivo no interessantíssimo RadioApp Pro, criado por Tal Shrestha.

Diferentemente de um rádio tradicional, as estações são encontradas e sintonizadas pela internet, sendo necessária uma conexão ativa com a rede. O aplicativo apresenta, quando disponível, o nome da música que está sendo tocada, permite a escolha de estações favoritas, é compatível com múltiplos países ao mesmo tempo e conta ainda com timer e despertador.


Ícone do app RadioApp Pro

RadioApp Pro

de Tal Shrestha

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 1.0.161 (23.3 MB)
Requer o iOS 12.1 ou superior

Grátis R$ 54.90

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Abaixo outros aplicativos/jogos que, juntos, somam R$51 de desconto:

Apps para iOS


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Evo Explores

de Kyrylo Kuzyk

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 1.4.6.6 (154 MB)
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R$ 3,90 R$ 10.90

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Puzzles.


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Pocket Harvest

de Kairosoft Co.,Ltd

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 2.0.1 (186.7 MB)
Requer o iOS 7.0 ou superior

R$ 3,90 R$ 18.90

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Gerencie suas plantações.


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Rugby Nations 18

de Distinctive Games

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 1.1.4 (653.1 MB)
Requer o iOS 10.0 ou superior

R$ 7,90 R$ 18.90

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Jogo de rúgbi.


Ícone do app .projekt

.projekt

de Kyrylo Kuzyk

Compatível com iPadsCompatível com iPhonesCompatível com Apple TV
Versão 2.0.4.7 (75.5 MB)
Requer o iOS 10.0 ou superior

R$ 3,90 R$ 14.90

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Mais um divertido quebra-cabeça

App para macOS


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Cursor Pro

de IXEAU UG (haftungsbeschraenkt)

Compatível com Macs
Versão 1.0.3 (14 MB)
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Utilitário para cursor do mouse.

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Aproveitem as ofertas e tenham um ótimo final de semana! Ah, lembrando que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr! 😎

Ferramenta de jailbreak unc0ver ganha suporte parcial a dispositivos A12 e A12X

Na última segunda-feira, falamos aqui sobre duas ferramentas de jailbreak — a Chimera e a unc0ver — que tinham ganhado suporte ao iOS 12.4 após a “descorreção” de uma brecha por parte da Apple. Havia um detalhe, entretanto: as ferramentas não traziam suporte aos dispositivos da Maçã com chips A12 e A12X, o que tirava da festa todos os iGadgets mais recentes. Agora, isso, mudou.

A equipe de desenvolvimento do unc0ver anunciou que as versões mais recentes da ferramenta (3.5.4 e 3.5.5) trazem suporte parcial aos dispositivos com chips A12 e A12X, como iPhones XR/XS/XS Max, iPads Pro e Air de terceira geração, e o iPad mini de quinta geração.

O suporte é parcial porque ainda não é capaz de realizar injeção de código nos aparelhos mais recentes; apesar disso, o jailbreak pode ser instalado nos dispositivos para ativar o SSH e o suporte à execução de códigos não-assinados. Ambas as versões da ferramenta, 3.5.4 e 3.5.5, suportam os gadgets com chips A12 e A12X; a diferença é que a versão mais recente foi lançada para corrigir alguns bugs em aparelhos rodando o iOS 11.

É bom notar que, sem o suporte à injeção de código, o jailbreak para dispositivos A12/A12X pode ser menos estável e funcional do que as soluções “completas”, então não é recomendável realizar o processo no seu dispositivo caso você não tenha total conhecimento do que está fazendo. Caso você esteja ciente e queira prosseguir, basta fazer o download dos arquivos do unc0ver 3.5.5 nesta página do GitHub.

via iClarified