Apple retira seção de reviews/notas de consumidores da sua loja online

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Em uma atitude um tanto quanto esquisita, a Apple removeu, silenciosamente, a seção de reviews/notas de consumidores de suas lojas online espalhadas pelo mundo.

A seção não tinha lá um grande destaque nas páginas de produtos, mas trazia obviamente avaliações pessoais que muitas vezes podiam ajudar na decisão de consumidores sobre a compra de determinados itens — tanto a favor quanto contra, é claro.

De acordo com o AppleInsider, a mudança aparentemente ocorreu do último final de semana para cá, o que indica que não se trata de um bug temporário ou algo do tipo.

Uma das especulações é que a Apple quer evitar que o seu próprio site seja fonte de referências a reviews negativos de produtos, comumente destacados, por exemplo, por YouTubers. Mas é um tanto estranho só agora ela ter decidido tomar alguma atitude, já que isso acontece há anos.

Veremos se a Apple se pronuncia sobre o caso.

Imagem: ThewayIsee / Shutterstock.com

Após críticas, Adobe promete novos recursos no Photoshop para iPad em breve

Depois de muita espera e muitos questionamentos, o Photoshop para iPad finalmente chegou à App Store no início deste mês. O lançamento, entretanto, foi controverso: mesmo com o aviso prévio da Adobe de que o aplicativo não teria todos os recursos da sua contraparte para desktops, usuários criticaram o novo produto pela sua suposta simplicidade e incapacidade de realizar tarefas simples, muito comuns no Photoshop para macOS ou Windows.

Pois a Adobe parece ter levado as críticas a sério: a gigante publicou hoje no seu blog oficial uma prévia de recursos que estão para chegar ao aplicativo, notando que o feedback dos usuários tem sido uma “parte crítica do processo” de desenvolvimento dos produtos da empresa. Em outras palavras, eles sentiram o baque.

Futuros recursos do Photoshop para iPad

Entre os recursos que chegarão ao Photoshop para iPad ainda em 2019, a Adobe destaca a Seleção de Objetos, que utiliza o Sensei (tecnologia de aprendizado de máquina da empresa) para selecionar elementos de uma imagem de forma inteligente. Segundo a gigante, não há nenhum aplicativo para iPad com uma ferramenta de seleção tão poderosa e fácil de usar.

Outra novidade que chegará ainda este ano é uma melhoria na performance dos arquivos na nuvem — segundo a Adobe, um novo sistema salvará apenas as mudanças feitas no arquivo .psd em vez de criar novas cópias dele toda vez que forem feitas alterações, deixando o processo mais rápido e menos exigente da máquina.

Mais mudanças em 2020

Olhando um pouco mais além, a Adobe promete também várias novidades para o primeiro semestre do ano que vem. Usuários do Photoshop para iPad ganharão, por exemplo, uma versão própria do recurso Refinar Arestas (Refine Edge), que dá controle total sobre uma seleção e permite ajuste fino em elementos complicados, como cabelo ou pêlos de animais.

Futuros recursos do Photoshop para iPad

Na primeira metade do ano que vem, o aplicativo ganhará também os recursos ajuste de sensibilidade dos pincéis e rotação de Canvas, como já visto no Adobe Fresco. Teremos também integração entre o Photoshop e o Lightroom no iPad, para quem usa as duas ferramentas.

A Adobe pede, ainda, que usuários do Photoshop para iPad continuem enviando suas considerações e feedbacks sobre o aplicativo nessa página. O que vocês vão pedir?


Ícone do app Adobe Photoshop

Adobe Photoshop

de Adobe Inc.

Compatível com iPads
Versão 1.0.1 (216.1 MB)
Requer o iOS 13.1 ou superior

Grátis

Badge - Baixar na App Store

Código QR Código QR

via iDownloadBlog

Apple diz não lucrar com serviços de reparo e justifica Safari como navegador padrão do iOS

Se você acordou hoje pensando “puxa, que belo dia para ler justificativas padrão e pouco reveladoras da Apple sobre seus negócios”, hoje é o seu dia de sorte. A Maçã publicou recentemente algumas respostas a perguntas feitas pelo Comitê Judiciário da Câmara de Representantes dos EUA, e no processo acabou jogando uma luz (uma luz fraca, mas ainda assim uma luz) sobre algumas das suas operações.

Mais precisamente, o comitê enviou à Apple em setembro passado uma carta pedindo esclarecimentos sobre uma série de tópicos relacionados aos seus negócios, como política de reparos, diretrizes da App Store e estabelecimento de aplicativos padrão em seus sistemas. A carta é parte de uma investigação maior, aplicada na Maçã e em outras gigantes tecnológicas, que busca apurar supostas práticas anticompetitivas ou com características monopolistas.

A maioria das respostas está no tom padrão da Apple — sim, aquele mesmo que se autopromove ao mesmo tempo em que revela o mínimo possível, com uma escolha cuidadosa de palavras. Ao menos em um ponto, entretanto, podemos tirar uma informação interessante do documento: a Maçã não gera quaisquer lucros com seus serviços de reparo, ao menos desde 2009.

Mais precisamente, assim a Apple respondeu ao ter solicitada a divulgação das receitas totais geradas com serviços de reparo desde 2009:

Para cada ano desde 2009, os custos para oferecer serviços de reparo excederam a receita gerada por esses reparos.

Lacônico, sim — mas revelador. Claro, a Apple não revela aqui se está levando em conta a receita gerada com venda de planos do AppleCare+ nem se os tais custos referem-se a todos os reparos realizados pela empresa ou apenas àqueles que são cobrados, fora da garantia. Ainda assim, é uma informação importante para o comitê pesar sua decisão perante algumas práticas da Maçã — que é frequentemente criticada por não fornecer peças ou recursos a serviços de reparo não-autorizados (mesmo com boas mudanças recentes).

Entre outros pontos interessantes do documento, a Apple explicou também a razão para ter decidido abandonar o Google Maps e criar um serviço de mapas próprio:

A Apple acreditava que poderia criar mapas melhores. Além disso, por causa do nosso comprometimento com a privacidade e a segurança, além do nosso desejo de manter o máximo possível de informações no dispositivo, acreditamos que oferecer mapas próprios, mais integrados aos dispositivos, seria benéfico às necessidades de privacidade dos usuários ao mesmo tempo em que daria a eles uma experiência excepcional.

Vale ler também a explicação da empresa para manter o Safari como navegador padrão do iOS, sem dar aos usuários a opção de alterar isso:

O Safari é um dos aplicativos que, na visão da Apple, definem a experiência do usuário no iOS, com recursos de privacidade e segurança sem paralelos na indústria. Como dito na resposta à primeira pergunta, o Safari é um “app do sistema operacional”, como o Telefone, o Câmera e o iMessage, que são projetados para trabalharem juntos.

Expandindo o assunto, a Maçã também elaborou o motivo de obrigar que todos os navegadores oferecidos na App Store utilizem o WebKit, motor de renderização do Safari:

Ao exigir que os apps usem o WebKit, a Apple pode, rápida e precisamente, corrigir vulnerabilidades que afetam toda a nossa base de usuários e proteger da forma mais efetiva sua privacidade e segurança. Além disso, permitir outros motores de renderização poderia colocar os usuários em risco caso os desenvolvedores abandonem seus apps ou não corrijam uma falha de segurança rapidamente.

O documento inteiro com respostas da Apple pode ser lido aqui. O que vocês acham?

via 9to5Mac

Firstlight é um app que leva a expertise da FiLMiC com vídeos para fotos

Quem usa muito o iPhone para vídeos certamente tem ou já ouviu falar no FiLMiC Pro, que se tornou uma referência no segmento e é, sem dúvida nenhuma, o app mais completo/avançado para filmagens no iOS.

Agora, a desenvolvedora está levando a sua expertise na área para fotos, com um novo app chamado FiLMiC Firstlight.


Ícone do app FiLMiC Firstlight - Photo App

FiLMiC Firstlight – Photo App

de FiLMiC Inc

Compatível com iPhones
Versão 1.0.3 (34.8 MB)
Requer o iOS 13.0 ou superior

Grátis

Badge - Baixar na App Store

Código QR Código QR

Screenshot do app FiLMiC Firstlight - Photo AppScreenshot do app FiLMiC Firstlight - Photo AppScreenshot do app FiLMiC Firstlight - Photo AppScreenshot do app FiLMiC Firstlight - Photo AppScreenshot do app FiLMiC Firstlight - Photo AppScreenshot do app FiLMiC Firstlight - Photo AppScreenshot do app FiLMiC Firstlight - Photo AppScreenshot do app FiLMiC Firstlight - Photo AppScreenshot do app FiLMiC Firstlight - Photo AppScreenshot do app FiLMiC Firstlight - Photo App

O app funciona por meio de gestos para ajuste de foco e exposição, trazendo recursos avançados como focus peaking, listras de exposição, simulação de filmes fotográficos, controles de ISO e velocidade do obturador, entre outros.

Vários recursos do FiLMiC Firstlight são gratuitos, mas uma versão Premium (R$4 mensais ou R$33 anuais) traz alguns extras como um modo burst configurável, formatos RAW (DNG ou TIF), vinheta ajustável, suporte a adaptadores anamórficos, etc.

À primeira vista, parece que a FiLMiC trouxe sim um app bem decente para fotos. Os “problemas”, aqui, são dois: 1) esse modelo de assinatura não costuma agradar muita gente, ainda mais num app de fotografia, e 2) no mundo dos apps de fotos, eles terão uma concorrência muito mais ampla e já estabelecida.

Para quem estiver na dúvida sobre as capacidades do app, o vídeo a seguir dá uma boa passada geral por ele:

via PetaPixel

Apple TV+: estreia de “The Banker” é cancelada após acusações de abuso sexual contra coprodutor

Em meio à euforia das primeiras semanas de lançamento do Apple TV+, infelizmente a Maçã foi atingida por uma situação desagradável envolvendo um de seus primeiros filmes, “The Banker”.

De acordo com uma reportagem do Deadline, a estreia mundial do novo filme da companhia, estrelado por Samuel L. Jackson e Anthony Mackie, deveria ter acontecido ontem à noite, no AFI Fest, em Hollywood — e agora não tem nem data para ocorrer.

A companhia suspendeu os planos envolvendo a divulgação da produção para investigar acusações descobertas recentemente sobre o coprodutor do filme, Bernard Garrett Jr. — filho do personagem principal retratado no filme, Bernard Garrett Sr.

Segundo a notícia, Garrett Jr. teria abusado sexualmente de suas duas irmãs mais novas, Cynthia e Sheila Garrett, por anos. A Apple foi informada das preocupações delas por meio de um advogado, o qual solicitou que a gigante da tecnologia não exibisse o filme; em comunicado, a Apple disse que as informações em torno da acusação foram trazidas à atenção da empresa, e sua estreia foi adiada para que tudo fosse devidamente investigado.

Compramos [os direitos de] “The Banker” no início deste ano, quando ficamos emocionados com a história divertida e educacional do filme sobre mudança social e alfabetização financeira. Na semana passada, algumas preocupações em torno do filme foram trazidas à nossa atenção. Nós, juntamente aos cineastas, precisamos de algum tempo para analisar esses assuntos e determinar os melhores próximos passos. À luz disso, não vamos mais estrear “The Banker” no AFI Fest.

Nem Garrett Jr. nem o diretor George Nolfi comentaram as acusações. Fontes próximas à equipe da produção disseram que ninguém estava ciente das acusações contra Garrett Jr. até cerca de uma semana atrás, quando os créditos ao coprodutor foram retirados dos materiais publicitários e sua presença em eventos foi cancelada — para, supostamente, “evitar desviar a atenção da história de seu pai”.

Apesar disso, ainda não há informações se o lançamento de “The Banker” ocorrerá mesmo no dia 6 de dezembro, de acordo com o cronograma da Maçã; após o lançamento nas telonas, o filme deveria estrear no Apple TV+, o que poderá demorar para acontecer (se acontecer).

Seja como for, a Apple está certíssima em suspender toda a divulgação e investigar com profundidade essas novas acusações.

Featurette de “For All Mankind”

Ainda sobre o Apple TV+, a Maçã compartilhou um novo vídeo de divulgação da série “For All Mankind”, no qual é mostrado como alguns detalhes do seriado foram criados para a produção.

Desde a superfície lunar até a recriação precisa do Controle de Missão, o nível de autenticidade e atenção aos detalhes que trouxeram “For All Mankind” à vida é espantoso. Ouça os produtores executivos e os membros da equipe sobre o incrível cuidado e artesanato que foram construídos nos cenários, encontrando os objetos da vida real e projetando as vestimentas para esse drama histórico nostálgico e alternativo.

Como informamos, “For All Mankind” já está renovada para a segunda temporada — atualmente, há cinco episódios da primeira disponíveis, lembrando que os novos episódios são divulgados às sextas-feiras.

via Variety, The Loop

Apple defende App Store e Safari como navegador padrão do iPhone

A Apple é alvo de uma investigação antitruste nos EUA, e um dos pontos-chave é seu total controle sobre a App Store: os desenvolvedores precisam pagar uma taxa de até 30% se quiserem cobrar por apps na plataforma. A empresa respondeu a diversos questionamentos do Comitê Judiciário da Câmara dos EUA sobre esse assunto, e explicou por que não permite trocar o Safari como navegador padrão.

Na carta, a Apple nota que recebe zero dólares de 84% dos aplicativos na App Store. Isso inclui apps gratuitos com anúncios (sempre fornecidos por outras empresas, como Google ou Facebook); apps que vendem bens e serviços como delivery de comida (iFood) e viagens de carro (Uber); e apps cuja assinatura é feita por fora (Netflix).

Para se defender de acusações de monopólio, a Apple diz que desenvolvedores não são obrigados a colocarem seus apps na App Store: eles podem fornecer serviços através de webapps. (Ela não menciona que a experiência costuma ser inferior que de um app nativo.)

A Apple também dá motivos para restringir certas funcionalidades apenas para apps do sistema; por exemplo, só o app do Apple Watch consegue acessar as mensagens do iMessage, comandos da Siri e respostas para apps de terceiros (como o WhatsApp).

A empresa diz que isso reflete decisões de design e desenvolvimento, não decisões comerciais: “o desenvolvimento integrado — o casamento de hardware, software e serviços — resulta nos melhores produtos… seria difícil, se não impossível, oferecer o mesmo nível de acesso a terceiros”.

Safari “define a experiência do usuário”, diz Apple

Safari no iPhone

Por um motivo semelhante, o Safari não pode ser retirado do iOS. Ele é integrado profundamente ao sistema; removê-lo ou substituí-lo iria “destruir ou degradar severamente a funcionalidade do dispositivo”. É possível, no entanto, escolher alternativas na App Store como Chrome, Microsoft Edge ou Firefox.

Claro, todos eles rodam na mesma engine WebKit. Segundo a Apple, isso é crucial para “proteger a privacidade e segurança do usuário”: ela diz que, dessa forma, é possível “resolver brechas de forma rápida e precisa para toda a nossa base de usuários”.

E por que não é possível escolher o navegador web padrão no iOS? Segundo a empresa, “o Safari é um dos aplicativos que a Apple acredita definir a experiência central do usuário”. Além disso, ele é pensado para funcionar em conjunto com o sistema, tal como os apps Câmera e Mensagens.

Apple defende App Store e Safari como navegador padrão do iPhone

Apple diz que não lucrou com consertos de iPhone e Mac nos últimos 10 anos

O Congresso dos EUA está realizando uma investigação para descobrir se as leis antitruste foram violadas pelo Google, Facebook, Amazon ou Apple. O CEO Tim Cook recebeu uma carta exigindo explicações sobre a App Store, apps embutidos no iOS e políticas de assistência técnica. A empresa diz que teve prejuízo consertando iPhones, iPads, Macs e outros produtos nos últimos dez anos.

“Para cada ano desde 2009, os custos da prestação de serviços de reparo excederam a receita gerada pelos reparos”, escreve Kyle Andeer, vice-presidente de direito corporativo da Apple, em carta enviada ao Comitê Judiciário da Câmara dos EUA.

Isso pode fazer sentido se a Apple considerar os consertos feitos gratuitamente dentro da garantia. Afinal, veja só os valores cobrados para reparos fora da garantia no Brasil e nos EUA:

Conserto ou troca de tela Outros danos, incluindo conserto ou troca da traseira
iPhone 11 Pro Max e XS Max R$ 1.999 (US$ 329) R$ 3.729 (US$ 599)
iPhone 11 Pro, iPhone XS e iPhone X R$ 1.699 (US$ 279) R$ 3.449 (US$ 549)
iPhone 11 e iPhone XR R$ 1.229 (US$ 199) R$ 2.349 (US$ 399)
iPhone 8 Plus e 7 Plus R$ 1.049 (US$ 169) R$ 2.349 (US$ 399, 8 Plus), R$ 2.029 (US$ 349, 7 Plus)
iPhone 8 e iPhone 7 R$ 929 (US$ 149) R$ 2.029 (US$ 349, iPhone 8), R$ 1.729 (US$ 319, iPhone 7)

Apple comenta sobre assistências técnicas independentes

A Apple impede que a maioria das assistências técnicas independentes tenha acesso a peças originais e manuais de conserto; para tanto, é necessário entrar no programa IRP lançado em agosto. Esses recursos estão disponíveis para toda Apple Store e todo Centro de serviço autorizado Apple (AASPs). O comitê sugere que essa é uma forma de “afastar a concorrência e estender seu monopólio ao mercado de reparos”.

A empresa responde dizendo que deixar o conserto de iPhones e Macs nas mãos de técnicos sem treinamento pode causar “funcionamento inadequado, problemas de qualidade do produto ou ocorrências de segurança”. Ela também menciona que peças e parafusos soltos podem danificar componentes como a bateria, causando superaquecimento.

Na carta, a Apple diz que não toma nenhuma medida para impedir que consumidores procurem ou usem assistências técnicas independentes. Ela também não instrui os AASPs a recusar serviço para quem faz isso.

A empresa não rejeita automaticamente o conserto de um dispositivo que passou por esse tipo de canal não-oficial, mesmo que ele tenha componentes “que violem a propriedade intelectual da Apple”.

Existem, no entanto, algumas exceções. A Apple não dará assistência técnica para produtos cuja placa lógica foi substituída por componentes não-originais, porque “o dispositivo precisaria ser desmontado a ponto de serem necessários ferramentas e processos especiais para remontá-lo”. Ela também não aceita gadgets que tenham componentes falsos que não funcionem, como uma câmera.

Com informações: MacRumors.

Apple diz que não lucrou com consertos de iPhone e Mac nos últimos 10 anos