Promoções do dia na App Store: AirPano City Book, Infinite Flight Simulator, DaisyDisk e mais!

Para esta segunda-feira, confira e aproveite a nossa seleção de promoções nas App Stores — tem ofertas para todos os gostos!

Em tempos de isolamento social, o AirPano City Book é uma verdadeira viagem na tela do seu iPhone ou iPad!


Ícone do app AirPano City Book

AirPano City Book

de CONCEPT360 GmbH

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 1.7 (539.6 MB)
Requer o iOS 9.0 ou superior

R$ 10,90 R$ 37.90

Badge - Baixar na App Store

Código QR Código QR

Screenshot do app AirPano City BookScreenshot do app AirPano City Book

Nota na App Store

Minha nota

Prepare-se para uma excelente experiência de viagem virtual! O AirPano City Book é uma coleção de passeios virtuais únicos em 360º das cidades mais incríveis do mundo a partir de uma visão panorâmica.

Aproveite as vistas deslumbrantes com mais de 300 panoramas aéreos esféricos! A tecnologia de panorama aéreo permite que os espectadores vivenciem o céu acima dos lugares mais bonitos do mundo, com passeios de: Nova York, Paris, Barcelona, Dubai, Amsterdã, Singapura, Roma, Xangai, Buenos Aires e Moscou.

Confira um vídeo do app:

Curtiu? Aproveite o desconto e boa viagem!

·   •   ·

Abaixo outros aplicativos/jogos que, juntos, somam quase R$53 de desconto:

Apps para iOS


Infinite Flight Simulator

de Infinite Flight LLC

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 20.01.02 (88 MB)
Requer o iOS 10.0 ou superior

R$ 3,90 R$ 18.90

Badge - Baixar na App Store

Código QR Código QR

Excelente simulador de voo.


Ícone do app Nightcam: Night Mode Camera

Nightcam: Night Mode Camera

de Ahmet Serdar Karadeniz

Compatível com iPhones
Versão 1.0.6 (32.5 MB)
Requer o iOS 13.0 ou superior

R$ 10,90 R$ 18.90

Badge - Baixar na App Store

Código QR Código QR

Melhore suas fotos noturnas.


Ícone do app Forvo Pronunciation

Forvo Pronunciation

de Forvo Media SL

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 3.7.3 (36.1 MB)
Requer o iOS 11.0 ou superior

Grátis R$ 10.90

Badge - Baixar na App Store

Código QR Código QR

Aplicativo educacional.

App para macOS


Ícone do app DaisyDisk

DaisyDisk

de Software Ambience Corp.

Compatível com Macs
Versão 4.10 (3.1 MB)
Requer o macOS 10.10 ou superior

R$ 18,90 R$ 37,90

Badge - Baixar na Mac App Store

Código QR Código QR

Utilitário para gerenciar espaço no seu Mac.

·   •   ·

Aproveitem as ofertas e até amanhã. Ah, lembrando que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr!

Se puder, fique em casa. 🏡

Apple pagou US$950 milhões à Samsung por não atingir meta de pedidos de telas OLED

Há cerca de um ano, comentamos aqui um pagamento de US$683 milhões feito pela Apple à Samsung porque, basicamente falando, a demanda por iPhones ficou abaixo do esperado. Agora, de acordo com a Display Supply Chain Consultants, aconteceu de novo.

Segundo analistas, a Apple fez um pagamento de aproximadamente US$950 milhões à sua rival/fornecedora no segundo trimestre deste ano por não atingir a meta de pedidos de telas OLED para iPhones. Como bem se sabe, a Samsung é (até o momento) a fornecedora exclusiva de painéis OLED1 para os smartphones da Maçã; as duas empresas mantêm um contrato bilionário pelo fornecimento das peças.

Entre as cláusulas do contrato, a Apple deve fazer um pedido mínimo de telas a cada trimestre, com base na expectativa de produção e venda de iPhones para aquele período — uma estratégia muito comum nesse tipo de negociação, para que a cliente (no caso, a Apple) consiga preços menores nas peças. Caso a demanda da Maçã fique abaixo do previsto, um pagamento adicional deve ser feito à Samsung; foi exatamente o que aconteceu aqui, de acordo com as fontes.

Ou seja: caso a informação dos analistas esteja correta, isso significa que a venda de iPhones no segundo trimestre ficou abaixo do esperado — o que não seria nenhuma surpresa, considerando a pandemia do novo Coronavírus (COVID-19) e as informações que já temos sobre o mercado de smartphones no primeiro trimestre.

A informação sobre o suposto pagamento não foi conjurada do nada: na sua última conferência de resultados financeiros, a Samsung relatou o recebimento de um valor avulso relacionado ao seu negócio de painéis, sem divulgar números; o The Elec também já tinha citado um recebimento de cerca de ₩900 bilhões (~US$750 milhões) por parte da Samsung. O valor final, aparentemente, é maior ainda.

Certamente ouviremos mais sobre isso quando a Apple realizar a sua próxima conferência de resultados financeiros, no dia 30 próximo.

via MacRumors

Apple lança ferramenta para desenvolvedores compilarem jogos em Metal no Windows

Com a transição dos Macs para o Apple Silicon, a questão de jogos no macOS torna-se ainda mais incerta: há muito tempo, o Mac já come poeira dos PCs quando a questão é biblioteca e disponibilidade de títulos; com os futuros chips da própria Maçã, não é difícil imaginar uma debandada ainda maior das desenvolvedoras. Bom… ao menos a Apple está se mexendo.

No fim de semana, a gigante liberou a ferramenta Metal Developer Tools para Windows, permitindo que desenvolvedores compilem jogos desenvolvidos em PCs com a Metal Shading Language (MSL).

Em outras palavras, estúdios e desenvolvedores baseados no Windows poderão reduzir o trabalho de portar seus jogos para o macOS: com a ferramenta, é possível compilar shaders (as funções utilizadas para construir os elementos visuais do jogo) para a API Metal, da Apple, diretamente no Windows.

Desta forma, uma etapa no processo de levar um determinado jogo ao Mac é eliminada. Colateralmente, isso facilita também que o título seja levado às demais plataformas da Apple, como o iOS/iPadOS e o tvOS. O YouTuber Max Tech compartilhou um vídeo interessante sobre o assunto:

Naturalmente, nada disso significa que desenvolvedores poderão levar seus jogos para o macOS em um clique — como explicado acima, a novidade elimina apenas um passo no processo de adaptação. Ainda assim, a movimentação mostra que a Apple está interessada em manter os desenvolvedores munidos de ferramentas, seja lá em qual plataforma eles trabalhem.

Isso é bom, não é mesmo?

dica do Thomas Schleyer

Apple TV+ ganhará adaptação de “Snow Blind” com Jake Gyllenhaal; novo vídeo de “Greyhound” e mais

Após a notícia de que o Apple TV+ passaria a ganhar produções não-originais (para aumentar a competição do serviço da Maçã em relação aos seus rivais), as novidades da plataforma esquentaram, mas isso não significa que a empresa deixou de lado suas próprias investidas — muito pelo contrário, como veremos a seguir.

Além disso, a Maçã disponibilizou um novo vídeo sobre a história do longa “Greyhound: Na Mira do Inimigo” (“Greyhound: Battle of the Atlantic”), apresentado pelo protagonista/coprodutor do longa, Tom Hanks.

Sem mais delongas, vamos a essas e outras novidades? 😉

“Snow Blind”

Como dissemos, a Apple adquiriu recentemente os direitos do filme “Snow Blind”, uma adaptação do romance gráfico homônimo que será protagonizada pelo ator americano indicado ao Oscar Jake Gyllenhaal. As informações são do Deadline.

Jake Gyllenhaal e Gustav Möller
Jake Gyllenhaal e Gustav Möller | 📷 Yahoo

De acordo com a reportagem, o filme foi bastante disputado por diversos estúdios, mas o valor final de arremate não foi divulgado. Ainda de acordo com o Deadline, a produção será dirigida por Gustav Möller e escrita por Patrick Ness.

O thriller de Ollie Masters e Tyler Jenkins conta a história do adolescente do ensino médio Teddy, cuja vida é virada de cabeça para baixo quando ele publica uma foto de seu pai sem saber que sua família está no Programa Federal de Proteção a Testemunhas dos Estados Unidos — fazendo com que todos eles corram um risco sem precedentes.

“Snow Blind” será a terceira adaptação do Apple TV+; atualmente, a companhia já está desenvolvendo a produção de “Killers of the Flower Moon”, com Martin Scorsese. Ademais, na semana passada, comentamos que a Apple também conquistou os direitos de “Emancipation” (“Emancipação”), estrelado por Will Smith.

“Greyhound”

O novo filme estrelado por Tom Hanks, “Greyhound: Na Mira do Inimigo”, foi lançado no Apple TV+ na última sexta-feira (10/7); alguns dias antes, a companhia havia divulgado um vídeo no qual o ator (e coprodutor do longa) explicava melhor a trama — agora, temos um novo vídeo com mais detalhes da história.

O vídeo de três minutos expande o trailer do longa, explicando o ponto de vista daqueles no centro do drama, os quais estão “sob imensa pressão, com a possibilidade sombria de morte a qualquer momento”.

Também aparecem no vídeo o conselheiro militar e capitão aposentado Dale Dye, o diretor Aaron Schneider e o ator Rob Morgan — se você já assistiu ao filme, certamente vale a pena conferir!

“The Morning Show”

A Apple lançou um debate de uma hora com a participação das estrelas e da equipe de “The Morning Show”, uma das séries originais da Maçã mais aclamadas pelos telespectadores. A produção, estrelada por Jennifer Aniston e Reese Witherspoon, ganhou vários prêmios por retratar os escândalos dos bastidores de um programa fictício de televisão matinal.

Como informamos, a Maçã deu sinal verde para a produção da segunda temporada da série, cuja filmagem foi suspensa devido às medidas de distanciamento social causadas pela pandemia do novo Coronavírus (COVID-19). Também por isso, o debate foi gravado remotamente; confira:

A conversa, divida em três partes, foi intermediada pelo produtor Jess Cagle, que fez perguntas à equipe da série.

Além de contar com a participação de estrelas como Aniston e Witherspoon, Billy Crudup, Mark Duplass e Gugu Mbatha-Raw, outros membros da produção também participaram da conversa, incluindo o showrunner Kerry Ehrin, a diretora e produtora executiva Mimi Leder, além dos colegas produtores executivos Michael Ellenberg e Brian Stelter, cuja obra “Top of the Morning” inspirou a criação da série.

“Central Park”

Por fim, a Maçã também divulgou um novo vídeo com a letra da canção “I’m In A Perfect Relationship” (“Eu estou em um relacionamento perfeito”), interpretada pelos atores Eugene Cordero e Kristen Bell, da animação musical “Central Park”.

Todos os episódios da primeira temporada de “Central Park” já estão disponíveis no Apple TV+.

via AppleInsider [1, 2], 9to5Mac

Equipe da Apple que adora criar caixas está de volta em novo comercial — agora trabalhando de casa!

Quem aqui lembra daquele comercial da Appleo qual foi recentemente premiado — em que uma equipe cria uma caixa de pizza em um dos projetos mais ambiciosos de Cupertino ? Pois o quarteto está de volta!

A equipe agora está trabalhando de casa (o famoso home office, em tempos de quarentena/isolamento) com seus inúmeros desafios (filhos, parentes, animais de estimação, prazos curtos, orçamento reduzido, etc.). O intuito? Novamente, criar uma caixa!

O comercial mostra basicamente todas as ferramentas da Apple que podem nos ajudar nesse tipo de tarefa, como videoconferências pelo FaceTime, troca de mensagens pelo (duh) Mensagens, emails pelo Mail, escanear documentos pelo Notas, ver o tamanho das coisas usando o app Medida, organizar a vida pelo Calendário e pelo Lembretes… sem falar na utilização dos produtos em si, incluindo iPhones, iPads, Apple Pencils, Macs, Apple Watches e outros.

Os Underdogs estão de volta, navegando em seu novo normal com muitas incógnitas, mas uma constante confiável: a Apple ajuda a liberar sua criatividade e produtividade, mesmo quando estão trabalhando em casa.

Ainda é um mundo de prazos, reuniões, bate-papos em grupo, teleconferências, colegas de trabalho e chefes. Mas também é um mundo de crianças, um cachorro e um gato sem pêlos. E é um mundo em que a colaboração nunca falha, seja a equipe que usa iPad, iPhone, iMac, MacBook ou todas as opções acima. Trabalhar em casa (ou em qualquer lugar) não é novidade, mas o que você pode fazer acontecer em conjunto é.

A Apple criou até mesmo uma página em seu site destacando as soluções que vemos no comercial.

Curtiram? 😂

Assassin’s Creed Valhalla: Ragnarök na Terra [Preview]

Em nome do Tecnoblog, tive a oportunidade de testar uma prévia de Assassin’s Creed Valhalla, próximo game da franquia de Assassinos da Ubisoft. No controle de Eivor, do qual joguei em suas duas versões, participei de raids e naveguei num barco Viking. Também encarei boss fights tensas e com um grau de dificuldade que, sinceramente, não esperava num game da série (e isso é um elogio). Confira, a seguir, minhas primeiras impressões.

Só para te situar melhor nesse preview, o teste foi realizado em uma pequena área do mapa, mas precisamente na região leste de Anglia (Inglaterra). Algumas atividades já estavam disponíveis, como as raids (vou explicar melhor mais adiante), alguns desafios de luta (que deram trabalho), exploração, navegação e também tive a oportunidade de dar uma olhada em como está ficando a árvore de habilidades e o sistema de armas e armaduras.

Vale ressaltar que esta demo não representa o resultado final do jogo, que ainda está sendo desenvolvido. Então, as minhas opiniões neste artigo podem mudar no review do game já finalizado.

Se tornando um viking…

assassins-creed-valhalla-eivor

Logo de cara, precisei escolher com qual Eivor começar a jogar. Num primeiro momento, escolhi a versão feminina. As semelhanças “no jeito de ser” da Eivor são parecidas com a da Kassandra (Assassin’s Creed Odyssey), especialmente no tom de voz forte e intimidador. Você reconhece que é uma mulher falando, mas certamente pensará duas vezes antes de contrariá-la. Gostei dela, talvez jogue com esta versão no futuro.

A mesma empatia não senti tanto pela versão homem de Eivor. Também achei Alexios (a opção masculina em Odyssey) meio sem sal e acredito que a dublagem tenha um peso bem relevante nisso. Simplesmente a voz do Eivor não combina com ele, na minha opinião. Novamente, pode ser que esta não seja a dublagem final.

Na demo, já comecei com uma armadura até bem apresentável e com bons status, bem como algumas opções de armas corpo a corpo (machado tradicional viking incluso – é claro), arco e escudo. Como não sei ao certo em que parte do jogo (se mais no início ou avançado na campanha) testei a demo, acredito que em algum momento me equipei dessa forma.

Assassins-Creed-Valhalla-Preview

Assim como em Odyssey, Eivor pode aprender golpes especiais, além dos ataques rápidos, pesados e bloqueio. Você precisa gastar uma espécie de barrinha brilhante amarela para ativar cada um desses golpes. Lembra do chute no estômago, estilo Rei Leônidas (do filme 300), do game anterior? É desse tipo de especial que estou me referindo. É possível carregar essas barras de especiais matando inimigos.

Outro aspecto para se ter atenção em combate é na sua barra de estamina. Você precisa dela para esquivar e bloquear ataques com sucesso. No mais, não encontrei problemas muito gritantes na movimentação da personagem, neste primeiro momento. Você também pode usar seu corvo para mapear os céus em busca de pontos de interesse, como missões, lojas e etc.

Árvore de habilidades e menu de armaduras

A skill tree de Valhalla forma desenhos de constelações, onde você pode investir pontos em habilidades que favoreçam o combate corpo a corpo, ranged e stealth. Inclusive, ainda estou tento um pouco de dificuldade em imaginar um guerreiro viking furtivo, mas… Nem tudo na vida é pé na porta e machado voando na cabeça.

Assassins-Creed-Valhalla-Preview

Assassins-Creed-Valhalla-Preview

O menu de pausa, para gerenciar armaduras e outras opções, é bem parecido ao de AC Odyssey. De novo, não sei se vão mudar isso até o lançamento, mas na demo testada todo o posicionamento de elementos eram iguais: personagem no meio, com ângulo fechado na metade das coxas para cima, quadrados com espaços para itens na direita e na esquerda e etc.

“A morte está no ar” – Eivor

Minha primeira grande missão foi um acerto de contas, devido ao que aconteceu com o rei de East Anglia. Ele é uma peça importante para tentar unir Saxões a outros povos. Para isso, precisei buscar apoio para montar um mini exército.

Até de fato ir ao local da missão, muito do que se vê (no quesito exploração) já é conhecido de outros games da série: fuçar caixas e baús por moedas, coletar itens para curar saúde (no caso de Valhalla são frutas, cogumelos e algumas panelas com comida), assobiar para chamar seu cavalo e etc.

Assassins-Creed-Valhalla-PreviewAssassins-Creed-Valhalla-Preview

No entanto, algo bem interessante é a possibilidade de chegar em qualquer cais ou margem de rio e chamar seu barco. Antes você precisava necessariamente estar num cais para isso (com uma marcação específica). Acredito que pelo fato das embarcações vikings serem menores, facilita conseguir ter acesso a elas de quase toda margem de rio.

Inclusive, se estiver com pressa para chegar a algum lugar, cortar caminho com seu barco pelos rios é uma boa pedida (até para encontrar locais propícios para raids).

Voltando a missão em si, Eivor precisa de aliados e você pode consegui-los sem ter que fazer nada em troca (apenas falando com eles) ou tendo que resolver alguns problemas. E um desses problemas me levou a primeira raid desta demo, que foi uma experiência interessante.

Raids: para cima deles! (mas com estratégia)

assassins-creed-valhalla

Você começa um ataque desses a partir do seu barco, ao menos na demo pareceu ser a única forma. Ao se aproximar de um local passível de ser invadido, um botão com a descrição “Raid” aparecerá.

Daí é possível ignorá-lo ou usá-lo para que você e todos do seu navio adentrem o local arrastando tudo pela frente (os civis não vão te atacar, então melhor deixá-los em paz). Agora começa a parte interessante que mencionei. Apesar de estarmos controlando um(uma) viking é preciso ter estratégia na investida, até porque os adversários estão muito bem posicionados dentro da fortaleza.

Na minha primeira tentativa, consegui chegar até o segundo portão. Você avança de uma área para a outra do Forte, junto com seus companheiros, arrombando portões com aqueles cavalos de madeira e rodinhas (não sei o nome disso em português, se alguém souber me avisa).

Assassins-Creed-Valhalla-Preview

Meu primeiro problema foi ter ignorado a parte superior do local, de onde partiam flechas em chamas para incendiar a mim e meus soldados – já besuntados por um líquido combustível que jogaram sobre nós. A ideia de ser um viking foi tão forte que cometi o erro mais infantil em qualquer game de invasão: ignorar os ataques à distância dos inimigos.

Depois de morrer flambada no segundo portão, já cheguei no outro loading usando meu arco para explodir os barris de combustíveis sobre os muros, matando alguns arqueiros no processo. Assim como em jogos anteriores da franquia, é possível usar o ambiente a seu favor.

Percebi também que não podia ficar muito tempo lutando apenas numa área. Às vezes, é preciso aceitar que não dá para resolver tudo sozinha (e que você tem um exército para isso) e continuar avançando enquanto seus companheiros te ajudam a ganhar tempo.

Assassins-Creed-Valhalla-Preview

Com a nova estratégia, consegui chegar ao último portão e, para meu desespero (pois já tinha consumido todos os cogumelos a volta para recuperar minha vida) havia ao menos uns quatro soldados de elite adversários me esperando. Lutar contra eles me fez lembrar dos combates contra os mercenários de AC Odyssey. Aqueles que, ao vencê-los, te fazia ganhar mais reputação. O grau de dificuldade foi parecido.

Bom, matei dois, fugi dos outros dois (porque a minha vida já estava no vermelho) e – após uma cutscene – escalei uma mureta para enfrentar o chefe da fortaleza.

Como eu estava numa posição acima dele, tive a opção de tentar assassiná-lo logo de cara ao pular, mas isso não é tão simples como antes (em se tratando de um boss). Para acertar o golpe, você precisa posicionar a mira no local certo do ataque e apertar o botão de ação no tempo certo também (isso tudo enquanto está caindo). Claro que errei, porque não sabia disso.

Assassins-Creed-Valhalla-Preview

Vamos para a luta normal mesmo: eu contra o boss e um lobo! Inclusive, foi o lobo que me matou (lembra que eu estava com a vida no vermelho?) na minha primeira tentativa contra o boss. Quase surtei, quando o jogo carregou novamente, e comecei a raid TODA de novo! Desde a saída do meu barquinho.

Não sei dizer se isso será sempre assim, mas jurava que o game iria salvar após a cutscene, ou seja, depois de eu já ter passado de todos os portões e só faltava ir no chefe. Em todos os casos, refiz todo o caminho (novamente), mas bem mais rápido dessa vez, pois já tinha decorado de onde partiam as flechas ou o momento certo para já começar a escalar o muro e poupar minha saúde (pulei encarar os soldados de elite).

Boss fights e inimigos mais habilidosos

Os inimigos de Assassin’s Creed Valhalla, ao menos nesta demo (não sei se vão nerfar isso ou dar ainda mais boost), estão bem cascudos. Até aqueles soldadinhos mais mequetrefes podem se tornar um problema, num piscar de olhos, se um pequeno grupo deles te cercar e você não tentar sair dali. Segundo informado pela Ubisoft, esse teste foi rodado na dificuldade normal.

Assassins-Creed-Valhalla-Preview

Notei que, apesar deles se movimentarem e atacarem de formas distintas (de acordo com o tipo de arma e porte físico), os oponentes têm uma espécie de padrão que pode ser aprendido com o tempo: há ataques bloqueáveis com o escudo e imbloqueáveis (quando o golpe é precedido por uma luz piscando em vermelho). Isso não é novidade na franquia, mas aconteceu com uma maior frequência agora.

Inclusive, passei meus últimos 30 minutos (das 3 horas de testes) bolando uma estratégia para derrotar um dos Drengrs, guerreiros antigos que firmaram um pacto para morrer em combate. Se você já achava um viking badass, os Drengrs são verdadeiros Berserkers modo turbo! Dito isso, comi o pão que Loki amassou contra um deles – que tentava mostrar para o filho a honra de morrer em combate.

Armado com três lanças (ou eram quatro? Não lembro mais) cada golpe que ele acertava levava mais da metade da minha barra de vida. Ser acertado por um dos golpes imbloqueáveis era hit kill. Apesar do porte físico de urso, ele era bem ágil e, por vezes, saltava da metade da arena direto em mim num golpe de área devastador. Consegui vencê-lo na quinta tentativa e quase estourei os tímpanos do rapaz da Ubisoft, que estava me acompanhando na demo, com o grito que dei.

Assassins-Creed-Valhalla-Preview

Esse cara deu muito trabalho!

O mundo a volta

Seria extremamente injusto da minha parte avaliar a fundo o visual de um game, ainda em desenvolvimento, e jogando de maneira remota. Mas posso dizer que, de uma forma geral e superficial, está agradável de se ver. Ainda falta um pouco mais de polimento, a meu ver, mas acredito que até o lançamento as coisas tendem a melhorar. As partes de batalha são embaladas com melodias de guerra viking e as canções enquanto navega com seu barquinho voltaram.

Conclusão

Como disse antes, testei Assassin’s Creed Valhalla por 3 horas. Como o tempo era curto (3 horas para um sandbox de mundo aberto não é nada), optei por fazer missões com mais ação e combates, por isso, explorei pouco. Em relação ao que experimentei, gostei bastante da mecânica estratégica das raids e, principalmente, do desafio imposto pelos chefes. Espero que não suavizem isso no produto final.

Navegar por entre os rios e mar aberto com seu barco viking, ouvindo seus companheiros cantar me levou de volta a AC Black Flag e foi um bom momento de nostalgia. Particularmente, estou curiosa em ver como todo o jogo vai se desenrolar e se trará mais novidades à série. Não que o “feijão com arroz” do sandbox não me agrade (jogo a franquia desde o primeiro game), mas a gente sempre espera por mais.

Inclusive, se quiserem tirar dúvidas sobre esse gameplay de teste, podem perguntar nos comentários. Dentro do possível, tentarei responder a todos.

Assassins-Creed-Valhalla-Preview

PS: recrutei um gatinho fofo para afastar os ratos do meu barco. Vê-se que ele está fazendo um “ótimo” trabalho ali no canto…

Assassin’s Creed Valhalla: Ragnarök na Terra [Preview]

Watch Dogs Legion – Todos estão conectados [Preview]

Com um smartphone na mão, hackeei e voei em drones de carga, criei armadilhas elétricas, despistei a polícia, resgatei informantes de um edifício fortemente vigiado… Isso tudo na pele de uma pessoa comum. Testei uma demo de Watch Dogs Legion para o Tecnoblog e, logo de cara, me impressionou a fluidez de como você pode trocar entre vários personagens rapidamente, cada um com sua especialidade.

Para este preview, que durou 3 horas, pude explorar uma versão fictícia de Londres – onde o governo local está usando a tecnologia para controlar a população. O grupo secreto de hackers, DedSec (que apareceu no primeiro Watch Dogs), está sendo injustamente acusado de explodir bombas pela cidade. Cabe a eles descobrirem os verdadeiros culpados pelos ataques e limpar o nome da equipe.

Várias atividades estavam desbloqueadas para degustação, desde algumas main quests, a missões de recrutamento (falarei mais sobre isso adiante) e extras como: encher a cara no bar e sair bêbado pela rua, jogo de dardos, fazer embaixadinhas, comprar roupas, resolver puzzles de circuitos (para ter acesso a salas protegidas e abrir portas), usar veículos e etc.

Watch-Dogs-Legion-Preview

Mais uma coisa: esta demo não representa o resultado final do jogo e minhas impressões, descritas neste artigo, podem mudar ao testar o game completo para o review.

Recrute seu exército hacker (sem distinção)

O que deu para perceber bem nitidamente é que, aparentemente, não há mais apenas um protagonista. A demo começou no prólogo, me colocando no controle de um homem, muito bem vestido, que precisava se infiltrar num local controlado pelo governo e impedir que bombas fossem detonadas por Londres.

Ele quase conseguiu, mas os adversários do DedSec estavam a um passo adiante e detonaram os explosivos. Cercado, o integrante do grupo hacker foi neutralizado pelos vigilantes.

Após uma cutscene, me vi no controle de um novo integrante do DedSec, com novas habilidades específicas. A partir daí, estava livre para explorar o que quisesse. De imediato, fui dar uma olhada se o sistema de recrutamento e trocas de personagens jogáveis funcionava mesmo. O resultado, ao menos nesta demo, me impressionou bastante.

Watch-Dogs-Legion

Não que você possa, literalmente, recrutar qualquer ser vivo que estiver na sua frente, mas a quantidade de perfis diferentes de pessoas que se pode tentar convencer a se unir a sua causa é suficiente para cada jogador criar equipes únicas. Desde altos executivos, construtores civis e enfermeiros até senhorinhas de idade e uns caras que parecem cafetões.

Alguns desses indivíduos já são simpatizantes do DedSec, então basta falar com eles e convidá-los para o time (se as habilidades deles te interessarem). Você pode hackeá-los antes para ver se o perfil te agrada. Outras pessoas ou estão receosas de se unir ao DedSec ou têm aversão ao grupo.

Neste caso, se quiser muito estes personagens, você precisará resolver alguns problemas para eles. Dentre algumas missões de recrutamento estão: limpar o nome de alguém dos registros da polícia, desviar uma carga de órgãos do tráfico (que iria para pessoas ricas) para entregar a um hospital e por aí vai.

Watch-Dogs-Legion-Preview

Se estiver no meio de uma missão, avistar alguém com habilidades interessantes, mas não pode parar (naquele momento) para resolver as angústias da pessoa e recrutá-la… Sem problemas! Basta salvar este perfil em seu smartphone e acessá-lo depois, no menu de pausa, para ver o que ele/ela precisa que seja solucionado. Inclusive, é possível ver toda a rotina dos perfis salvos e rastrear todos os seus passos. Mais ou menos como o Google já faz com a gente.

Uma vez recrutado, o novo integrante irá para a base do DedSec, mas poderá ser convocado pelo menu. Aí é que vem um ponto bem positivo, na minha opinião: não precisa ir na base sempre que quiser trocar de personagem. Basta chamá-lo pelo celular. A partir daí, o atual bate um papo rápido com o que acabou de trocar e pronto. Você já está no controle do novo personagem.

Claro que essas trocas não podem ser feitas enquanto se está no meio do caos, sendo perseguido por Deus e o mundo. E falando em caos, caso seja abatido, seu personagem recrutado não morre, mas vai preso e fica indisponível para ser escolhido por alguns minutos. Você terá que selecionar outro para continuar a atual missão (toda de novo).

Watch-Dogs-Legion-Preview

Outra coisa interessante que notei, nessa troca de personagens (cheguei a mudar três vezes numa só missão), é que todos os integrantes que você controla são dublados e interagem com os NPCs e cutscenes normalmente, como se fossem protagonistas únicos. Cada um deles têm falas próprias também. Fico imaginando o trabalho que deve ter dado dublar dezenas de perfis diferentes para as mesmas cenas e, ainda, acrescentando algumas falas únicas.

Gadgets, armas e armadilhas

Desde o primeiro jogo da série Watch Dogs (que divide opiniões até hoje) sua principal arma, sendo um hacker, é seu smartphone. É claro que não dá para resolver tudo enviando fotos grotescas para os celulares de outras pessoas, como distração para fugir, ou hackeando sinais de trânsito. Por isso, um bom hacker também tem à disposição alguns brinquedinhos tech.

Em Legion, os tradicionais gadgets da franquia estão de volta, como os drones aranha (com armas letais acopladas ou armas de choque) perfeitos para infiltrar em locais de difícil acesso, drones voadores (os de carga podem te carregar também), entre outros acessórios.

Watch-Dogs-Legion-Preview

Como há vários tipos de drones sobrevoando Londres (de carga, de anúncios e de entregas), hackeá-los representa uma grande vantagem para te ajudar a ter uma visão melhor de algum lugar e, no caso de carga, facilitam muito a vida na hora da fuga. Apenas os drones vigilantes não podem ser hackeados a seu favor (ao menos nesta demo) e apenas podem ser desativados.

Talvez a maior novidade seja mesmo poder voar em alguns drones, mesmo com velocidade bem limitada. No mais, aparentemente o padrão dos gadgets é o mesmo. Isso também vale para as armas. Você tem, assim como nos games anteriores, opções letais e não letais. Tudo vai de acordo com sua abordagem: se quiser ser mais stealth, opte por armas de choque.

O que também não mudou foi a possibilidade de usar o ambiente a seu favor. Ao tentar acessar algum lugar fortemente vigiado, crie armadilhas a partir de caixas de energia e outras estruturas eletrificadas, por exemplo. Basta hackeá-las diretamente ou por meio de uma câmera de vigilância.

Watch-Dogs-Legion-Preview

Drone aranha dando um beijo eletrizante no guardinha.

Visual e som agradou, mesmo numa demo

Não posso fazer muitos comentários (ainda) sobre a qualidade visual do game, mas para uma build de preview, o jogo estava bem apresentável. Segundo a Ubisoft, ele foi rodado numa máquina com uma GeForce RTX e ray tracing ligado. Deu para perceber algumas luzes e sombras mais realistas, mesmo em momentos de agitação.

O áudio também fez um bom papel, embalando as sequências de ação e, principalmente, nas rádios – toda vez que se usava algum veículo. Algumas músicas são até bem conhecidas, mesmo em versões tecno.

Watch-Dogs-Legion-Preview

Conclusão

Ao longo do tempo que pude testar Watch Dogs Legion remotamente (não deu para testar o modo online ainda) percebi que o grande diferencial desse jogo, em relação aos dois anteriores, é mesmo a versatilidade de personagens controláveis e a fluidez dessas trocas. Inclusive, esta novidade é a principal peça de marketing do game.

Se isso for bem executado e continuar sendo interessante, do início ao fim da campanha, o título promete (quem sabe) sair um pouco da sombra de outros AAA de destaque da Ubisoft, como Assassin’s Creed e Rainbow Six Siege (ou até ressuscitarem Splinter Cell). Gostei da experiência e não vejo a hora de montar meu time de velhinhas hackers! Ah, o jogo chega dia 29 de outubro de 2020.

Tem dúvidas sobre esse gameplay demo? Faz sua pergunta nos comentários que tentarei responder, dentro do possível.

Watch Dogs Legion – Todos estão conectados [Preview]