Novo MacBook Air tem SSD mais lento que modelo de 2018

A Apple lançou um novo MacBook Air na semana passada que trouxe uma tela nova de 13 polegadas com tecnologia True Tone, um teclado borboleta de quarta geração para resolver os problemas de confiabilidade e, por incrível que pareça, ficou mais barato que a geração anterior no Brasil. E provavelmente este é o motivo: o SSD está ligeiramente mais lento.

“Mais barato” e “mais lento” talvez sejam palavras injustas — na verdade, o MacBook Air ficou menos caro, passando de R$ 10.399 para R$ 9.699 no modelo de entrada, enquanto o SSD, que chegava a bater taxas de transferência de 2 GB/s (gigabytes por segundo) em leitura, caiu para menos impressionantes 1,3 GB/s. Trata-se de uma queda de cerca de 35% na velocidade.

Quem descobriu a queda na taxa de transferência foi o site francês Consomac, notando que a velocidade de gravação permaneceu na casa de 1 GB/s no modelo de 256 GB. Já o novo MacBook Air de 128 GB atingiu velocidades de 1,3 GB/s em escrita e 500 MB/s de leitura nos testes — os valores são menores que os do novo MacBook Air de 256 GB, mas são os mesmos do modelo de entrada de 2018.

Bitcoin despenca após pressão dos EUA sobre Libra e outras criptomoedas

O plano dos Estados Unidos de impede que empresas de tecnologia atuem como instituições financeiras. O texto proíbe companhias com faturamento anual acima de US$ 25 bilhões de operarem um ativo digital.

O Facebook, principal alvo do projeto, teve receita de US$ 55,8 bilhões em 2018 e já recebeu a ordem de interromper o lançamento do Libra nos EUA. As empresas que descumprirem as regras previstas no texto teriam de pagar multa de US$ 1 milhão por dia de violação.

O presidente Donald Trump, por sua vez, já afirmou não ser fã de bitcoin e de outras criptomoedas e defende que elas sigam as mesmas regras dos bancos. Segundo ele, porque elas não são dinheiro real, têm valor altamente volátil e facilitam ilegalidades como o tráfico de drogas.

Bitcoin despenca após pressão dos EUA sobre Libra e outras criptomoedas

Promoções do dia na App Store: SuperM.GO, eBoy FixPix, Farming Simulator 17 e mais!

Aproveite a nossa seleção de promoções nas App Stores nesta segunda-feira!


Ícone do app SuperM.GO

SuperM.GO

de Andrei Soprachev

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 2.0 (128.3 MB)
Requer o iOS 9.0 ou superior

Grátis R$ 10.90

Badge - Baixar na App Store

Código QR Código QR

Screenshot do app SuperM.GOScreenshot do app SuperM.GOScreenshot do app SuperM.GOScreenshot do app SuperM.GOScreenshot do app SuperM.GOScreenshot do app SuperM.GOScreenshot do app SuperM.GOScreenshot do app SuperM.GOScreenshot do app SuperM.GOScreenshot do app SuperM.GO
N/D
Nota na App Store

Minha nota

SuperM.GO, de Andrei Soprachev, é um jogo para liberar sua criatividade.

A ideia é permitir que você crie as fases do seu jogo, em um universo parecido com o sucesso Super Mario Bros. O processo de criação é todo feito com base em tocar, segurar e arrastar os itens até os locais desejados.

Suas fases criadas podem ser compartilhadas com amigos ou com o mundo! 🌎

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Abaixo outros aplicativos/jogos que, juntos, somam quase R$42 de desconto:

Apps para iOS


Ícone do app eBoy FixPix

eBoy FixPix

de Delicious Toys

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 3.0 (116.5 MB)
Requer o iOS 11.0 ou superior

Grátis R$ 3.90

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Código QR Código QR

Puzzles.


Ícone do app Antisocial Alison

Antisocial Alison

de Eugeniu Belinski

Compatível com iPadsCompatível com iPhonesCompatível com o iMessage
Versão 2.0 (6.3 MB)
Requer o iOS 10.3 ou superior

Grátis R$ 3.90

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Código QR Código QR

Adesivos para o iMessage.


Ícone do app OTTTD: Over The Top Tower Defense

OTTTD: Over The Top Tower Defense

de SMG Studio

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 1.34 (223.2 MB)
Requer o iOS 7.0 ou superior

R$ 7,90 R$ 18.90

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Código QR Código QR

Jogo de estratégia.


Ícone do app Smash Puck

Smash Puck

de Semidome Inc.

Compatível com iPadsCompatível com iPhonesCompatível com Apple TV
Versão 1.1.2 (114.9 MB)
Requer o iOS 8.0 ou superior

R$ 7,90 R$ 10.90

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Código QR Código QR

Jogo casual.

App para macOS


Ícone do app Farming Simulator 17

Farming Simulator 17

de FOCUS HOME INTERACTIVE

Compatível com Macs
Versão 1.5.3 (4.4 GB)
Requer o macOS 10.9 ou superior

R$ 74,90 R$ 94.90

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Código QR Código QR

Simulador de fazenda.

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Aproveitem as ofertas e até amanhã! Ah, lembrando que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr! 😊

Logitech libera correção para vulnerabilidade de receptores wireless

Os receptores wireless Logitech Unifying, que acompanham vários dos seus periféricos e possibilitam que os acessórios sejam todos conectados ao computador sem a necessidade de fio (e uma alternativa ao Bluetooth), têm seu histórico de problemas: lá nos idos de 2016, a CNET já tinha falado sobre uma vulnerabilidade importante nos receptores, chamada MouseJack, que, segundo a fabricante, já estaria solucionada. Bom, aparentemente não é o caso.

O The Verge publicou recentemente que versões mais novas do receptor Unifying são suscetíveis a uma falha parecida. A Logitech, então, agiu rápido e liberou correções para o firmware dos dispositivos, que podem ser baixadas aqui — basta rodar os utilitários baixados e seguir as instruções da tela para proteger seus acessórios.

Basicamente, a vulnerabilidade MouseJack permite que um agente mal-intencionado tome controle de um computador por meio do receptor Unifying, permitindo a cópia dos conteúdos da máquina em questão, a execução remota de comandos, a instalação de adware ou basicamente qualquer outra ação que, de outra forma, requereria a posse física do computador. Essas descobertas foram feitas em 2016 e a Logitech afirmou ter solucionado o problema rapidamente.

No início da semana, entretanto, o pesquisador de segurança Marcus Mengs revelou novas vulnerabilidades relacionadas ao receptor, que permitiriam a invasão de computadores na breve janela de emparelhamento entre o Unifying e o teclado/mouse do usuário. Mais enervante ainda foi perceber que a Logitech ainda vende acessórios com receptores vulneráveis à primeira descoberta, lá de 2016 — isso porque a empresa nunca convocou um recall ou tirou das prateleiras os produtos que já tinham sido despachados com a falha.

Segundo a fabricante, as correções liberadas hoje já devem cobrir quase a totalidade dos receptores Unifying disponíveis no mercado; outras atualizações, para consertar o problema 100%, serão liberadas em agosto. A recomendação geral da empresa é manter seus periféricos sempre com o firmware atualizado.

Então tá, né…

iFixit lança wallpapers de entranhas dos iPads Pro e novas cases para iPhones

A iFixit tem como tradição, após realizar o desmonte dos produtos da Maçã, disponibilizar wallpapers das suas entranhas para quem gosta de um aspecto mais “industrial” nas telas iniciais ou de bloqueio. A firma, entretanto, estava atrasada nesse aspecto em relação aos iPads Pro; agora, não mais.

Quem tem qualquer modelo do tablet profissional da Apple — seja o original de 9,7″, o de 10,5″, o de 11″ ou o de 12,9″ — pode, agora, checar essa postagem da iFixit para pegar o wallpaper correspondente ao seu dispositivo. São duas opções: uma da aparência interna dos iPads, como se você simplesmente tivesse “arrancado” a tela do tablet, ou uma com aparência de raio-X, que mostra mais componentes internos do aparelho (mas é menos “realista”).

Wallpaper das entranhas do iPad Pro, iFixit

Para aplicar o wallpaper, basta acessar a página diretamente do seu iPad Pro, tocar em uma das imagens para vê-la em alta resolução, salvá-la no seu dispositivo e selecioná-la na seção “Imagem de Fundo” dos Ajustes. Para aprimorar a sensação de realismo, é melhor desligar o efeito de perspectiva (aquele que move ligeiramente a imagem de acordo com o movimento da tela).

Cases para iPhones

Para um visual ainda mais exposto (só que, no caso, do seu iPhone), a iFixit lançou também sua primeira linha de cases com estampa das entranhas dos smartphones, denominada Insight.

Case Insight para iPhone X da iFixit

As capinhas são feitas de poliuretano termoplástico (TPU) e contam com camadas extras de proteção nos cantos dos dispositivos, para uma segurança adicional no caso de quedas e impactos. Assim como os wallpapers, as cases estão disponíveis em modelos tradicionais ou raio-X.

A iFixit tem cases para todos os modelos de iPhone desde o 6, e você pode adquiri-las no site oficial da empresa por US$10 cada. Bacana, não é?

via 9to5Mac

Designer cria arquivo com todos os materiais promocionais da Apple desde a sua fundação

Parece que hoje é o dia oficial da nostalgia relacionada a empresas fundadas por Steve Jobs: depois de um catálogo completo da NeXT digitalizado por um historiador, temos um arquivo muito maior sendo disponibilizado na internet — um que cobre todos os materiais promocionais produzidos pela Apple desde a sua fundação, em 1976.

A iniciativa é do designer (e entusiasta da Maçã) Sam Henri Gold, e a ideia surgiu quando ele percebeu que o canal do YouTube Every Apple Video estava começando a ser abandonado por seus mantenedores. A partir daí, Gold passou a capturar imagens e vídeos de todas as fontes humanamente possíveis: fontes oficiais e não-oficiais da Apple no YouTube, servidores FTP espalhados pela internet e doações de amigos ou desconhecidos vindas de drives externos, CDs/DVDs ou mesmo fitas cassete.

Eu decidi abrir meu arquivo de vídeos da Apple no Google Drive como uma espécie de teste para garantir que todas as datas estão certas e que eu não esqueci de nada. Confiram e aproveitem! Comentários são bem-vindos 🙂

O projeto ainda está engatinhando: Gold planeja disponibilizar todo o repositório num site especial do Internet Archive (a fundação, aliás, já anunciou que ficará feliz em hospedar o arquivo), mas, por ora, colocou todo o material coletado no Google Drive. A ação é uma espécie de prévia para que outros entusiastas possam checar o conteúdo já postado, conferindo se as datas atribuídas estão corretas e se o material está completo.

No Google Drive, o material está dividido em décadas e anos, além de contar com seções especiais para artes da App Store e vídeos de várias lojas da Maçã ao redor do mundo. Temos vídeos completos de keynotes, comerciais, propagandas impressas, fotos oficiais de produtos em alta resolução, vídeos internos da Apple… enfim, o que você imaginar está salvo por lá.

O único problema é que, no momento, o Google Drive não está sabendo lidar com o número de acessos do arquivo e, por conta disso, vários dos documentos estão inacessíveis ou indisponíveis para visualização online. Esperamos que a situação se regularize em breve, porque o material é realmente impressionante.

via The Verge

Estado alemão bane suítes iWork, Office 365 e Google Docs de escolas

Suítes de produtividade, como o Office 365, o Google Docs ou o iWork, são presença constante em instituições de ensino (os dois primeiros, principalmente). O que fazer, então, quando toda a rede educacional de uma localidade bane esses produtos? Essa é a pergunta que o estado de Hesse, na Alemanha, terá de responder.

Como informou o TNW, a Comissão para a Proteção de Dados e Liberdade da Informação de Hesse (HBDI) determinou que as três principais suítes de produtividade do mundo não cumprem com as regras do GDPR, o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia. Por isso, as escolas do estado não mais poderão usar os aplicativos e serviços dessas três plataformas — ao menos até que elas façam uma mudança importante.

Basicamente, o problema está nas informações enviadas pelos aplicativos a servidores nos Estados Unidos, que podem ser desde relatórios de diagnóstico de software até informações pessoais do usuário, como frases escritas num processador de texto e o assunto de um email (que podem ser processadas pelas empresas americanas para ferramentas de tradução ou correção de ortografia).

O GDPR não bane esse tipo de comportamento em si, mas exige que os usuários das plataformas de produtividade concordem expressamente com o envio de seus dados a servidores estrangeiros. Como estudantes menores de idade ainda não chegaram à idade de consentimento para autorizar esse envio, o processamento de dados delas é considerado ilegal pela União Europeia.

A Microsoft tinha uma estratégia para contornar o imbróglio: até o ano passado, todas as informações processadas pelo Office 365 na Alemanha eram enviadas a um data center localizado no próprio país, o que tornava as operações da suíte regularizadas por lá. As instalações, entretanto, foram desativadas em agosto de 2018 e a empresa voltou a transmitir os dados para seus servidores nos EUA — o que foi o estopim para essa nova determinação do estado de Hesse.

É bom notar que, na prática, Google e Apple não serão afetados por essa decisão, já que as escolas de Hesse usam apenas a suíte Office 365 para fins acadêmicos. O acontecimento, entretanto, pode gerar preocupação para as empresas porque pode ser usado como espelho para que outras localidades na Europa apliquem a mesma lógica às suas políticas educacionais — o que seria um balde de água fria, por exemplo, na expansão educativa da Maçã.

Não está clara qual direção as escolas de Hesse tomarão agora, mas o estado sugeriu que as instituições troquem suas assinaturas do Office 365 por licenças avulsas da suíte de produtividade da Microsoft, que rodam apenas nos próprios computadores das escolas e não exigem conexão com servidores estrangeiros. Resta saber o custo dessa transição.