App chinês de deepfakes viraliza e gera preocupação por questões de privacidade

Você certamente já deve ter ouvido falar dos deepfakes, as imagens criadas por inteligência artificial que basicamente sintetizam a aparência e a voz humana — tornando possível, basicamente, que você coloque qualquer pessoa em qualquer situação num áudio ou vídeo gerado artificialmente. Por si só, a técnica já gera enormes polêmicas por conta do seu potencial destrutivo, mas um app chinês está levando a controvérsia a um outro nível.

Refiro-me ao Zao, aplicativo desenvolvido pela chinesa Momo que está disponível gratuitamente na App Store desde a última sexta-feira (30/8). O app tem uma proposta simples e tentadora: você tira uma singela selfie e, de repente, pode inserir seu rosto em uma infinidade de clipes famosos de filmes ou séries de TV — com uma fidelidade impressionante.

Caso você ainda não tenha ouvido falar, #Zao é um app chinês que estourou na última sexta-feira. É a melhor aplicação da técnica “deepfake” de substituição facial que eu já vi.

Aqui está um exemplo de eu mesmo como DiCaprio (gerado em menos de oito segundos a partir somente daquela foto no canto inferior esquerdo). 🤯

Como vimos no exemplo acima, a coisa é realmente assombrosa: o aplicativo precisa somente de algumas fotos suas (de frente, de lado, piscando, com a boca aberta, etc.) e transfere seu rosto para os clipes em questão, de uma forma extremamente realista. O problema é que, na mesma pegada do FaceApp, as questões de privacidade do app são, no mínimo, difusas.

A política de privacidade do aplicativo atesta que os clipes gerados pelos usuários são “gratuitos, irrevogáveis, permanentes, transferíveis e relicenciados”. Anteriormente, os termos afirmavam que a Momo podia utilizar o conteúdo gerado no app livremente, mas o texto foi alterado — agora, a desenvolvedora afirma que solicitará os usuários antes de usar os seus clipes em suas mídias, mas o conteúdo continuará sendo utilizado internamente para melhorar o aplicativo.

Em outras palavras, seus vídeos divertidos continuarão sendo usados para alimentar a rede neural que possibilita o funcionamento do app. Ao menos a Momo afirma que, se você excluir algum clipe que criou, o vídeo em questão será apagado dos servidores da desenvolvedora.

O fato é que Zao viralizou instantaneamente na China e está se alastrando rapidamente. O app já está disponível na App Store brasileira (e em quase todas as outras ao redor do mundo) e, ainda que não tenha estourado por aqui, eu não me surpreenderei se isso acontecer ao longo desta semana — aguarde, portanto, um enxame de vídeos engraçadinhos de filmes ou séries famosas com a cara dos seus amigos.

Caso você tenha se interessado pela proposta do app, fique à vontade para baixá-lo — mas com a consciência de que sua política de privacidade não inspira muita nenhuma confiança. O Zao é só um dos primeiros aplicativos de uma onda que está apenas começando, e dados tão sensíveis como nossas informações faciais precisam ser tratados com muito cuidado. Atenção sempre, portanto!


Ícone do app 颜技-全民AI视频换脸做演员

颜技-全民AI视频换脸做演员

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via B9

Itaú oficializa suporte a cartões adicionais no Apple Pay

Imagem oficial: https://www.apple.com/br/apple-pay/

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No final de julho, o MacMagazine divulgou com exclusividade que o Banco Itaú estava realizando testes com cartões adicionais no Apple Pay. A partir de amanhã (3/9), o suporte a eles está sendo finalmente oficializado pela instituição financeira.

De acordo com um comunicado enviado para nós, “100% dos cartões do Itaú Unibanco de crédito, débito e seus adicionais poderão ser utilizados nas carteiras digitais Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay”.

O Itaú informa, também, que desde a sua entrada no segmento de carteiras digitais mais de 2 milhões de cadastros foram efetuados e 25 milhões de transações foram realizadas nessa modalidade (com o ramo de alimentação entre os mais relevantes) — números bastante positivos, sem dúvida nenhuma.

Confira esse nosso guia para saber todos os cartões suportados no Apple Pay, tanto do Itaú quanto de outros bancos nacionais.

TIM é a terceira operadora nacional a suportar eSIM em iPhones

Levou quase um ano desde os lançamentos dos últimos iPhones, mas aqui estamos: enfim, as três maiores operadoras do Brasil oferecem suporte ao eSIM dos smartphones da Maçã.

A Claro começou o movimento em março passado, enquanto a Vivo juntou-se a ela poucos dias depois. Agora, meses depois, é a TIM que anunciou suporte ao “chip digital” dos iPhones XS, XS Max e XR — efetivamente possibilitando que donos desses aparelhos desfrutem da tecnologia Dual SIM neles, com um chip físico e outro virtual.

Para quem não está entendendo muito bem a história, explico: o eSIM é uma tecnologia relativamente recente que dispensa o chip físico para colocar seu celular na rede de uma determinada operadora e ligá-lo ao seu plano contratado. Em vez de abrir a bandejinha e inserir um cartão SIM tradicional, tudo o que você precisa fazer é ler um código QR oferecido por sua operadora e ativar o seu plano — no iOS, isso é feito acessando Ajustes » Celular » Adicionar Plano Celular.

Ativação de eSIM da TIM

Segundo a TIM, todos os seus planos são compatíveis com o eSIM; você só precisa se dirigir a uma das 130 lojas próprias da operadora e solicitar a novidade, seja em um plano já existente ou firmando um contrato novo. A empresa cita especificamente os iPhones XS, XS Max e XR como compatíveis, mas afirma que qualquer aparelho com suporte à tecnologia pode usufruir dos seus chips digitais.

Caso você tenha um aparelho que suporte eSIM, como os iPhones supracitados, a mudança para a nova tecnologia trará alguns benefícios: além de liberar espaço para que você insira um chip físico com um plano secundário no seu aparelho, o eSIM é bem mais seguro, com uma autenticação criptografada contínua que evita a clonagem do seu número. Além disso, caso seu aparelho seja roubado, não há como os bandidos retirarem o chip à força, desconectando-o da rede — o que lhe dá mais tempo para localizar o dispositivo e apagá-lo remotamente.

Quem vai testar (ou já está testando) a novidade, não deixe de contar sua experiência logo abaixo.

via Tecnoblog

Em parceria com a Apple, Burberry lança app de comunicação com clientes VIP

A relação entre a grife de moda Burberry e a Apple sempre foi estreita: desde que Angela Ahrendts deixou o cargo de CEO da primeira e assumiu o papel de vice-presidente sênior de varejo (cargo que deixou recentemente) na segunda, as empresas vêm colaborando em uma série de ações, como o uso de iPhones para filmar/fotografar um desfile na semana de moda de Londres e um canal da marca britânica dentro do Apple Music. Agora, temos mais um exemplo dessa colaboração.

Como informou a Vogue Business, a Burberry lançou recentemente um novo app, chamado R Message, destinado a colocar “clientes selecionados” da grife em contato direto com a marca. O app foi desenvolvido em parceria com a Apple e usa a mesma infraestrutura do Business Chat do iMessage, embora não exija que os usuários abram o mensageiro da Maçã para utilizá-lo.

O R Message está atualmente em fase de testes, mas funcionará somente por sistema de convites — isto é, apenas clientes de alta visibilidade ou com uma conta bancária bem privilegiada poderão usufruir dos seus benefícios, como agendamento de atendimento personalizado, recebimento de recomendações pessoais e prioridade na compra de determinados itens. É possível fechar compras diretamente pelo app, também, por meio da integração com o Apple Pay.

A parte interessante é que o R Message tem integração direta com o aplicativo interno da Burberry, então vendedores e atendentes têm acesso imediato a itens como inventário, estatísticas e tabela de preços. Com isso, a comunicação com os clientes torna-se muito mais tranquila e a possibilidade de fechar vendas sobe consideravelmente.

Se você for apenas um cliente mero mortal da Burberry, ainda poderá se comunicar com a marca — ela foi uma das primeiras a adotar o Business Chat do iMessage, afinal de contas. Você só não obterá acesso a esses mimos e benefícios exclusivos do R Message.

via 9to5Mac

Apple poderá anunciar monitoramento de sono via Watch na próxima semana

Tirando um rumor recente sobre o “Apple Watch Series 5” vir com caixas de titânio e de cerâmica, pouco ouvimos falar sobre a próxima geração do smartwatch da Maçã. Agora há pouco, porém, o 9to5Mac nos trouxe uma possível novidade interessante e há tempos aguardada.

Sim, a Apple está trabalhando em um sistema de monitoramento de sono para o Watch e poderá anunciá-lo no evento especial da semana que vem, provavelmente. Um grande impulso para o desenvolvimento da novidade teria vindo, é claro, da compra da startup Beddit em 2017.

De acordo com fontes do 9to5Mac, o recurso — de codinome interno “Burrito” — não necessariamente requererá um hardware adicional mas não se sabe ainda se será uma novidade exclusiva da quinta geração do Apple Watch.

Como todo sistema do tipo, o Apple Watch usará todos os seus sensores durante a noite para traçar métricas da qualidade do sono do usuário, que serão colocadas dentro do app Saúde (Health). Isso incluirá movimentação na cama, batimentos cardíacos e até emissão de ruídos.

Um dos maiores entraves para esse tipo de recurso no Apple Watch é a sua bateria, que dura hoje não mais do que 1-2 dias. Sendo assim, a Maçã teria desenvolvido um sistema inteligente para lembrar o usuário de recarregá-lo em momentos oportunos do dia, de forma que possa usá-lo sem problemas durante toda a noite de sono. Além disso, haverá uma nova complicação específica para esse monitoramento.

Aproveitando a integração entre as suas plataformas, o uso do recurso ativará automaticamente o “Não Perturbe” e dará prioridade para possíveis alarmes serem disparados no próprio relógio (até de forma silenciosa), usando o iPhone apenas como backup em caso de necessidade.

Pessoalmente, acho o Apple Watch “trambolhudo” demais para cogitar usá-lo enquanto durmo. Mas vejo, sim, total potencial na novidade e acho que faz todo sentido a empresa oferecer algo do tipo para seus usuários. Veremos o que vem por aí!

iMac de 21,5″ do início de 2013 está agora obsoleto

Imagem oficial

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A Apple acaba de incluir o iMac de 21,5 polegadas lançado no início de 2013 em sua lista de produtos clássicos e obsoletos (a versão em português dela ainda não foi atualizada).

Como a máquina foi descontinuada há mais de cinco anos, ela é agora considerada obsoleta — com exceção apenas do estado da Califórnia, nos EUA, e da Turquia, onde leis ainda obrigam empresas a manter suporte oficial por até sete anos da data de descontinuação.

Além de ter que cumprir essa lei, a Apple também tem colocado alguns produtos já obsoletos em um programa especial que estende o suporte a eles caso haja disponibilidade de peças para reparo. É o caso dos iMacs lançados no final de 2012, por exemplo, que também já estão obsoletos.

O iMac de 21,5″ do início de 2013 foi um modelo lançado originalmente para instituições educacionais, trazendo um processador Intel Core i3, 4GB de RAM e disco rígido de 500GB; na época, ele era vendido por apenas US$1.099.

via MacRumors

Os 5 artigos mais lidos no MacMagazine: de 25 de agosto a 1º de setembro

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Semanalmente, destacamos aqui os 5 artigos mais lidos no MacMagazine — caso você tenha perdido algum ou queira reler a matéria (e/ou seus comentários).

Eis a lista da vez, de 25 de agosto a 1º de setembro:

Novos iPhones: Apple convida imprensa para evento no dia 10/9!

Novidades do iOS 13.1 beta: retorno das automações no Atalhos, novos indicadores de volume, ícones e mais!

Subsidiária da Xiaomi lança “Apple Watch” bem mais barato que o Apple Watch

Apple (estranhamente) libera beta do iOS/iPadOS 13.1, além de nona versão do watchOS 6 e oitava do tvOS 13

Apple libera iOS 12.4.1, watchOS 5.3.1, tvOS 12.4.1 e Atualização Suplementar do macOS Mojave 10.14.6 para todos os usuários

Boa (re)leitura! 😉

imagem: Hadrian / Shutterstock.com