Apple TV+ terá série de super-herói mexicano com ator de “Rebelde”; “Dickinson” é bem-recebida em festival

O Apple TV+ realmente está com a bola toda: ainda temos quase um mês e meio até que o serviço de streaming da Apple faça sua estreia oficial para o grande público, mas a Maçã continua adicionando estrelas ao seu (cada vez maior) catálogo de séries e até ganhando prêmios.

Vamos dar um giro pelas novidades, então?

“El Gato Negro”

A Apple continua adicionando séries e estrelas ao seu catálogo. A mais recente chegada, trazida pelo Hollywood Reporter, é a de “El Gato Negro”, adaptação da história em quadrinhos mexicana de mesmo nome.

Diego Boneta
Diego Boneta

A série será dirigida pelo cineasta Robert Rodriguez, conhecido por seu trabalho em filmes como “Sin City” e “Alita: Anjo de Combate”; Rodriguez desempenhará também o papel de produtor executivo junto ao ator Diego Boneta (“Rebelde”), que estrelará a produção.

Ainda não há mais informações sobre a série, mas o quadrinho no qual ela se baseará conta a história de dois heróis lutando contra o crime no sul do Texas — um deles, um jovem que assume o manto após a morte do seu melhor amigo, e o outro, seu avô, um veterano da lucha libre mexicana que desempenhou o mesmo papel décadas antes.

Além de Rodriguez e Boneta, a série será coproduzida por Joel Novoa, e será feita em parceria com a MGM Television e a produtora Three Amigos.

“Carpool Karaoke”

Pelo segundo ano consecutivo, o programa de variedades “Carpool Karaoke: The Series” levou um Primetime Emmy Award — isto é, um dos prêmios “principais” do Emmy, de categoria artística.

"Carpool Karaoke"

Assim como no ano passado, o prêmio faturado pela Apple foi o de melhor Série Curta de Variedades. Dentre os demais indicados na categoria, tínhamos duas séries veiculadas no YouTube (“Honest Trailers” e “The Randy Rainbow Show”) e duas outras produzidas pelo grupo de comédia Funny or Die (“Billy on the Street” e “Gay of Thrones”).

Vale lembrar que a Academia de Artes e Ciências Televisivas, responsável pelo Emmy, divulgou parte dos prêmios ontem; as estatuetas mais cobiçadas, das categorias principais, serão anunciadas (e entregues) no próximo domingo (22/9), em cerimônia que ocorrerá no Microsoft Theater (heh), em Los Angeles (Califórnia).

“Dickinson”

Como anunciado, a Apple exibiu recentemente o primeiro episódio completo de uma das suas séries do Apple TV+. Trata-se do piloto de “Dickinson”, que estreou no Festival de TV de Tribeca — e, para alívio da Maçã, recebeu boas críticas e foi bem-recebido pelo público presente.

O AppleInsider foi um dos sites especializados presentes na première, e relatou que o episódio recebeu aplausos, embora não tenha sido ovacionado de pé. Como já era esperado, “Dickinson” traz vários anacronismos propositais na missão de relatar parte da vida da poeta Emily Dickinson, que viveu em meados do século XIX — o piloto do seriado, por exemplo, trouxe uma música de Billie Eilish como trilha sonora e ainda mostrou o rapper Wiz Khalifa como uma personificação estilizada da morte.

Segundo relatos, a série — mesmo com um tom leve e cômico — não se afasta de temas ou cenários considerados mais adultos. O primeiro episódio traz uma breve cena de sexo, e dá a entender que a trama da produção focará na relação romântica de Dickinson com sua cunhada, Susan Gilbert. Para quem se conformou com o fato de que a Apple focaria totalmente em conteúdo family-friendly, essa informação pode ser um alento.

John Mulaney
John Mulaney

Em uma nota relacionada, um novo nome foi adicionado ao elenco de “Dickinson”: trata-se de John Mulaney, comediante conhecido por suas apresentações de stand-up e pelo trabalho no “Saturday Night Live”. Mulaney interpretará, na série, uma versão ficcionalizada do poeta Henry David Thoreau — que, na vida real, nunca chegou a conhecer Dickinson. Para sabermos como esse encontro se dará na ficção… bom, só depois de 1º de novembro.

“Shantaram”

Outra novidade de elenco está em “Shantaram”, série baseada no romance de mesmo nome do autor Gregory David Roberts sobre a qual já falamos aqui. De acordo com a Variety, o ator Charlie Hunnam, de “Sons of Anarchy”, foi escalado como protagonista da superprodução, que deverá ter suas filmagens iniciadas em breve.

Charlie Hunnam
Charlie Hunnam

Hunnam interpretará Lin, homem encarcerado numa prisão australiana que foge para Mumbai e vira uma espécie de rei do crime nas ruas da cidade indiana. A série, assim como o livro, terá locações em cenários muito distintos, como as montanhas do Afeganistão e as favelas de Mumbai; os episódios serão dirigidos pelo cineasta Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”) e roteirizados por Eric Warren Singer (“Trapaça”).

Justin Theroux

Por fim, o Geeks Worldwide informou que o ator Justin Theroux (de “The Leftovers”) estrelará uma nova série do Apple TV+, ainda sem nome divulgado. Segundo a sinopse divulgada pelo site, a produção seguirá o personagem de Theroux, um inventor chamado Allie Fox, enquanto ele foge dos EUA para criar uma sociedade utópica em Honduras — ao mesmo tempo, entretanto, colocando sua família em perigos inimagináveis.

Justin Theroux
Justin Theroux

A série será dirigida pelo cineasta Rupert Wyatt, de “Planeta dos Macacos: A Origem”, e terá como produtor executivo Neil Cross, de “Luther”. Não há informações sobre o início da produção nem sobre quando ela chegará ao Apple TV+, mas considerando que ainda estamos falando de planos preliminares, ainda deverá levar um tempo até que algo concreto seja produzido.

via Apple World Today, MacRumors

Wi-Fi 6 é lançado oficialmente; novos iPhones já incorporam o padrão

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Já faz quase um ano desde que falamos aqui pela primeira vez sobre o Wi-Fi 6 — e, mais precisamente, sobre a mudança feita pela Wi-Fi Alliance (rede de empresas responsável pelo desenvolvimento da tecnologia) que tornou a nomenclatura das versões do protocolo muito mais amigável e fácil de entender. De lá para cá, o Wi-Fi 6 ainda estava em fases finais de ajuste, mas agora ele está oficialmente lançado.

Na prática, várias fabricantes já estavam trabalhando com o Wi-Fi 6 há alguns meses para adicioná-los em seus produtos (basta notar que o Samsung Galaxy S10, de março passado, já traz suporte a ele); a diferença é que, agora, elas podem incorporar a marca no marketing de dispositivos compatíveis, com dizeres como “Wi-Fi 6 Certified” ou frases do tipo.

No caso da Apple, os iPhones 11, 11 Pro e 11 Pro Max — que serão oficialmente lançados nesta sexta-feira (20/9) — já abraçam a nova tecnologia, como destacamos. Ou seja, os novos smartphones da Maçã meio que “carregarão a bandeira” do Wi-Fi 6, já que o lançamento deles quase coincidirá com a chegada oficial do protocolo.

Apesar disso, a Apple continuará sem destacar essas informações no marketing dos produtos — o Wi-Fi 6 está notado na página de especificações dos novos iPhones, mas somente lá e em nenhum outro local. Oficialmente, a Wi-Fi Alliance afirma que o primeiro produto compatível com o Wi-Fi 6 é o Galaxy Note10.

O que muda?

Para início de conversa, não precisa se preocupar: o Wi-Fi 6 é retrocompatível com as versões anteriores do protocolo, então você pode usar normalmente seus dispositivos antigos em redes baseadas no novo padrão — ou, da mesma forma, conectar seus aparelhos mais recentes em redes baseadas em versões anteriores.

A única forma de aproveitar plenamente os benefícios do Wi-Fi 6, entretanto, é tendo um roteador e aparelhos (smartphone, tablet, computador, TV ou o que for) compatíveis com o padrão.

Sobre os benefícios em si, eles são relacionados basicamente a velocidade e eficiência. O novo padrão traz uma velocidade teórica máxima de 9,6Gbps, contra 3,5Gbps do Wi-Fi 5 — o que não chega a representar uma vantagem real, já que basicamente nenhuma conexão doméstica chega a esses números.

Mais importante é perceber que o Wi-Fi 6 é mais inteligente ao distribuir a sua rede em uma grande quantidade de dispositivos — isso sim é importante, considerando que hoje em dia todo tipo de aparelho conecta-se ao Wi-Fi, desde o seu notebook até a torradeira. Portanto, o novo padrão é um excelente aliado dos protocolos de automação doméstica, como o HomeKit, e da chamada “internet das coisas”.

Boas novas, não?

via The Verge

Mais sobre o Apple Watch Series 5: interferência com a bússola, pulseira extra no modelo Edition…

O Apple Watch Series 5 foi anunciado há quase uma semana, no último evento especial da Maçã, e chegará às lojas na próxima sexta-feira.

Nós detalhamos aqui no site todas as mudanças dele em relação ao Series 4 e também fizemos um artigo focado nas vantagens e desvantagens do novo modelo de titânio, mas há ainda outros detalhezinhos que merecem destaque.

Interferência com a bússola

Um componente novo dentro do Apple Watch Series 5 é a bússola, que aprimorará principalmente o uso de mapas pelo relógio — mas também será benéfico para apps de realidade aumentada, por exemplo.

Um usuário do Reddit observou, porém, que certas pulseiras da Apple contêm ímãs que podem interferir no funcionamento da bússola (nada exclusivo da do Apple Watch, claro) — e a empresa informa isso em letras miúdas nas páginas correspondentes.

Entre as pulseiras “afetadas”, estão a em estilo milanês, a de couro e a com fecho moderno. Bom ter isso em mente, portanto.

Pulseira extra nos modelos Edition

Quem sabe de forma relacionada ao “problema” acima, a Apple decidiu incluir nas caixas dos novos modelos Edition (de titânio ou cerâmica, bem como a linha especial Hermès) uma pulseira extra, esportiva, além da escolhida pelo cliente.

A cor da pulseira extra é sempre de acordo com a principal, como mostra o exemplo acima.

Apple Watch Series 5 em AR

Tal como o iPhone 11, o Apple Watch Series 5 também está disponível para quem quiser brincar com realidade aumentada no site da Apple.

Basta acessar esse link usando o Safari no iPhone/iPad e se divertir. 😊

Novo mostrador para todos

Taí uma surpresa boa: o novo mostrador Meridiano (Meridian), demonstrado na keynote de lançamento do Apple Watch Series 5, foi incluído pela empresa na versão Golden Master (GM) do watchOS 6 também para usuários da geração Series 4.

Da mesma forma, novos mostradores Nike+ que virão com o Series 5 também serão liberados para donos de Apple Watches Nike+ da quarta geração.

Assim é bão! 😃

via MacRumors: 1, 2; 9to5Mac

Apple Arcade já está no ar para usuários do iOS 13

A Maçã tinha prometido o lançamento para a próxima quinta-feira, dia 19, mas algo aconteceu nos corredores de Cupertino: usuários da versão Golden Master do iOS 13 ou da beta mais recente do iOS 13.1 já estão conseguindo acessar o Apple Arcade!

Não estamos falando da versão prévia do serviço, que estava disponível para empregados da Apple por um valor simbólico: trata-se da versão definitiva da plataforma, já plenamente funcional, com todos os jogos de lançamento e a possibilidade de ser assinada normalmente (com o mês grátis de testes, claro).

Confira algumas telas do serviço já em português, fornecidas pelo nosso colaborador Vinícius Porto:

Clique/toque nas imagens para ampliá-las.

O MacRumors já compilou uma lista de todos os títulos presentes no Apple Arcade no lançamento — incluindo aqueles apresentados na keynote da última semana, os mostrados no comercial de lançamento do serviço e dezenas de outros:

  • Assemble With Care (usTwo)
  • Shantae and the Seven Sirens (WayForward Technologies)
  • Grindstone (Capybara Games)
  • WHAT THE GOLF? (The Label)
  • Card of Darkness (Zach Gage)
  • LEGO Brawls (LEGO)
  • Patterned (Borderleap)
  • Stellar Commanders (Blindflug Studios)
  • Where Cards Fall (Snowman)
  • Overland (Finji)
  • Exit the Gungeon (Devolver Digital)
  • Rayman Mini (Ubisoft)
  • Spaceland (Tortuga Team)
  • Agent Intercept (PikPok)
  • Punch Planet (Block Zero Games)
  • Sneaky Sasquatch (Rac7 Games)
  • Operator 41 (Shifty Eye Games)
  • Frogger in Toy Town (Konami)
  • Red Reign (Ninja Kiwi)
  • Various Daylife (Square Enix)
  • Mini Motorways (Dinosaur Polo Club)
  • Don’t Bug Me! (Frosty Pop)
  • Oceanhorn 2 (Cornfox & Bros)
  • King’s League II (Kurechii)
  • Explottens (Werplay Priv.)
  • Spelldrifter (Free Range Games)
  • The Get Out Kids (Frosty Pop)
  • Spek. (Rac7 Games)
  • Way of the Turtle (Illusion Labs)
  • Lifeslide (Block Zero Games)
  • Neo Cab (Surprise Attack Games)
  • Skate City (Snowman)
  • Tint. (Lykke Studios)
  • The Enchanted World (Noodlecake Studios)
  • Over the Alps (Stave Studios)
  • Hot Lava (Klei Entertainment)
  • The Pinball Wizard (Frosty Pop)
  • Shinsekai Into the Depths (Capcom)
  • Word Laces (Minimega)
  • Dear Reader (Local No. 12)
  • Projection: First Light (Blowfish Studios)
  • ATONE: Heart of the Elder Tree (Wildboy Studios)
  • Big Time Sports (Frosty Pop)
  • Tangle Tower (SFB Games)
  • Dread Nautical (Zen Studios)
  • Mutazione (Die Gute Fabrik)
  • Bleak Sword (Devolver Digital)
  • Sayonara Wild Hearts (Annapurna)
  • Dead End Job (Headup)
  • Cat Quest II (The Gentlebros)
  • Dodo Peak (Moving Pieces)
  • Cricket Through the Ages (Devolver Digital)
  • Speed Demons (Radiangames)

Se você está rodando o iOS 13 e já consegue acessar o Apple Arcade, pode assiná-lo indo à aba “Arcade” na App Store — após o mês gratuito de testes, ele custará R$9,90 mensais.

Vale lembrar que, segundo a Apple, novos jogos serão adicionados à plataforma semanalmente. Portanto, essa lista — que por si só já tem um ótimo leque de opções — deverá ficar gigantesca em questão de tempo.

E aí, quem já está aproveitando a novidade? Deixem suas experiências logo abaixo — e divirtam-se! 😃

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  • Ygor Rangel e Silva

Muito obrigado, galera! 😀

Uniloc volta a acusar Apple de infração de patente; empresa também é processada pelo uso de displays OLED

Imagem: https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/court-courtroom-law-263014436

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Se nós ganhássemos R$1 por todas as vezes que disséssemos “mais um dia, mais um processo”, já teríamos um cofrinho bem gordo de moedas a essa altura. Quem não lucra com isso, naturalmente, é a Apple, que mais uma vez terá que despender seu valiosos dinheiro na esfera judicial.

Uniloc

A Uniloc voltou a assombrar a Apple depois de um ano difícil (juridicamente falando) entre as duas. Como informamos, só em 2018 foram nove(!) processos da empresa contra a gigante de Cupertino, mas isso não parece ter desestimulado a entidade de patentes de levar a Maçã aos tribunais de novo.

O novo processo, apresentado ao Tribunal Distrital do Texas (nos Estados Unidos), alega que a Apple infringiu uma única patente registrada em 1999 e concedida em 2002 à Philips Electronics (que posteriormente foi adquirida pela Uniloc). Mais precisamente, a patente de número 6.467.088 descreve um “gerenciador para controlar atualizações” (leia-se: lojas de aplicativos) e abrange métodos que permitem ao usuário atender uma solicitação de atualização diretamente do dispositivo.

Na prática, esse sistema também pode determinar se uma atualização solicitada requer uma versão específica do SO para permitir (ou negar) o update com base nessas informações — algo como uma verificação de compatibilidade. De acordo com o processo, a Apple viola tal patente com a App Store e a Mac App Store, já que a forma com a qual os apps são atualizados nesses sistemas podem ser consideradas “reconfigurações” do dispositivo.

Essa não é a primeira vez que a Uniloc tenta jogar a tal patente contra a Apple; em 2018, a patent troll fez algo semelhante, mas o caso foi retirado voluntariamente pela empresa. Não obstante, a Apple apresentou uma petição para contestar a validade da patente no Conselho de Pesquisa e Apelação de Patentes, argumentando que as reivindicações da propriedade intelectual são óbvias de acordo com ações anteriores.

A Uniloc busca, no caso mais recente, um julgamento por júri e o pagamento de danos não-especificados, pedindo também que a Apple arque com os custos judiciais. A gigante de Cupertino não comentou o processo.

Solas OLED

A irlandesa Solas OLED entrou com um processo contra a Maçã recentemente, o qual também foi protocolado no estado americano do Texas. Nele, a empresa (que apesar do nome, não produz displays OLED) alega que uma série de produtos da Maçã (desde o Apple Watch até a Touch Bar do MacBook Pro) violam algumas de suas patentes com relação à tecnologia usada nessas telas.

Vale notar que a Apple também não produz displays — para isso ela tem diversas fornecedoras (como a Samsung, a LG Display e a Foxconn); entretanto, a Solas decidiu processar a Maçã, de acordo com o relatório, uma vez que a gigante de Cupertino “induziu outras empresas” a violarem suas patentes ao “fabricar, usar, vender e oferecer produtos que transgridem as tecnologias das patentes”.

Sobre as patentes, elas tratam especificamente da arquitetura dos displays OLED (a nível de construção), algo sobre o qual até mesmo as parceiras da Apple supracitadas possuem estudos e patentes registradas. Ainda assim, a Solas exige o pagamento de “danos compensatórios das patentes reivindicadas e dos custos e despesas judiciais” — o que não deverá acontecer, convenhamos.

via AppleInsider: 1, 2 | imagem: Shutterstock.com

Ex-executivo da Apple diz que estrutura da empresa é inefetiva; talento deixa Cupertino

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Basta acessar a página de liderança da Apple e perceber: a Maçã tem muito menos vice-presidentes sêniores do que outras empresas do mesmo porte. Especialmente depois da saída de duas das suas figuras mais influentes, Jony Ive e Angela Ahrendts, fica a impressão de que a gigante de Cupertino prefere concentrar o núcleo do seu poder entre menos cabeças. E isso pode ser prejudicial.

É o que opina um ex-executivo da empresa, ouvido sob condição de anonimato pelo The Information. Segundo ele, a atual estrutura corporativa da Apple “não parece ser muito efetiva”, com muitas atribuições espalhadas por poucos líderes e um potencial desequilíbrio entre as diversas atividades desempenhadas pela empresa.

A reportagem classifica a estrutura da Maçã da seguinte forma:

O número de pessoas que respondem diretamente aos cerca de 20 executivos principais da Apple (aqueles que respondem diretamente a Cook) explodiu nos últimos anos, conforme a força de trabalho da empresa cresceu fortemente. Por exemplo, depois que a chefe de varejo Angela Ahrendts deixou Cupertino em abril, a líder de recursos humanos, Deirdre O’Brien, uma veterana da Apple próxima de Cook, adicionou o varejo às responsabilidades dela. Ao reunir todos aqueles que antes respondiam a Ahrendts, O’Brien agora tem 23 subordinados diretos — mais do que qualquer outro executivo na alta cúpula da companhia. Da mesma forma, o COO Jeff Williams absorveu a equipe de Jony Ive, adicionando mais 2 subordinados diretos aos seus 8 já existentes.

Segundo fontes ouvidas pela reportagem, essa forma de gerenciamento é um reflexo da cultura corporativa de Steve Jobs, que sempre preferiu equipes de liderança pequenas. Ao retornar à Apple em 1997, Jobs reduziu drasticamente a quantidade de altos executivos na empresa, o que, na ideia dele, tornaria a empresa mais dinâmica e próxima entre si.

O problema, claro, é que a Apple de 2019 é muito diferente — e cerca de 16x maior, em número de empregados — da Apple de 1997. Apenas a efeito de comparação, a Maçã tem, hoje, 115 executivos subordinados a Cook ou um dos seus inferiores diretos; a Microsoft, por sua vez, tem 546.

Será que é hora de a Apple mudar ou as coisas tem dado certo para a empresa do jeito que estão? Vamos ter que aguardar para ver.

Greg Duffy

Greg Duffy, cofundador da Dropcam e ex-executivo da Nest

Enquanto isso, um talento deixou Cupertino recentemente, como informou a CNBC. Trata-se Greg Duffy, fundador da startup Dropcam que chegou à Apple em 2017 após deixar o Google (que adquiriu a startup alguns anos antes). Não há informações sobre o motivo da saída nem o destino de Duffy, mas especula-se que, na Apple, ele trabalhava num projeto de internet via satélite.

Isabel Ge Mahe

Enquanto isso, a vice-presidente e diretora geral de operações da Apple na Grande China, Isabel Ge Mahe, foi anunciada como um dos três novos membros do painel de diretores/conselheiros da Starbucks.

Isabel Ge Mahe, diretora da Apple na Grande China

Além dela, juntaram-se à gigante dos cafés Richard E. Allison, da Domino’s, e Andrew Campion, da Nike. Os profissionais continuarão desempenhando suas funções em suas empresas de sempre; o cargo na Starbucks serve para supervisionar as atividades da empresa e elaborar estratégias, com visões distintas e diversas — exatamente como Bob Iger, da Disney, fazia na Apple até esta semana.

via 9to5Mac