Apple promove uma série de vídeos instrutivos focados no Arcade

A Apple tem publicado vários vídeos instrutivos em seu canal brasileiro do YouTube, e desta vez trouxe uma série toda focada na sua plataforma de jogos, o Apple Arcade.

Confira os cinco novos vídeos:

Como jogar games do Apple Arcade com um controle

Assuma o controle do jogo. Use o controle Bluetooth do Xbox ou do PS4 no iPhone, iPad, Mac ou Apple TV para detonar nos seus games favoritos do Apple Arcade.

Como compartilhar o Apple Arcade com sua família

Mantenha a paz em casa. Compartilhe seus jogos no Apple Arcade com até cinco pessoas da família sem custo adicional.

Como iniciar jogos do Apple Arcade em um aparelho e continuar em outro

Continue de onde parou em qualquer jogo do Apple Arcade. Basta iniciar uma sessão no iCloud.

Como jogar games do Apple Arcade offline

Você nem precisa de Wi-Fi para brilhar nos games do Apple Arcade. Veja como jogar offline.

Como encontrar seu próximo jogo favorito do Apple Arcade

Não importa seu estilo: de quebra-cabeças a jogos de aventura, você encontra recomendações sob medida no Apple Arcade. Descubra mais de 100 jogos para baixar e jogar. E sem anúncios.

·   •   ·

Quem aí assina o serviço? Está curtindo? 🎮

Promoções do dia na App Store: Implosion, Megalodon, EPSViewer Pro e mais!

Para esta quarta-feira, confira e aproveite a nossa seleção de promoções nas App Stores!

Implosion, desenvolvido pela Rayark, é um jogo daqueles que poderia facilmente estar em um console, mas roda em iPhones e iPads.

Ele se passa 20 anos após a queda do planeta Terra, onde os humanos que sobraram — você incluído — participam de uma corrida contra a extinção.


Ícone do app Implosion

Implosion

de Rayark International Limited

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 1.5.0 (3.3 GB)
Requer o iOS 9.0 ou superior

Grátis R$ 37.90

Badge - Baixar na App Store

Código QR Código QR

Screenshot do app ImplosionScreenshot do app ImplosionScreenshot do app ImplosionScreenshot do app ImplosionScreenshot do app Implosion

Nota na App Store

Minha nota

Você se chama Jake e é um jovem piloto do traje de batalha Warmech série III, uma arma ágil e poderosa, e deverá enfrentar uma misteriosa forma de vida conhecida como XADA em um combate final pela sobrevivência da raça humana. Em cada uma das mais de 30 missões, você encontrará desafios gigantescos e testará ao máximo as suas habilidades.

Some os já citados fantásticos gráficos a uma produção de áudio (do ganhador do Grammy John Kurlander), dublagem de alto nível, e você tem uma verdadeira e imersiva experiência de jogo.

Vale o download! 😉

·   •   ·

Abaixo outros aplicativos/jogos que, juntos, somam quase R$77 de desconto:

Apps para iOS


Ícone do app Megalodon

Megalodon

de WORLD OF DINOSAURS

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 1.0 (59.3 MB)
Requer o iOS 11.0 ou superior

Grátis R$ 7.90

Badge - Baixar na App Store

Código QR Código QR

Aprenda sobre o maior tubarão de todos os tempos.


The Bonfire: Forsaken Lands

de Xigma Games

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 1.0.11 (306.7 MB)
Requer o iOS 9.0 ou superior

R$ 7,90 R$ 14.90

Badge - Baixar na App Store

Código QR Código QR

Jogo de estratégia.


Ícone do app Enlightened Meditation: Chakra

Enlightened Meditation: Chakra

de Enlightened Meditation, INC.

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 1.2 (46.5 MB)
Requer o iOS 11.0 ou superior

Grátis R$ 7.90

Badge - Baixar na App Store

Código QR Código QR

Para meditar.


Ícone do app Polyplayground

Polyplayground

de Mike Gao

Compatível com iPads
Versão 3.85 (17.4 MB)
Requer o iPadOS 9.1 ou superior

Grátis R$ 49.90

Badge - Baixar na App Store

Código QR Código QR

Utilitário musical.

App para macOS


Ícone do app EPSViewer Pro

EPSViewer Pro

de Abdusodiq Saidov

Compatível com Macs
Versão 1.2 (7.9 MB)
Requer o macOS 10.10 ou superior

Grátis R$ 3.90

Badge - Baixar na Mac App Store

Código QR Código QR

Utilitário para arquivos EPS e Adobe Illustrator (AI).

·   •   ·

Aproveitem as ofertas e até amanhã. Ah, lembrando que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr!

Se puder, fique em casa; se não, respeite o distanciamento social e use máscara. 🏠😷

Rumor: “iPhones 12” serão lançados na semana do dia 12 de outubro

O leaker Jon Prosser estava quieto nas últimas semanas, mas ele hoje voltou com um rumor daqueles que merecem a nossa atenção. Segundo ele, o evento de lançamento dos “iPhones 12” acontecerá na semana do dia 12 de outubro!

Ainda segundo o leaker — muito provavelmente por conta do atraso para o lançamento dos iPhones (normalmente eles são lançados em setembro, mas a Apple já confirmou que eles chegarão em outubro) — o “Apple Watch Series 6” chegará mais cedo, sem a necessidade de um evento, na semana do dia 7 de setembro. Junto ao novo relógio, a Apple lançará também um novo iPad, diz Prosser.

Com o atraso no lançamento dos iPhones, faz todo sentido a Apple “adiar” o evento para outubro. E, já que ela fez isso, nada melhor do que colocar a pré-venda para a mesma semana do evento. E é exatamente isso que Prosser comentou, afirmando que a pré-venda começará na semana do dia 12/10, com as vendas físicas se iniciando na semana seguinte (do dia 19/10).

Isso, porém, para os “iPhones 12”; os modelos Pro (“12 Pro” e “12 Pro Max”), por sua vez, só chegarão em novembro (incluindo a pré-venda), numa data ainda não estipulada.

Resta agora saber se esse é mais um daqueles rumores frutos de fontes confiáveis (como o envolvendo o lançamento do iPhone SE e do novo iMac, que Prosser acertou em cheio) ou se vem de pessoas que já pisaram na bola (como no caso envolvendo o famigerado AirPower).

O que acham? As datas fazem sentido? 🗓

STF aceita julgar disputa da Gradiente pela marca “iPhone”

Entre as coisas estranhas trazidas do limbo de volta para o mundo real em 2020, poucas superam a briga judicial entre a Gradiente (agora conhecida como IGB Eletrônica) e a Apple pelos direitos da marca “iPhone” no Brasil. Há alguns meses, depois de anos em hibernação, o imbróglio voltou com força total quando a empresa brasileira anunciou que levaria a disputa ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Pois, hoje, o pedido foi aceito: de acordo com nota publicada pela Mauler Advogados (agência de advocacia que representa a Gradiente), o presidente do STF, Dias Toffoli, aceitou o pedido da empresa e a corte julgará, de fato, a disputa entre a Maçã e a empresa brasileira.

A Gradiente anunciou o acolhimento do caso pelo STF ao mercado na última sexta-feira; por consequência, suas ações na Bovespa deram um salto de 14% na segunda-feira e mais 6% ontem. Eugênio Staub, cofundador da Gradiente, celebrou a decisão, afirmando que Toffoli “entendeu a importância da disputa para a nossa soberania e para a proteção da propriedade intelectual brasileira”.

Para quem não acompanhou o caso, por volta de 2012 a Gradiente comercializou no Brasil uma linha de smartphones Android chamada “IPHONE”. À época, a Apple ainda não tinha direitos sobre o nome no Brasil; por conta disso, a empresa brasileira entrou na justiça pedindo os direitos exclusivos do uso da marca. Vale notar que a Gradiente fez o registro da marca bem antes no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), no ano 2000.

Os anos seguintes foram tomados por diversas decisões judiciais — na mais recente, o Superior Tribunal de Justiça definiu que a marca “iPhone” continuaria em posse da Gradiente, mas não era de uso exclusivo da empresa (podendo, portanto, ser utilizada pela Apple).

Vejamos, agora, o que sairá de toda essa disputa. Agora, como sabemos, é pra valer.

Apps de rastreamento da COVID-19 enfrentam problemas de adoção ao redor do mundo

Quando a Apple e o Google se juntaram para criar a API de alerta de exposição ao novo Coronavírus (COVID-19), as reações iniciais foram mistas: agentes da área de saúde pública (em sua maioria) elogiaram a iniciativa e alguns países aderiram à tecnologia rapidamente, mas grupos de privacidade digital apontaram alguns problemas na API e outros países torceram o nariz para a coisa toda.

Meses depois, os problemas parecem estar basicamente resolvidos: Apple e Google ajustaram alguns parafusos na tecnologia para reforçar a privacidade, as críticas foram arrefecendo e vários países foram lançando seus aplicativos integrados à API, incluindo o Brasil. Só há um problema, agora: a taxa de adoção.

O The Markup publicou ontem uma reportagem traçando um mapa de como os países do mundo estão tirando proveito (ou não) dos seus aplicativos de rastreamento da COVID-19, e, pelo visto, os números não são lá muito positivos. Apenas dois territórios têm adoção alta das tecnologias: a Irlanda, onde o app local foi baixado 1,4 milhão de vezes (num país de 4,8 milhões de habitantes) e a Alemanha, com mais de 16 milhões de downloads (e população de 83 milhões).

O resto do mundo não traz números tão positivos — a maioria dos países ainda vê taxas de adoção abaixo daquelas consideradas ideais pela Universidade de Oxford. E olha que, segundo pesquisadores da instituição, a taxa de adoção nem precisa ser tão alta para que os apps representem alguma diferença na transmissão do vírus: segundo o estudo, basta que entre 20% e 40% da população adira à tecnologia para que ela faça algum efeito.

A reportagem não traz números do Brasil, mas por aqui as coisas parecem não estar nem próximas do ideal. A App Store não mostra números de downloads, mas checando a página do Coronavírus – SUS no Google Play, a loja limita-se a apenas dizer que o app tem “mais de 1 milhão de downloads”.

Considerando que o mercado de smartphones brasileiros é dominado pelo Android, o número está muito abaixo dos 40 milhões de usuários considerados o mínimo para tornar o app efetivo. Também, pudera: a divulgação da existência do aplicativo (e da sua importância) é mínima nos canais oficiais do governo ou nos meios de publicidade.


Ícone do app Coronavírus - SUS

Coronavírus – SUS

de Governo do Brasil

Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 2.3.1 (99.4 MB)
Requer o iOS 13.5 ou superior

Grátis

Badge - Baixar na App Store

Código QR Código QR

E olha que, ao menos, nós temos um app para chamar de nosso: vários países que já anunciaram adesão à API ainda não lançaram nenhum app do tipo. O Reino Unido, por exemplo, tem armado uma verdadeira gangorra: o país começou dizendo que não adotaria a tecnologia e depois mudou de ideia, anunciando para breve o lançamento de um aplicativo integrado a ela. Os britânicos ainda nem sentiram cheiro do app, e uma matéria recente do The Times indicou que as autoridades de saúde estariam considerando desistir da API e lançar um app alternativo, levando em conta apenas dados pessoais e um “fator de risco” para cada usuário.

Nos Estados Unidos, onde as taxas de contaminação e mortes ainda são consideradas altas, cada estado deverá desenvolver seu próprio app integrado à API das empresas. Até agora, entretanto, só dois (Alabama e Virgínia) lançaram suas soluções; vários outros têm aplicativos em desenvolvimento, mas ainda sem previsão de disponibilidade.

Ou seja: por mais que a intenção da Apple e do Google tenha sido boa, em pouco ela ajudará se as coisas se mantiverem nesse ritmo. Vamos ver como esses números se mostrarão nos próximos meses — e torcer para que, o mais breve possível, nenhum desses aplicativos seja mais necessário.

via AppleInsider

Nova capa para laptops se transforma num stand com design inteligente

No ano passado, falamos aqui do MOFT, auto-proclamado o “primeiro stand invisível” para notebooks — que assumia a forma de uma peça dobrável, colada ao fundo do seu computador, que poderia ser usada para levantá-lo numa altura mais ergonômica e saudável aos olhos e coluna.

Pois agora, mais de um ano depois, a fabricante do acessório apresentou sua mais nova criação: o MOFT Carry Sleeve, uma capa para notebooks que também pode ser dobrada para criar um stand instantâneo para seu computador portátil — desta vez, sem precisar lidar com adesivos ou coisas do tipo.

A capa é feita de couro vegano (com interior de camurça e detalhes em neoprene) e tem um fechamento magnético para que o computador fique seguro lá dentro enquanto estiver viajando na sua mochila ou bolsa. Os ímãs também são responsáveis pelas dobraduras do acessório, que podem levantar o notebook em duas posições: 15º (para quando você estiver usando o computador numa mesa) ou 25º (para quando ele estiver no seu colo, por exemplo).

A parte interna da capa conta ainda com uma divisória para que você possa carregar acessórios menores, como um carregador, um powerbank ou alguns adaptador, sem arranhar o seu notebook. A parte externa, por fim, tem uma outra abertura onde você pode guardar alguns cartões e um documento de identidade.

A MOFT Carry Sleeve vem em três modelos, para máquinas de 13″, 13,3″ e 15/16″, e seu stand é capaz de suportar até 10kg — ou seja, muito mais do que qualquer laptop moderno. O projeto já ultrapassou em mais de 40x sua meta de financiamento no Indiegogo, e você ainda pode garantir sua unidade por lá contribuindo com um mínimo de US$44; as primeiras unidades começarão a ser despachadas globalmente ainda este mês.

via iMore

Apple é condenada a pagar US$506 milhões por infringir patentes relacionadas a LTE

E lá vai o departamento jurídico de Cupertino para mais uma dor de cabeça: como informou o Law360, a Corte Distrital do Leste do Texas condenou a Apple a pagar US$506 milhões à PanOptis, empresa de telecomunicações, por conta da violação de patentes relacionadas à tecnologia LTE.

Aparentemente a PanOptis é uma entidade não-praticante — nome bonitinho para as boas e velhas patent trolls, empresas que não vendem ou produzem nada e sustentam-se apenas processando outras companhias pela suposta violação de seus inventos. Nesse caso, aparentemente, a reclamação da PanOptis era válida.

Precisamente, a empresa afirmou à corte que todos os produtos da Apple com tecnologia LTE (iPhones, iPads e Apple Watches, portanto) infringem sete patentes suas, todas relacionadas à comunicação dos dispositivos com o protocolo.

A Apple tentou provar o contrário exibindo as entranhas dos iPhones para mostrar que não estaria infringindo a propriedade intelectual da adversária, mas não obteve sucesso: a corte determinou que a Maçã não conseguiu provar que as acusações da PanOptis eram inválidas, e ordenou o pagamento de US$506,2 milhões (cerca de R$2,7 bilhões) à empresa.

A gigante de Cupertino, naturalmente, anunciou que recorrerá do processo e emitiu um comunicado ao Law360, afirmando que “processos como esse, feitos por empresas que acumulam patentes somente para assediar a indústria, servem apenas para sufocar a inovação e prejudicar os consumidores”. Vamos ver, portanto, o que a corte achará disso na próxima rodada de julgamentos.

via 9to5Mac